Quando falamos em Reiki, estamos falando em transmissão e captação de energia. Esta energia está no ambiente, nos seres e em tudo o que nos cerca. É diferente do que entendemos habitualmente como energia, mas ao mesmo tempo é semelhante. Este é um axioma hermético: “Tudo que está em cima é como o que está embaixo, não igual, mas análogo e semelhante”.
O terapeuta reikiano canaliza a Energia Universal e a transmite para o paciente através da imposição das mãos sobre o corpo imaginário da pessoa, à distância, sem a presença física do receptor, através de mentalização, da visualização e do endereçamento do receptor/paciente.
À primeira vista, a transmissão de energia Reiki à distância nos parece algo conceitualmente difícil de acometer-nos. Porém, temos hoje em dia muitos exemplos de transmissão de energia sem que haja uma ligação direta ou corpo sólido para conduzi-la: a telefonia celular, o rádio, a televisão, o controle remoto, etc. Freqüência é a via eletromagnética por onde se dá a transmissão, de acordo com as faixas vibratórias emitidas, sendo a luz a única parte visível do espectro eletromagnético.
Certamente, e este é um fato ainda desconhecido, a energia Vital ocupa um espaço fundamental dentro deste espectro de freqüência, para que possa chegar de um transmissor de Reiki a um receptor, considerando a distância entre eles.
Nos últimos tempos, Karl Ernst Lugwig Planck teorizou a respeito e surgiu a física quântica. Nessa teoria assume-se que a energia é transmitida em pacotes chamados de “quantum”, daí o nome. Nesses estudos, aliada à física sub-atômica, que estuda a matéria no nível atômico: prótons, nêutrons e elétrons e a teoria da relatividade de Einstein, onde o espaço e o tempo são noções relativas e não absolutas, trouxeram à luz a constituição dinâmica da matéria.
Isto quer dizer que nada no universo está parado. Até mesmo uma pedra, considerada imóvel aos nossos olhos, é constituída de átomos, constituídos de partículas em constante movimento, manifestando-se na forma de ondas ou de partículas, interrelacionando-se com as demais partículas que constituem os átomos do meio onde está localizada, formando um todo de relações que caracteriza um universo integrado e em constante mutação. Nada existe de forma isolada, sempre há a relação com o meio.
De uma forma simplista, pode-se dizer que tudo o que há, relaciona-se entre si no nível sub-atômico, o espaço e tempo são relativos, isto é, de alguma forma eles podem ser trabalhados.
Pela visão da física quântica e intercorrelação sub-atômica, podemos conceber a questão da concepção holística do universo, que entende o homem como um ser todo integrado e partícipe dos sistemas etéricos invisíveis, ou seja, há unicidade entre tudo que existe, sem a fundamentação de distância, já que tudo está no Todo. A ciência acadêmica, inclusive a largos passos, já começa a descobrir algo que já era conhecido das civilizações antigas.
À parte dos processos obtidos pela Dra. Barbara Ann Brennan, cientistas do mundo inteiro já interagem com as possibilidades da relação íntima entre tudo o que existe.
Experimentos realizados por cientistas de renome internacional com o DNA humano provam as qualidades e autocura do mesmo em consonância com os sentimentos da pessoa, como foi reportado recentemente por Gregg Braden.
O primeiro experimento foi realizado pelo Dr. Vladimir Poponin, um biólogo quântico.
Nesta experiência começou-se por esvaziar um recipiente, criando um vácuo e consequentemente um vazio em seu interior e os únicos elementos deixados dentro foram fótons (partículas de luz).
Foi medida a distribuição destes fótons e descobriu-se que estavam distribuídos aleatoriamente dentro deste recipiente. Este era o resultado esperado.
A seguir foi colocada dentro do recipiente uma amostra de DNA e a localização dos fótons foi medida novamente: desta vez os fótons haviam se organizado em linha com o DNA. Em outras palavras, o DNA físico produziu um efeito nos fótons não físicos.
Constatado isso, a amostra de DNA foi removida do recipiente e a distribuição dos fótons foi medida novamente. Os fótons permaneceram ordenados e alinhados onde havia estado o DNA. A pergunta: a que estão conectadas as partículas de luz? Gregg Braden diz que estamos impelidos a aceitar a possibilidade que exista um campo de energia e que o DNA está se comunicando com os fótons por meio deste campo.
Outro experimento foi levado a cabo pelos militares. Foram recolhidas amostras de leucócitos (células sanguíneas brancas) de um número de doadores. Estas amostras foram colocadas em um local equipado com um aparelho de medição das mudanças elétricas.
Nessa experiência o doador era colocado em um local e submetido a estímulos emocionais provenientes de imagens e sons que geravam emoções ao doador.
O DNA foi colocado em um lugar diferente do que se encontrava o doador, mas no mesmo edifício. Ambos, doador e seu DNA eram monitorados e quando o doador mostrava seus altos e baixos emocionais, medidos em ondas elétricas, o DNA expressava respostas idênticas e ao mesmo tempo.
Não houve lapso e retardo de tempo de transmissão. Os altos e baixos do DNA coincidiram com os altos e baixos do doador.
Os cientistas militares quiseram saber o quão distantes podiam ser separados o doador e seu DNA e continuarem observando este efeito. Pararam de experimentar quando a separação atingiu 80 km entre o DNA e seu doador e continuaram tendo o mesmo resultado. Sem lapso e sem retardo de transmissão. O DNA e o doador tiveram as mesmas respostas ao mesmo tempo.
O que pode significar isso? A conclusão desse experimento diz que isto significa que as células vivas se reconhecem por uma forma de energia não reconhecida anteriormente. Esta energia não é afetada pela distância e nem pelo tempo. Esta não é uma forma de energia localizada, é uma energia que existe em todas as partes e todo o tempo.
Mais um experimento foi realizado pelo Institut Heart Math e o documento que lhe dá suporte tem este título: “Efeitos locais e não locais de freqüências coerentes do coração e alterações na conformação do DNA”.
Neste experimento tomou-se o DNA de placenta humana (a forma mais pristina de DNA) e colocou-se em um recipiente onde se podiam medir as alterações do mesmo. Vinte e oito mostras foram distribuídas em tubos de ensaio, ao mesmo número de pesquisadores previamente treinados.
Cada pesquisador havia sido treinado a gerar e sentir sentimentos, e cada um deles podiam ter fortes emoções. O que se descobriu foi que o DNA mudou de forma de acordo com os sentimentos dos pesquisadores:
Quando os pesquisadores sentiram gratidão, amor e apreço, o DNA respondeu relaxando-se e seus filamentos esticaram-se. O DNA tornou-se mais grosso.
Quando os pesquisadores sentiram raiva, medo ou stress, o DNA respondeu apertando-se. Tornou-se mais curto e apagou muitos códigos.
Talvez seja essa a razão de pessoas sentirem-se descarregadas por emoções negativas, uma vez que pela reação do DNA, nesse experimento, submete o corpo a uma espécie de apagamento de códigos inseridos no DNA.
Em contrapartida, os códigos de DNA conectaram-se novamente quando os pesquisadores tiveram sentimentos de amor, alegria, gratidão e apreço.
Esta experiência foi aplicada posteriormente a pacientes com HIV positivo. Foi-se descoberto que os sentimentos de amor, gratidão e apreço criaram respostas de imunidade 300.000 vezes maiores que a que tiveram sem eles.
Talvez tenhamos aqui uma resposta que nos pode auxiliar a permanecer com saúde, sem importar quão daninho seja o vírus ou a bactéria que esteja flutuando ao redor: Mantendo os sentimentos de alegria, amor, gratidão e apreço. Estas alterações emocionais foram muito mais além de seus efeitos eletromagnéticos.
Os indivíduos treinados para sentirem amor profundo foram capazes de mudar a forma de seu DNA. Gregg Braden diz que isto ilustra uma nova forma de energia que conecta toda a Criação.
Esta energia parece ser uma rede estreitamente tecida que conecta toda a matéria. Podemos influenciar essencialmente esta rede da Criação por meio de nossas vibrações.
O que tem a ver os resultados destas experiências com nossa situação presente? Esta é a ciência que nos permite escolher uma linha de tempo que nos permite estar a salvo, não importa o que aconteça. Basicamente o tempo não é apenas linear (passado, presente e futuro), mas também é profundidade.
A profundidade do tempo consiste em todas as linhas de tempo e de oração que possam ser pronunciadas ou que existam, ou seja, a egrégora formada por pensamentos positivos de amor. Essencialmente, suas orações já foram respondidas. Simplesmente ativamos a que estamos vivendo por meio de nossos sentimentos. É assim que criamos nossa realidade, quando nossas escolhas estão em harmonia com os nossos sentimentos.
Nossos sentimentos estão ativando a linha do tempo por meio da rede da Criação, que conecta a energia e a matéria do universo. Lembre-se que a lei do Universo é que atraímos aquilo que colocamos em nosso foco.
Se focarmos temer qualquer coisa, seja lá o que for, estamos enviando uma forte mensagem ao Universo para que te retorne aquilo a que mais teme. Em troca, se pudermos nos focar com sentimentos de alegria, amor, apreço ou gratidão e concentrar em trazer mais disso para nossa vida, automaticamente afastaremos o negativo.
Estaríamos escolhendo uma linha de tempo diferente com estes sentimentos. Podemos prevenir o contágio de vírus, bactérias e outras estruturas microscópicas permanecendo nestes sentimentos positivos, que mantêm um sistema imune extraordinariamente forte. Sendo assim, essa é uma proteção para o que vier.
Destarte, busquemos algo pelo qual podemos estar alegres todos os dias, cada hora se possível, momento a momento, ainda que sejam alguns poucos minutos.
A energia Reiki pelo seu terrível, porém altamente belo poder de estar conectada nesse emaranhado plasmado no nível sub-atômico e onde não reside a questão tempo-espaço e por ser uma força extraordinária de Amor, pode proporcionar benefícios incontestes aos seres humanos.
As experiências citadas são apenas tentativas pálidas de se tentar dar explicações ao incognoscível, mas a ciência cada vez mais se interessa pela complexidade das ligações íntimas entre todas as estruturas atômicas existentes, já que tudo que existe nada mais é que um aglomerado profundo de partículas atômicas.
Quando vemos uma cadeira, por exemplo, entendemo-la como uma cadeira, entretanto, se pudéssemos adentrar cada vez mais e mais em sua estrutura atômica, poderíamos entender a complexidade atômica daquela matéria que se constitue daquela forma para dar exatamente a forma como a enxergamos.
Da mesma forma acontece com tudo que nos rodeia, inclusive nós mesmos. Quanto mais a ciência ortodoxa se aprofunda no ser humano, através de equipamentos poderosos, mais o corpo humano se assemelha no plano microscópico a constelações que são observadas no infinito.
Numa suposição totalmente imaginária, sem fundamentação para sustentá-la, poderíamos concluir de modo tímido que estamos imersos na Criação. O microcosmo somos nós, seres humanos e tudo que há faz parte do macrocosmo e não existe a dualidade.
O nome Deus, inventado pelo homem, pode ser interpretado como uma força poderosa a que tudo criou e está presente em tudo que existe. A energia Reiki não poderia estar fora desse plano sutil e sendo direcionada com uma intenção consciente de Amor, faz parte desse plano da Criação para trazer alento às mazelas a quem detém uma parcela da luz que chamamos de alma, desde seus estágios mais rudimentares, que passam pelos reinos chamados de mineral, vegetal, animal e finalmente na sua forma mais acabada, porém não completa, que é o ser humano.
A evolução constante do ser humano empresta essa indagação aos mais nobres pensadores de todos os tempos. O Reiki na sua forma mais pura traz essa benesse para preencher lacunas necessárias ao bem estar dos aspectos mais grosseiros e sutis do ser humano. A isso chamamos de extensão divina do Reiki, por ser proveniente da Fonte da Criação.
Transcendentalmente, tudo nos é possível, pois o passado, o presente e o futuro são apenas abstrações mentais de tempo e a separação dos seres, apenas uma ilusão de ótica. Compreendendo a unicidade do universo, não existe distância entre nós e o outro, pois só existimos em relação ao outro, ao meio, ao Todo. Somos unos entre nós e com o universo, não há distância nem separação. No caso da energia Reiki, é necessária a sensibilidade para captá-la e endereçá-la para qualquer parte do Ser Cósmico a que todos pertencemos.
Além de aumentar a intensidade e a precisão da cura pela imposição das mãos, os símbolos do Reiki, particularmente o Hon Sha Ze Sho Nen, possibilitam a terapia à distância. Uma das definições do yantra Hon Sha Ze Sho Nen, “sem passado, sem presente, sem futuro e quebra de tempo-espaço”, vem de encontro da teoria da relatividade de Einstein. Uma vez desenhado / mantralizado o símbolo, não existe a separatividade e reforça a unicidade dos seres. A partir daí, outros yantras do Reiki podem ser empregados conforme a necessidade e o momento.
Esse tipo de trabalho com a energia Reiki, embora simples, desenvolve capacidades medianímicas e o crescimento mediúnico é uma das conseqüências de se tornar um terapeuta do Segundo Grau do Reiki, que trabalha essencialmente nos níveis emocional, mental e espiritual, embutido o trabalho no corpo físico, proporcionado pela iniciação no Primeiro Grau do Reiki.
Memória celular e o poder do pensamento
Por memória celular descrevemos a consciência intrínseca de nosso corpo, pode não parecer evidente à primeira vista, mas nosso corpo possui consciência, podemos perceber isto em uma simples gripe, muito antes de sabermos conscientemente que estamos gripados o corpo já está tomando medidas para reparar o dano, e na maioria das vezes é através destas medidas que tomamos conhecimento do fato.
Existem provas conclusivas que em casos graves, como no câncer, por exemplo, todo o organismo é informado do mal instalado e se ressente, tomando medidas para corrigir o mal, saiba que qualquer desarranjo físico é sentido pelo corpo, e até mesmo as células mais distantes estão a par do ocorrido.
Feche os olhos por alguns instantes, imaginemos uma célula qualquer em nosso organismo, pense nela como algo vivo, pulsante, parte de um todo maior que compõe um tecido, que compõe um órgão, que por sua vez forma um sistema, tudo isto vibra!
Agora converse com esta célula, faça a ela uma única pergunta, O que é Deus?
O que poderá ela responder, ela simplesmente dirá, Deus é tu, não existe outra resposta, de você depende a vida e morte desta célula e ela existe apenas para mantê-lo.
A memória celular se manifesta através do Duplo etérico e localiza-se em cada átomo do nosso corpo, quando o corpo adoece esta memória, que contém a informação de nossa perfeição geralmente não se altera, salvo quando há danos irreparáveis, o corpo possui uma tendência natural ao equilíbrio, bastando para isto dar condições mínimas para que o trabalho seja feito.
Quando impomos as mãos sobre alguém, esta memória irá ditar as necessidades e absorver a energia na freqüência requerida, é uma comunicação do corpo com o universo, um dos milagres da criação acontecendo.
Como foi exposto anteriormente isto ocorre via Duplo etérico, sendo a energia repassada ao físico e distribuído de acordo com as necessidades.
Desta forma podemos perceber que o Reikiano em si não cura ninguém, a cura está muita além de sua esfera de consciência.
O poder do pensamento
Em uma matéria da revista SuperInteressante, de Julho de 2002 se pesquisou a misteriosa capacidade da mente humana gravar e executar tudo que lhe é enviado, seja bom ou mal, salutar ou prejudicial, com o quesito único da pessoa aceitar o que foi exposto.
Um cientista de Phoenix – Arizona queria provar esta teoria, mas ele precisava de um voluntário que se dispusesse chegar às últimas conseqüências. Conseguiu esta pessoa em uma penitenciária, era um condenado à morte que seria executada na penitenciaria de St. Louis no estado do Missouri na cadeira elétrica.
Propôs ele o seguinte: ele participaria de uma experiência cientifica, na qual seria feito um pequeno corte em seu pulso, o suficiente para gotejar seu sangue até a última gota, ele teria uma chance de sobreviver caso o sangue coagulasse, e se isto ocorresse ele ficaria livre de sua pena, caso contrário morreria de uma morte indolor e sem sofrimentos.
Aceito os termos o condenado foi colocado em uma cama alta, destas de hospitais, seu corpo foi amarrado para que não se movesse, foi feito um pequeno corte em seu pulso, mas este, ao invés de ser profundo foi muito superficial, não atingindo nenhuma artéria ou veia, apenas o suficiente para o prisioneiro sentir que fora cortado, foi colocada uma vasilha de alumínio abaixo da cama e o coitado foi informado que ele ouviria o sangue pingando.
Sem que ele soubesse havia um frasco de soro debaixo da cama, e este que começou a gotejar.
A cada dez minutos o cientista fechava um pouco a válvula e menos soro pingava, o condenado acreditava que seu sangue estava diminuindo.
Com o passar do tempo ele foi perdendo a cor e ficando pálido, quando a válvula foi fechada de vez o condenado teve uma parada cardíaca e faleceu.
Não havia perdido uma única gota de sangue!
Desta forma ficou provado que a mente executa fielmente tudo aquilo que é absorvido pelo hospedeiro independente da qualidade do mesmo.
No fim dos anos 70 o psicólogo Robert Ader, da universidade de Rochester, concluiu que o sistema imunológico é condicionável, dando nascimento a Psiconeuroimunologia, esta nos informa que qualquer coisa que ocorre no cérebro é observada pelo sistema imunológico, Stress, desespero, felicidade e bem estar, as células imunes sabem e aumentam ou diminuem as atividades em função disto, o sistema imunológico trabalha com neuro-transmissores e peptídios. O cérebro de uma pessoa de uma pessoa depressiva, por exemplo, libera grande quantidade de substâncias que deprimem a células imunes.
Nada difícil de perceber que o sistema imunológico esta feliz ou infeliz conforme nosso ânimo, outros órgãos do corpo também reagem de acordo, lembre do que expusemos sobre o Duplo etérico.
É importante reprogramarmos nossos pensamentos, pois como disse, com profunda sabedoria Eliphas Levi: “Quando alguém cria fantasmas, põe no mundo vampiros, e será preciso alimentar esses filhos de um pesadelo voluntário com seu sangue, sua vida, sua inteligência e sua razão, sem nunca saciá-los.”, indicando a dependência que criamos com nossos pensamentos
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