É normalmente referido no Primeiro Grau da maioria das escolas de Reiki, que o Doutor Mikao Usui, através da pesquisa de antigos sutras budistas, encontrou os símbolos que haviam sido escritos por um discípulo anônimo de Buddha, há cerca de 2500 anos. Conhecedor destes símbolos e após jejum no Monte Kurama, foi-lhe dado a conhecer divinamente, a forma de os utilizar.
Sabe-se hoje que tal não se passou assim. A história do Dr. Mikao Usui foi devidamente romanceada pela Senhora Takata para tornar o sistema mais palatável ao Ocidente, um povo essencialmente cristão.
Os símbolos redescobertos em pergaminhos antigos, realmente da era de Buddha, foram um dos últimos elementos a serem introduzidos por Mikao Usui no seu Sistema. Isso se deve ao fato dos seus alunos ter alguma dificuldade em conseguirem serem reikianos.
Segundo Hiroshi Doi (Mestre Reiki), o Doutor Mikao Usui não usava os símbolos, mas ensinava-os, dizendo aos seus alunos: "Usem bem os símbolos. Usem-nos mais e mais, e descobrir-se-ão num estágio onde já não precisarão deles. A mente humana consegue alcançar qualquer ponto do Universo imediatamente. Precisam crescer de forma a não precisar mais dos símbolos".
O que se depreende disso é que uma vez que se consegue aprender a focalizar a mente no trabalho com a energia Reiki, os símbolos acabam por se poder descartar, utilizando-os de uma forma totalmente mental e espiritual, pois os símbolos estarão agregados totalmente ao espírito do reikiano.
Segundo o que se entende das palavras de Usui, os símbolos são como as rodas laterais duma bicicleta. Quando aprendemos a andar de bicicleta, tiramos as rodas laterais, da mesma forma, quando integramos inteiramente o significado de cada símbolo, podemos deixar de usá-los de forma consciente.
Pode-se verificar que deixar de usar as rodas desta bicicleta (os símbolos) pode ser um processo moroso para a maioria das pessoas, que leva muitos e muitos anos, pois tudo depende da forma e da freqüência com que se trabalha com a Energia Reiki e da forma como se é utilizada essa poderosa ferramenta que é.
Hoje, os símbolos são uma grande fonte de alegria, mas também de contratempos. Isto porque a Senhora Takata ensinava aos seus alunos que os símbolos eram secretos e não deviam ser revelados, assim como o Dr. Hayashi também disse à Senhora Takata que os símbolos não deviam ser mostrados a pessoas não iniciadas em Reiki.
Os símbolos tornaram-se assim um dos pilares do Reiki e quase todas as escolas, em todo o mundo, os ensinam sendo considerados sagrados e secretos pela maioria das escolas de Reiki.
Em conseqüência deste secretismo surgiu um grande mito: "Estes símbolos são secretos e sagrados e deves guardá-los exclusivamente para ti". Conjuntamente com este mito, surgiram os altíssimos preços praticados ainda hoje por algumas escolas, “detentora da versão correta dos símbolos".
Curiosamente, segundo Frank Arjava Petter (um Mestre Reiki), depois da morte da Senhora Takata em 1980, os Mestres Reiki ao juntarem-se, verificaram que muitos tinham símbolos diferentes, ainda que dado pelo mesmo Mestre e aí, começou a discussão, até a nível mundial, sobre quais símbolos seriam os certos. A conclusão que se chegou é que todos tinham a versão certa, mas de um modo pessoal, porque na realidade mudavam em aspecto somente no tipo de caligrafia que cada ser humano usa. Os símbolos do Okuden não precisam ser rigososamente iguais, mas reconhecíveis como em qualquer caligrafia. O que importa de verdade é o poder que esses símbolos carregam em seu bojo.
Apesar disso, do secretismo e do mito, foi-se à especulação, começando-se a imaginar teorias sobre os símbolos e sua origem como, por exemplo, as civilizações perdidas da Atlântida, Lemúria e Mu, onde supostamente havia cerca de 300 símbolos de Reiki.
Outros associaram o Reiki ao Tibet e trouxeram para o Sistema Usui, outros símbolos tibetanos. Hoje há sistemas de Reiki que ensinam cinco, sete, doze, algumas dezenas e outras centenas, como o Ken Reiki que ensina trezentos e o Shamballa Reiki que se diz detentor de trezentos e cincoenta e dois símbolos de Reiki. Como se percebe, o ser humano é absolutamente impressionante na sua tentativa de tornar mais atraente o seu “produto”, esquecendo-se miseravelmente da Fonte que os provê.
Felizmente nos dias atuais, sobretudo através das investigações de Mestres Reiki de respeito, a exemplo de Frank Arjava Petter e Chetna Kobayashi, entre outros, muitos aspectos têm sido clarificados.
Um dos aspectos mais importantes neste campo, é que os símbolos originais eram quatro. Três são ensinados aos praticantes do Segundo Grau (Okuden) e um reservado ao Grau de Mestre Reiki (Shinpiden), o último Grau do Reiki, tal como se faz ainda hoje na escola de Reiki de Mikao Usui, a Usui Reiki Ryoho Gakkai.
Apesar disto, algumas escolas bastante famosas como Raku Kai Reiki, Reiki Essencial, Blue Star Reiki, Reiki Usui Tibetano, Reiki Tibetano, e Mestres Reiki das escolas ocidentais tradicionais como a Reiki Usui Shiki Ryoho (Reiki Tradicional) ensinam também um quinto símbolo, o Raku (símbolo trazido do Tibet), no Grau de Mestre Reiki, por esse símbolo conter uma energia concretizadora das várias Iniciações do Primeiro Grau, Segundo Grau e Mestrado em Reiki.
Os Símbolos do Reiki
Os símbolos devem ser vistos, usados e vivenciados pela própria alma, pois sua linguagem é diretamente ligada à essência humana, que tem muitas simbologias.
Os símbolos sempre foram usados, desde o início da humanidade, como forma de comunicação entre os seres. Hoje, muitas simbologias ainda não foram decodificadas, mas o próprio Reiki, através de seus símbolos já descobertos, abrem canais para que o ser humano tenha acesso aos seus registros de inconsciente e possam tentar compreender a si mesmo e ao universo.
A união entre mantra (som) e yantra (desenho), os símbolos são direcionadores da Energia Reiki tão importante para despertar o que já sabemos.
Os símbolos são sagrados e desperta a sabedoria que existe em nós. Os símbolos podem ser desenhados no ar com a mão, ou imaginá-los. Sempre, que um símbolo for usado, seu mantra correspondente deve ser repetido três vezes.
Precisa-se lembrar que o que conta é a intenção.Reiki é vida, Reiki é Amor Universal.Reiki é uma dádiva de Deus.
Os Símbolos e os Mantras
Durante os últimos anos estão seguidamente surgindo novos símbolos e mantras que foram considerados por diferentes escolas como pertencentes ao Reiki.
É importante ressaltar o seguinte: O sistema tradicional japonês de Reiki era dividido em seis diferentes níveis, na ordem inversa do que foi trazido para o Ocidente. O sexto nível, chamado Shoden, era o nível inferior (o primeiro nível no Ocidente). Este, por sua vez, subdividia-se em Loku-to (sexto nível), Go-to (quinto nível), Yon-to (quarto nível) e San-to (terceiro nível). Neste nível de formação não havia sintonizações e ensinamentos sobre os símbolos do segundo nível conforme o sistema ocidental. O conteúdo abordado era o tratamento por contato, o desenvolvimento da percepção sutil e ensinamentos espirituais e técnicas específicas. Portanto, esses quatro níveis correspondem basicamente ao primeiro nível habitualmente usado no Ocidente.
O nível imediatamente superior (segundo nível) se chama Okuden e se subdividia em duas partes: Okuden-Zenki (primeira metade) e Okuden-Koki (segunda metade). Na primeira parte se ensinava os símbolos e na segunda a cura mental e o tratamento à distância. Esses níveis correspondem basicamente com o segundo nível habitualmente usado no Ocidente.
O nível seguinte se chama Shinpiden e só é dado a alguns poucos eleitos pelo professor de Reiki. Se o aluno havia recebido a sintonização no Shinpiden, podia obter autorização para tratar profissionalmente outras pessoas. Somente alguém que houvesse sido aprovado no Shinpiden, podia tornar-se assistente do professor. Esta função se chamava Shihan-Kaku. A palavra Shihan-Kaku tem o significado semelhante a “assistente do professor”.
Quando o professor considerava conveniente, autorizava seu aluno a fazer seus próprios encontros e ter suas próprias turmas. Essa função se chamava Shihan. A palavra Shihan significa “professor”. Esse termo supostamente inclui o sentimento de autoridade, exemplo, fortaleza moral e sabedoria.
Estes dois últimos níveis correspondem basicamente ao terceiro nível do sistema de classificação do Ocidente. Os símbolos do sistema japonês eram os mesmos que hoje conhecemos.
Dr. Usui não ensinou outros níveis nem outros símbolos.
O estudo sobre os símbolos e seus mantras é muito importante para todo Reikiano. Quanto mais se entender seu significado e se conhecer suas raízes, com maior facilidade e exatidão funcionará a intuição e tanto melhor poderá ajustar-se o trabalho com Reiki às circunstâncias particulares, e desenvolver-se com mais força a criatividade necessária para a solução de problemas que possam aparecer. Além disso, uma compreensão mais profunda dos símbolos e mantras ajuda a aproveitar o sistema Usui de Reiki como caminho espiritual. Os símbolos e seus mantras são, por assim dizer, as chaves das portas do palácio.
O manejo consciente e apropriado dos símbolos e mantras permite uma estreita relação com eles. Suas qualidades podem ser sentidas e experimentadas cada vez mais. Juntamente com o conhecimento técnico sobre suas funções e seu lugar no sistema de Reiki este trabalho consciente é uma chave importante para alcançar o significado espiritual essencial dessas ferramentas. Ao usá-los, não só cumprirão sua função, mas também trarão a quem utilizar o Reiki seus guias espirituais, de maneira que se incremente a vibração do seu ser e melhore sua intuição. É importante utilizá-los com clareza e não de maneira supersticiosa. Só assim produzirão um efeito pleno e durável e se poderá trabalhar com eles de maneira correta e com criatividade.
Em princípio vale o seguinte: os símbolos são traçados mentalmente ou com a mão dominante. Depois, se repete seu mantra três vezes, verbal ou mentalmente.
O Segundo Grau de Reiki está disponível a quem recebeu o Primeiro Grau de um Mestre habilitado e sente-se pronto a dar mais um passo na jornada de Reiki.
Para isso, o aluno irá receber uma nova Iniciação (sintonização energética) que elevará seu padrão vibratório e o possibilitará a utilizar os símbolos que lhe serão ensinados. Neste nível, 3 yantras são colocados nas suas mãos. Novamente o aluno passará por um processo de purificação e adaptação ao novo padrão vibratório, que poderá durar aproximadamente 21 dias.
A energia, agora, toma novas dimensões, a capacidade de cura (harmonia e equilíbrio em níveis físico, emocional, mental e espiritual) amplifica-se intensamente. Com a utilização dos Símbolos Cósmicos a energia atua na quarta dimensão, no continnunn de tempo/espaço (tempo e espaço são inexistentes), podendo ser enviada para qualquer lugar no Universo ou a qualquer época de nossas vidas (passada ou futura).
Com a utilização contínua da energia e dos Símbolos Cósmicos nossa percepção é expandida e resgatamos a harmonia e equilíbrio de nossos corpos físico, emocional, mental e espiritual. Nossos potenciais se amplificam e novos se manifestam. Passamos a ter uma maior conexão com o Deus de nossa devoção, assim como com os elementos da natureza. Nossa sensibilidade também se amplifica.
Conforme nossa abertura e dedicação nas práticas, passamos a ter uma maior compreensão do que ocorre à nossa volta, percebemos mais intensamente quaisquer mudanças, desde a energia do ambiente até mesmo emoções e pensamentos conflitantes que se aproximam. Desta forma estaremos atentos e preparados para transmutá-los.
É uma ferramenta de valor inestimável para a busca e jornada espiritual, possibilitando-nos alcançar novos patamares de consciência.
A energia passará a ser direcionada para além do plano físico, transformando, não apenas os sintomas, mas trabalhando a origem dos desequilíbrios e bloqueios, para que a cura se manifeste.
Neste nível se ampliam as possibilidades de percebermos a presença dos Seres de Luz (Guias, Protetores, Anjos, Hierarquias, Mestres, etc...) que nos auxiliam durante as sessões de cura.
Não são raras as situações em que o receptor percebe mais mãos além das do terapeuta, participando do tratamento. Pode-se, também, perceber determinados aromas (que representam a manifestação dessas energias) ou, se possuirmos essa capacidade, poderemos “ver” nossos iluminados ajudantes.
Devemos sempre lembrar que toda criação é resultado de 1% de inspiração e 99% de transpiração. Toda Iniciação é o início de uma jornada. Cria-se uma abertura, um portal. Para que possamos alcançar todos os benefícios disponíveis na prática do Reiki, em qualquer nível, será necessário praticá-lo. Preferencialmente, exercitando o “Círculo da Prática” (aplicar/auto-aplicar/receber).
Quanto maior o poder, maior a responsabilidade. O reikiano passa a fazer parte do grupo de agentes que contribuem para a elevação do padrão vibratório do Planeta, assim como, do Universo.
Conforme a história “oficial” da Redescoberta do Reiki, Mikao Usui encontrou, em sua busca, antigos sutras budistas que continham símbolos sagrados que haviam sido escritos por um discípulo de Buda. Ao meditar sobre eles no Monte Kurama por 21 dias, descobriu a chave que permitia despertar essa maravilhosa técnica de cura.
Os símbolos são representações de um aspecto da energia, são poderosas ferramentas sagradas, compostos de yantras (desenhos energéticos) e mantras (sons energéticos). Após nossa sintonia com eles, passam a ser uma chave para conectar determinados padrões de energia. Não é necessário estarmos em estado meditativo para que eles funcionem. Porém o ideal é que estejamos concentrados, receptivos e abertos para o Amor.
Para que possamos utilizar os Símbolos de Reiki, é necessário que sejamos sintonizados com eles. Essa sintonização nos permite acessar uma determinada freqüência energética que permite sua ativação.
Para ativarmos os símbolos, devemos traçar o yantra e entoar o mantra uma vez.
Os símbolos poderão ser traçados no ar, com a mão em concha (mãos de Reiki), ou simplesmente visualizados, mentalizando seu mantra. De qualquer forma será devidamente ativado.
Os símbolos, assim como a caligrafia não possui uma única forma de serem traçados. O importante é que o façamos da forma mais próxima ao que nos foi ensinado.
domingo, 29 de março de 2009
O Reiki à Distância - Métodos
O reikiano apto ao Segundo Grau tem à sua disposição uma arma com um poder imenso que o leva a trabalhar com a Energia Vital, sem ter a necessidade que o paciente esteja na sua presença. O conjunto da técnica de Reiki à distância e o correto uso dos símbolos Reiki, assim como a correta verbalização dos sons mantrânicos referentes a cada yantra, pode ser proveitoso para quem eventualmente não tenha condições de estar perto do reikiano para a imposição de mãos.
A utilização do yantra Hon Sha Ze Sho Nen, pelas suas qualidades de quebra de tempo-espaço, permite ao terapeuta transmitir a Energia Vital a qualquer ponto do planeta. Para uma ou várias pessoas ao mesmo tempo, inclusive ao próprio planeta, como soe acontecer com reikianos do planeta inteiro, que se reúnem em grupos ou separadamente em determinada data e hora, para enviar a Energia Vital para o planeta Terra. A princípio pode parecer estranho, mas o planeta também compõe o grande emaranhado uníssono em que todos estamos unidos e ligados.
O ensinamento mais importante do Reiki Segundo Grau é o tratamento à distância. Se uma pessoa está passando por momentos difíceis, acometida de males físicos, emocionais, mentais ou espirituais, não importa se ela esteja ao seu lado, no quarto ao lado, na mesma rua, no mesmo bairro, na mesma cidade, em outra cidade ou em qualquer ponto do planeta, a forma correta de ajudá-la, sempre respeitando o livre-arbítrio, é usar o tratamento à distância utilizando a capacidade que os símbolos do Reiki proporcionam.
Existem muitas formas de tratamento à distância quantos terapeutas, e isso não é invenção do Reiki. O que torna ímpar o tratamento à distância com o Reiki são os símbolos, mantras e algumas técnicas específicas para realizar esse tipo de trabalho. Muitos terapeutas que utilizam outras técnicas para aplicar tratamentos à distância, sempre considera o “seu” modo de tratar a questão como sendo de melhor aproveitamento. Em geral, cada um se vale de técnicas diferentes e certamente todas são úteis.
O tratamento à distância é, basicamente, um processo de visualização em estado de meditação. Visualização também quer dizer imaginação. A visualização cria na mente do terapeuta, uma representação da pessoa ou pessoas que necessitam desse tipo de tratamento. Trocando em miúdos, imagina-se essa pessoa. Se for para o planeta, imagina-se-o.
Testemunhos usados em radiestesia, a exemplo de fotos, fios de cabelo, pedaçinhos de unhas, uma gota de sangue ou simplesmente o nome da pessoa (sempre escrito com grafite), são elementos com energia particular daquela pessoa para se obter uma ponte interdimensional entre o terapeuta reikiano e o paciente. Essa ponte interdimensional sempre é aberta com o símbolo Hon Sha Ze Sho Nen.
Entretanto, em face da dificuldade do terapeuta ter em mãos bons testemunhos, que de uma forma geral, normalmente se consistem apenas dos nomes das pessoas, deve-se lançar mão de outras técnicas.
Visualização, no sentido amplo da palavra, para uma terapia holística como o Reiki, quer dizer o uso de qualquer um dos cinco sentidos, considerando apenas o paladar como um sentido usado de forma muito rara, mas não impossível.
A visão exterior para uma foto, por exemplo, ou qualquer objeto que lembre o paciente, se o terapeuta o conhece. A visão interna, onde o terapeuta visualiza o paciente conhecido dentro de seu cérebro, interna ou externa a ele. Se o paciente é desconhecido ao terapeuta, e este só tem o nome escrito em folha de papel, o processo seria a visualização/imaginação de um ser humano, que o terapeuta poderia emprestar ou não um rosto ao mesmo. Nesse caso, emprestar um rosto poderia ser qualquer um, inclusive o do próprio terapeuta, mas que cujas emanações e intenções estariam sendo desviadas através dele, terapeuta, ao paciente através da energia Reiki.
Se não há um rosto para ser visualizado, mas, o terapeuta teve oportunidade de conversar com o paciente pessoalmente ou por telefone, a audição interna pode ser utilizada, já que o registro do tom, do timbre, entre outras nuances da voz do paciente ficam resguardadas no cérebro do terapeuta. A lembrança desse registro dá ao terapeuta a oportunidade da visualização da pessoa em um corpo sem rosto, mas com som. As mentes das pessoas são falíveis, e de um terapeuta não poderia ser diferente. Mesmo tendo conversado pessoalmente com o paciente, pode não lembrar do rosto com facilidade. Destarte, a audição interna seria imensamente útil.
O olfato seria de grande ajuda, mas apenas como suporte à visualização de uma pessoa conhecida que tivesse algum odor corpóreo característico. Emprestando à visualização, um corpo, um som e um odor, o terapeuta teria diante de si uma imagem de considerável valor para enviar o Reiki à distância.
O tato poderia ser utilizado em casos raros e ambivalentes, pois se o paciente a ser tratado fosse tocado pelo terapeuta, certas características desse toque deixariam uma lembrança para ser usada. Entretanto, quem toca alguém também o vê, e essas lembranças poderiam ser agregados ao conjunto da visualização. Todavia, não se pode esquecer que podemos ter terapeutas reikianos cegos. Destarte, o tato, no caso de terapeutas com essa deficiência, se em contato com a pessoa, formam uma imagem muita mais perfeita, já que a sensibilidade de pessoas cegas é muito grande. Nesse caso há de se considerar o uso de todos os outros recursos dos sentidos à parte da visão.
O paladar é um recurso que se agregado à visualização pode ser útil, desde que o terapeuta tenha a lembrança de algum gosto que tenha experimentado na presença do paciente.
Algo que pode ser útil é a utilização de ícones. Todas pessoas têm uma forma pessoal de enxergar objetos e estes se tornam ícones. O terapeuta pode se valer de um ou mais desses ícones, emprestar o nome da pessoa que vai receber o tratamento, a esse ícone.
A imaginação é o limite. Como o cérebro é superior a qualquer coisa que o homem tenha inventado, visualizar é imaginar e compelir a matéria a manifestar-se de acordo com aquilo que se quer; é direcionar as particular sub-atômicas de modo a formar um molde para que o externo e denso o preencha.
Comportamento e ética no Reiki à distância
A técnica de tratamento à distância começa com uma representação/visualização da pessoa a ser tratada. Não é preciso dispor de muito tempo, mas convém se instalar em um lugar silencioso onde o terapeuta não será perturbado. Além do espaço físico, esse local tranqüilo pode significar um ligeiro estado de concentração. No começo, o terapeuta deve se recolher a um local calmo e de sua preferência. Ulteriormente pode fazê-lo em qualquer lugar, desde que tenha chegado a um auto-condicionamento para entrar, como já foi dito, em um ligeiro estado de concentração.
Considerando um espaço físico particular do terapeuta, a porta deve ser fechada, o telefone deve ser desligado e a luz diminuída. O costume de acender uma vela é bom. Ao acendê-la, é agradável e se consegue um brilho suave; consegue-se chegar ao estado de concentração com mais facilidade. Deve-se procurar a posição do corpo mais adequada ao trabalho, de acordo com a preferência do terapeuta. Feito isso, começa-se com a representação/visualização da pessoa a ser tratada e inicia-se o tratamento.
A questão fundamental a ser entendida para aqueles que se dedicam à terapêutica reikiana como profissão ou a utiliza na caridade é que não se envia Reiki à distância sem permissão expressa do paciente. Qualquer procedimento contrário a essa prerrogativa estará interferindo e ferindo o livre-arbítrio de outrem.
As pessoas doentes quer física, emocional, mental ou espiritual, têm direito a apegar-se aos seus males. Muitas vezes, a manifestação de doenças, são oriundas de padrões mentais, como uma espécie de catarse pessoal. O doente quer passar por aquilo, ainda que lhe prejudique. Nesse aspecto, há de se considerar o lado traumático, religioso ou convicções pessoais.
Uma pessoa que não tem o tratamento carinhoso de pais, parentes, cônjuges, parceiros e amigos, pode inferir por ocasião de uma doença casual, que o tratamento que ela julga impessoal, aproxima as pessoas pelo menos no primeiro instante e isso lhe dá prazer. Como esse tipo de comportamento é volátil para as pessoas em relação a uma doença/doente, quem sofre do mal tende a se apegar àquele momento. E isso pode se repetir indefinidamente nessa relação um tanto quanto mórbida de doença/prazer.
Outras pessoas utilizam doenças para controlar todos à sua volta. Ela quer atenção e também que sintam pena do seu sofrimento. Não é à toa que muitos doentes são renitentes a médicos e medicamentos, quando não burlam o tratamento, tomando os remédios em horas e dosagens erradas apenas para prolongar ou simplesmente a doença não ser debelada, aumentando o tempo em que é alvo de atenções, obtendo o controle. Esse processo, na maioria das vezes é inconsciente, mas também muito consciente para alguns.
A doença também é uma maneira de “castigar” alguém próximo que tenha ferido o doente nos aspectos físico ou subjetivo. Daí, o interesse de prolongar a doença para que alguém “sofra” em conjunto.
Esses fatores, dentre tantos que somente a psicanálise, a psiquiatria, para citar algumas técnicas de tentar entender o ser humano, que poderiam dar uma visão muitas vezes borrada de tais comportamentos, dão parâmetros ao reikiano para se reservar e não interferir.
Muitos autores pregam a visualização no “plano astral” para sem permissão do doente, enviar o Reiki à distância. Nenhuma indicação do “plano astral” pode ser mais importante que o “plano de vida” consciente ou inconsciente que cada ser humano carrega. Não se adentram aos campos espiritual, mental, emocional ou físico de um ser humano sem conseqüências kármicas ulteriores para ambos.
Mesmo um doente que esteja em coma, por exemplo, não exercendo naquele momento a tarefa de pensar, dá o direito a um reikiano de doar a Energia Vital quer pessoalmente ou à distância. O corpo do doente pode não responder, mas enquanto há vida, seu espírito estará presente e este também tem as suas escolhas pretéritas.
Dessume-se a característica do envio do Reiki à distância: não ferir o livre-arbítrio de outra pessoa, mesmo que seja alguém da própria família ou assemelhados.
À parte desse processo que deve ser levado à risca, existe uma maneira de enviar Reiki a uma pessoa, quando se quer ajudá-la de forma incondicional. Se a pessoa em questão está em casa ou em um hospital e o reikiano sabe qual o local, o formato da moradia ou hospital, o endereço desse local, pode-se enviar o Reiki ao local e não à pessoa. O processo de visualização é o mesmo, porém, todas as pessoas que estão naquela casa ou hospital, por exemplo, receberão igual parcela de Energia Vital.
Sobre esse aspecto, há que se considerar a segurança nas informações a respeito daquela pessoa a quem se quer enviar o Reiki. Jamais se deve enviar a Energia Vital para alguém que esteja em cirurgia, pois os mecanismos internos da Energia podem prejudicar o processo cirúrgico, havendo um apressamento do processo de coagulação do sangue, muitas vezes indesejável ao cirurgião. Diminuição do batimento cardíaco, queda ou aumento de pressão, compasso de inspiração/expiração entre outros fatores, podem resultar em uma cirurgia anexada de problemas.
Reiki à Distância - Metodologia
Qualquer pessoa que ministre o Reiki a distância tem seus próprios métodos e cada uma das visualizações é diferente e todas são corretas. A concentração necessária para a meditação e a visualização demora a ocorrer, mas se desenvolve regularmente com a prática. É como exercitar o corpo, quanto mais se o faz, mais forte ele se torna. Com o tempo, o terapeuta reikiano verá que pode realizar o Reiki à distância em qualquer lugar, mesmo cercado de pessoas e ruído. A interiorização pertinente ao processo acaba por se tornar um hábito comum e despido de maiores rituais.
Esse processo simples, que envolve concentrar e visualizar uma pessoa, transmitindo-lhe a Energia Reiki, com o devido processo de uso dos yantras e mantras e imaginando-a em seu bem-estar, tem efeitos profundos. As sessões de Reiki à distância realizadas seguindo regras bem definidas, principalmente em relação ao uso dos yantras e mantras, podem e são tão efetivas quanto uma sessão com imposição de mãos com o paciente presente. A diferença crucial está no tempo de aplicação: enquanto uma sessão com o paciente presente consome hora ou mais, no Reiki à distância esse tempo pode ser diminuído de forma bastante visível. Alguns autores defendem a tese que esse tempo poderia consumir apenas alguns segundos. O terapeuta reikiano consciente sabe que tal afirmação é uma falácia, mormente que o Reiki praticado de forma intuitiva não faz soma nem subtração de tempo: a sessão consome o tempo que a intuição do terapeuta inferir. Evidentemente, para aqueles que ainda não chegaram ao patamar do Reiki intuitivo, cada posição de mão, seja qual for o método de visualização empregado não pode ser menor que 1 (hum) minuto e a posição especial para Reiki Segundo Grau, pode empregar no mínimo 15 (quinze) minutos.
O Reiki à distância ministrado nesse nível mental afeta mais os corpos: mental, emocional e espiritual do receptor, do que no corpo físico. A energia desses níveis é filtrada em direção ao corpo físico, mas não se concentra ali. Pode levar algum tempo para que a dor no corpo físico diminua ou desapareça quando o Reiki é ministrado dessa forma. Durante esse período, embora e energia curativa do Reiki chegue à fonte da doença, o trabalho de imposição de mãos, se possível, pode ser necessário.
Quem recebe o Reiki à distância, provavelmente sentirá a ocorrência. Se o receptor for razoavelmente sensível à energia e psiquicamente consciente, poderá até saber o trabalho que o terapeuta realizou e de qual modo. O receptor pode também não ter consciência total do trabalho, mas pode vir a pensar no terapeuta enquanto a Energia se processa no seu todo. Pode ainda o receptor, de repente, sentir paz, visualizar uma cor, um processo passado, uma solução para um problema, entre tantos sintomas, ou então, simplesmente sentir-se melhor.
Os símbolos (yantras) do Reiki aumentam a efetividade do processo e tornam o processo de retorno à normalidade física, mental, emocional e espiritual, de maneira muito mais eficaz. À parte do yantra Hon Sha Ze Sho Nen que proporciona a quebra tempo/espaço, outros yantras do Reiki podem ser aplicados durante uma sessão de Reiki à distância, conforme a necessidade do receptor ou da intuição do doador.
Tratamento Reiki à distância e sem mensagem subliminar
Nesse tipo de tratamento, o terapeuta vai se utilizar exclusivamente dos yantras Hon Sha Ze Sho Nen e Cho Ku Rei e seus respectivos mantras.
Em tratamento normal com o Primeiro Grau de Reiki, as posições de mãos, pelo menos as básicas, devem estar em contato com o paciente por 5 minutos, isso, se a intuição do terapeuta ainda não estiver adequada e atuante.
O reikiano Segundo Grau pode diminuir esse tempo para um minuto para cada posição de mãos, salvo se for guiado pela sua intuição, aumentando o tempo de contato, e, também, na posição especial para apor o yantra no Chakra Coronal do paciente.
Conforme o gosto pessoal do terapeuta ele poderá utilizar diversas formas de visualizações e procedimentos plausíveis à sua própria convicção, para que dentro do contexto vibracional em que tudo, e os seres humanos não estão fora disso, estão imersos.
Para fundamentação didática, um dos métodos será mostrado por inteiro, sendo que outros que serão identificados se dará a mesma conotação de trabalho.
Supondo que consideradas todas as premissas éticas, o terapeuta tenha em mãos a foto com o nome completo da pessoa que irá receber o Reiki à distância.
Não é uma imposição, mas seria interessante contatar com essa pessoa para combinar um horário ideal para ela e seja interessante ao terapeuta também.
Como algumas pessoas são extremamente suscetíveis a energias espirituais, o ideal é que no horário combinado ela esteja deitada ou em posição de meditação, com uma música suave ao fundo e um incenso queimando, pois essa suscetibilidade, numa situação de vigília intensa, poderia lhe causar sensações estranhas ou até mesmo intensas.
Como foi dito, essa seria a situação ideal que, se não possível, pode a Energia ser enviada à distância da mesma forma, apenas com um senão: estar dirigindo um veículo.
Vazadas essas regras, o terapeuta deve se recolher a um local calmo e pedir para não ser interrompido. Acender uma vela (se for de praxe esta prática) e um incenso. Ao fundo, uma música suave, ou aquelas gravadas com as técnicas adequadas para a prática do Reiki.
Após os procedimentos iniciais, os mesmos que seriam realizados se a pessoa estivesse presente e em frente tendo a foto e o nome do receptor:
• O terapeuta desenha o yantra Hon Sha Ze Sho Nen no ar à sua frente e pronuncia o mantra Hon Sha Ze Sho Nen uma vez. Após desenha o yantra Cho Ku Rei no mesmo ponto à sua frente e pronuncia o mantra Cho Ku Rei uma vez.
• O terapeuta pega a foto com uma das mãos e apesar de ter a figura da pessoa identificada, inicia o processo de visualização do receptor usando uma ou mais técnicas já comentadas. Neste caso, a foto é apenas um atributo a mais no processo de visualização.
• Com a outra mão livre, o terapeuta desenha novamente os yantras Hon Sha Ze Sho Nen e Cho Ku Rei num desenho menor, na direção da foto e repete seus respectivos mantras três vezes cada um.
• Depois disso o terapeuta repete por três vezes o nome completo do receptor.
• O terapeuta deve imaginar a pessoa em tamanho diminuto entre as suas mãos.
• Começando efetivamente o tratamento, o terapeuta pode optar por deitar a pessoa à sua frente (modo mental/visualização) e apor as mãos (no ar) como se a pessoa estivesse fisicamente presente.
• Após o impulso promovido pela posição Chiryo, passa para as posições 1, 2 e 3 do Reiki Primeiro Grau.
• Posição Reiki Segundo Grau: mão na base do crânio e a outra livre para desenhar os yantras.
• Desenhar o yantra Cho Ku Rei, considerando a figura oval do topo da cabeça, fechando o símbolo no Chakra Coronal do paciente visualizado e pronunciar o mantra Cho Ku Rei, uma vez.
• Pressionar suavemente a mão livre contra o crânio do paciente, alinhando o Chakra da Palma da Mão com o Chakra Coronal do paciente.
• Pronunciar o mantra Cho Ku Rei, três vezes.
• Manter as mãos nessa posição do Segundo Grau do Reiki, por até 15 minutos ou até quando a intuição mandar, para mais ou para menos.
• Continuar com o tratamento básico do Primeiro Grau do Reiki, adicionadas as posições especiais de mãos e tempos intuídos (tempo, nunca inferior a um minuto).
• Desenhar o yantra Cho Ku Rei, da cabeça até o final do tronco do paciente e pronunciar o mantra Cho Ku Rei, três vezes.
• Enviar o paciente de volta esfregando as mãos e soprando-as por três vezes, para se libertar e liberar o paciente da ligação.
• Manifestar gratidão, finalizando o processo.
Tratamento de Reiki à distância com mensagem subliminar
Considerando todos os aspectos éticos já descritos no capitulo XX, o paciente, devidamente informado pelo seu terapeuta, pode também expressar o desejo de apor em seu inconsciente, mensagens que possam trazer a transformação necessária ao seu processo único e particular existencial.
Com os pedidos escritos, fornecidos por qualquer meio pelo paciente, o terapeuta deve, como no tratamento sistemático com o paciente presente e sem mensagem, seguir os seguintes passos:
Após os procedimentos iniciais, os mesmos que seriam realizados se a pessoa estivesse presente e em frente tendo a foto e o nome do receptor, ou apenas um dos dois:
• O terapeuta desenha o yantra Hon Sha Ze Sho Nen no ar à sua frente e pronuncia o mantra Hon Sha Ze Sho Nen uma vez. Após desenha o yantra Cho Ku Rei no mesmo ponto à sua frente e pronuncia o mantra Cho Ku Rei uma vez.
• O terapeuta pega a foto ou nome do paciente com uma das mãos e apesar de ter a figura da pessoa identificada, inicia o processo de visualização do receptor usando uma ou mais técnicas já comentadas. Neste caso, a foto é apenas um atributo a mais no processo de visualização.
• Com a outra mão livre, o terapeuta desenha novamente os yantras Hon Sha Ze Sho Nen e Cho Ku Rei num desenho menor, na direção da foto e repete seus respectivos mantras três vezes cada um.
• Depois disso o terapeuta repete por três vezes o nome completo do receptor.
• O terapeuta deve imaginar a pessoa em tamanho diminuto entre as suas mãos.
• Começando efetivamente o tratamento, o terapeuta pode optar por deitar a pessoa à sua frente (modo mental/visualização) e apor as mãos (no ar) como se a pessoa estivesse fisicamente presente.
• Após o impulso promovido pela posição Chiryo, passa para as posições 1, 2 e 3 do Reiki Primeiro Grau.
• Posição Reiki Segundo Grau: mão na base do crânio e a outra livre para desenhar os yantras.
• Desenhar o yantra Sei He Ki, considerando a figura oval do topo da cabeça, fechando o símbolo no Chakra Coronal do paciente visualizado e pronunciar o mantra Sei he Ki, uma vez.
• Desenhar o yantra Cho Ku Rei, considerando a figura oval do topo da cabeça, fechando o símbolo no Chakra Coronal do paciente visualizado e pronunciar o mantra Cho Ku Rei, uma vez.
• Pressionar suavemente a mão livre contra o crânio do paciente, alinhando o Chakra da Palma da Mão com o Chakra Coronal do paciente.
• Pronunciar o mantra Sei He Ki, três vezes.
• Pronunciar o mantra Cho Ku Rei, três vezes.
• Depois disso o terapeuta repete novamente por três vezes o nome completo do receptor.
• Repetir três vezes cada mensagem inferida pelo paciente/receptor.
• Manter as mãos nessa posição do Segundo Grau do Reiki, por até 15 minutos ou até quando a intuição mandar, para mais ou para menos.
• Continuar com o tratamento básico do Primeiro Grau do Reiki, adicionadas as posições especiais de mãos e tempos intuídos (tempo, nunca inferior a um minuto).
• Desenhar o yantra Cho Ku Rei, da cabeça até o final do tronco do paciente e pronunciar o mantra Cho Ku Rei, três vezes.
• Enviar o paciente de volta esfregando as mãos e soprando-as por três vezes, para se libertar e liberar o paciente da ligação.
• Manifestar gratidão, finalizando o processo.
Considere-se, também, a possibilidade do terapeuta enviar Reiki para si mesmo com mensagens subliminares, conforme o método descrito acima.
Meditação de Cura Mundial
Apesar de haver variações quanto a esse processo, principalmente no que tange ao dia e horário e mesmo a oração empregada, muitos reikianos no planeta, solitariamente ou em grupos, se reúnem para enviar Reiki para o planeta Terra. Os procedimentos a seguir é apenas um exemplo das diversas modalidades empregadas por aqueles que doam um pouco do seu tempo para prestar este serviço à humanidade:
Na última sexta-feira de cada mês, exatamente às 18:00h, de modo solitário ou e grupo, fazer o ritual de canalização da energia Rei e:
• Desenhar sobre uma representação do globo terrestre HS e repetir 1x HS
• Desenhar SHK e repetir 1x SHK
• Desenhar CR e repetir 1x CR
• Repetir 3x HS
• Repetir 3x SHK
• Repetir 3x CR
Ler em voz alta uma vez, a seguinte oração:
“No princípio.
No princípio Deus.
No princípio Deus criou o Céu e a Terra.
E Deus disse: que haja Luz, e houve Luz.
Agora é o Tempo do novo começo.
Eu sou um co-criador com Deus e é um novo Céu que se aproxima, à medida que a Boa Vontade de Deus é expressa na Terra através de mim.
É o Reino de Luz, de Amor, de Paz e Compreensão.
E eu estou fazendo minha parte para revelar a sua Realidade.
Começo comigo mesmo.
Sou uma Alma viva e o Espírito de Deus habita em mim, sendo eu mesmo.
Eu e o Pai somos Um e tudo aquilo que pertence ao Pai, pertence a mim.
Em verdade, sou o Cristo de Deus.
O que é verdadeiro em mim é verdadeiro em todos, porque Deus é tudo e tudo é Deus.
Eu vejo somente o Espírito de Deus em todas as Almas.
E para todo homem, mulher e criança na Terra, Eu digo: Eu amo você, pois você sou eu.
Você é o meu Sagrado Ser.
Eu agora abro meu coração, e deixo a pura essência do Amor Incondicional fluir.
Eu a vejo como uma Luz Dourada se irradiando do centro do meu ser, e sinto a sua Divina Vibração dentro e através de mim, acima e abaixo de mim.
Eu sou um com a Luz.
A Luz me preenche.
A Luz me ilumina.
Eu sou a Luz do Mundo.
Com o propósito da mente, eu irradio a Luz.
Deixo o resplendor anteceder-me para unir-se a outras Luzes.
Sei que isto está acontecendo em todo o mundo neste momento.
Vejo as Luzes se unindo.
Agora há somente uma Luz.
Nós somos a Luz do mundo.
A Luz una de Amor, de Paz e Compreensão está se movendo.
Ela flui através da face da Terra, tocando e iluminando cada alma na sombra da ilusão.
E onde havia escuridão, existe agora a Luz da Realidade.
E o Resplendor cresce, permeando, preenchendo cada forma de vida.
Há somente a vibração de uma Vida Perfeita agora.
Todos os reinos da Terra respondem.
E o Planeta está vivo com Luz e Amor.
Existe União Total, e nesta União nós pronunciamos a Palavra.
Que o sentido de separatividade seja dissolvido.
Que a humanidade retorne a Deus.
Que a Paz flua em cada mente.
Que o Amor flua em cada coração.
Que o perdão reine em cada alma.
Que a compreensão seja o elo de ligação comum a todos.
E agora da Luz do mundo, a Presença Única e Poder do Universo responde.
A atividade de Deus está curando e harmonizando o Planeta Terra.
A Onipotência se manifesta.
Estou vendo a salvação do Planeta diante dos meus próprios olhos, à medida que todas as falsas crenças e padrões errôneos se dissolvem.
O sentido de separação não mais existe; a cura ocupou seu lugar, e a sanidade do mundo foi restaurada.
Isto é o começo da Paz na Terra e da Boa Vontade para com todos, à medida que o Amor flui de todos os corações, o perdão reina em todas as Almas, e todos os corações estão unidos em perfeita compreensão.
Está feito. E é assim”.
Terminada a oração, desenhar o CR, em cima da representação do globo terrestre e repetir 3x CR
Energização de ambientes e materiais diversos
Posicionar-se no centro do aposento ou do objeto a ser energizado. Fazer a invocação / conexão com a energia Rei e:
• Desenhar HS e repetir 1x HS
• Desenhar CR em todas as posições desejadas e repetir 1x CR para cada CR desenhado
A utilização do yantra Hon Sha Ze Sho Nen, pelas suas qualidades de quebra de tempo-espaço, permite ao terapeuta transmitir a Energia Vital a qualquer ponto do planeta. Para uma ou várias pessoas ao mesmo tempo, inclusive ao próprio planeta, como soe acontecer com reikianos do planeta inteiro, que se reúnem em grupos ou separadamente em determinada data e hora, para enviar a Energia Vital para o planeta Terra. A princípio pode parecer estranho, mas o planeta também compõe o grande emaranhado uníssono em que todos estamos unidos e ligados.
O ensinamento mais importante do Reiki Segundo Grau é o tratamento à distância. Se uma pessoa está passando por momentos difíceis, acometida de males físicos, emocionais, mentais ou espirituais, não importa se ela esteja ao seu lado, no quarto ao lado, na mesma rua, no mesmo bairro, na mesma cidade, em outra cidade ou em qualquer ponto do planeta, a forma correta de ajudá-la, sempre respeitando o livre-arbítrio, é usar o tratamento à distância utilizando a capacidade que os símbolos do Reiki proporcionam.
Existem muitas formas de tratamento à distância quantos terapeutas, e isso não é invenção do Reiki. O que torna ímpar o tratamento à distância com o Reiki são os símbolos, mantras e algumas técnicas específicas para realizar esse tipo de trabalho. Muitos terapeutas que utilizam outras técnicas para aplicar tratamentos à distância, sempre considera o “seu” modo de tratar a questão como sendo de melhor aproveitamento. Em geral, cada um se vale de técnicas diferentes e certamente todas são úteis.
O tratamento à distância é, basicamente, um processo de visualização em estado de meditação. Visualização também quer dizer imaginação. A visualização cria na mente do terapeuta, uma representação da pessoa ou pessoas que necessitam desse tipo de tratamento. Trocando em miúdos, imagina-se essa pessoa. Se for para o planeta, imagina-se-o.
Testemunhos usados em radiestesia, a exemplo de fotos, fios de cabelo, pedaçinhos de unhas, uma gota de sangue ou simplesmente o nome da pessoa (sempre escrito com grafite), são elementos com energia particular daquela pessoa para se obter uma ponte interdimensional entre o terapeuta reikiano e o paciente. Essa ponte interdimensional sempre é aberta com o símbolo Hon Sha Ze Sho Nen.
Entretanto, em face da dificuldade do terapeuta ter em mãos bons testemunhos, que de uma forma geral, normalmente se consistem apenas dos nomes das pessoas, deve-se lançar mão de outras técnicas.
Visualização, no sentido amplo da palavra, para uma terapia holística como o Reiki, quer dizer o uso de qualquer um dos cinco sentidos, considerando apenas o paladar como um sentido usado de forma muito rara, mas não impossível.
A visão exterior para uma foto, por exemplo, ou qualquer objeto que lembre o paciente, se o terapeuta o conhece. A visão interna, onde o terapeuta visualiza o paciente conhecido dentro de seu cérebro, interna ou externa a ele. Se o paciente é desconhecido ao terapeuta, e este só tem o nome escrito em folha de papel, o processo seria a visualização/imaginação de um ser humano, que o terapeuta poderia emprestar ou não um rosto ao mesmo. Nesse caso, emprestar um rosto poderia ser qualquer um, inclusive o do próprio terapeuta, mas que cujas emanações e intenções estariam sendo desviadas através dele, terapeuta, ao paciente através da energia Reiki.
Se não há um rosto para ser visualizado, mas, o terapeuta teve oportunidade de conversar com o paciente pessoalmente ou por telefone, a audição interna pode ser utilizada, já que o registro do tom, do timbre, entre outras nuances da voz do paciente ficam resguardadas no cérebro do terapeuta. A lembrança desse registro dá ao terapeuta a oportunidade da visualização da pessoa em um corpo sem rosto, mas com som. As mentes das pessoas são falíveis, e de um terapeuta não poderia ser diferente. Mesmo tendo conversado pessoalmente com o paciente, pode não lembrar do rosto com facilidade. Destarte, a audição interna seria imensamente útil.
O olfato seria de grande ajuda, mas apenas como suporte à visualização de uma pessoa conhecida que tivesse algum odor corpóreo característico. Emprestando à visualização, um corpo, um som e um odor, o terapeuta teria diante de si uma imagem de considerável valor para enviar o Reiki à distância.
O tato poderia ser utilizado em casos raros e ambivalentes, pois se o paciente a ser tratado fosse tocado pelo terapeuta, certas características desse toque deixariam uma lembrança para ser usada. Entretanto, quem toca alguém também o vê, e essas lembranças poderiam ser agregados ao conjunto da visualização. Todavia, não se pode esquecer que podemos ter terapeutas reikianos cegos. Destarte, o tato, no caso de terapeutas com essa deficiência, se em contato com a pessoa, formam uma imagem muita mais perfeita, já que a sensibilidade de pessoas cegas é muito grande. Nesse caso há de se considerar o uso de todos os outros recursos dos sentidos à parte da visão.
O paladar é um recurso que se agregado à visualização pode ser útil, desde que o terapeuta tenha a lembrança de algum gosto que tenha experimentado na presença do paciente.
Algo que pode ser útil é a utilização de ícones. Todas pessoas têm uma forma pessoal de enxergar objetos e estes se tornam ícones. O terapeuta pode se valer de um ou mais desses ícones, emprestar o nome da pessoa que vai receber o tratamento, a esse ícone.
A imaginação é o limite. Como o cérebro é superior a qualquer coisa que o homem tenha inventado, visualizar é imaginar e compelir a matéria a manifestar-se de acordo com aquilo que se quer; é direcionar as particular sub-atômicas de modo a formar um molde para que o externo e denso o preencha.
Comportamento e ética no Reiki à distância
A técnica de tratamento à distância começa com uma representação/visualização da pessoa a ser tratada. Não é preciso dispor de muito tempo, mas convém se instalar em um lugar silencioso onde o terapeuta não será perturbado. Além do espaço físico, esse local tranqüilo pode significar um ligeiro estado de concentração. No começo, o terapeuta deve se recolher a um local calmo e de sua preferência. Ulteriormente pode fazê-lo em qualquer lugar, desde que tenha chegado a um auto-condicionamento para entrar, como já foi dito, em um ligeiro estado de concentração.
Considerando um espaço físico particular do terapeuta, a porta deve ser fechada, o telefone deve ser desligado e a luz diminuída. O costume de acender uma vela é bom. Ao acendê-la, é agradável e se consegue um brilho suave; consegue-se chegar ao estado de concentração com mais facilidade. Deve-se procurar a posição do corpo mais adequada ao trabalho, de acordo com a preferência do terapeuta. Feito isso, começa-se com a representação/visualização da pessoa a ser tratada e inicia-se o tratamento.
A questão fundamental a ser entendida para aqueles que se dedicam à terapêutica reikiana como profissão ou a utiliza na caridade é que não se envia Reiki à distância sem permissão expressa do paciente. Qualquer procedimento contrário a essa prerrogativa estará interferindo e ferindo o livre-arbítrio de outrem.
As pessoas doentes quer física, emocional, mental ou espiritual, têm direito a apegar-se aos seus males. Muitas vezes, a manifestação de doenças, são oriundas de padrões mentais, como uma espécie de catarse pessoal. O doente quer passar por aquilo, ainda que lhe prejudique. Nesse aspecto, há de se considerar o lado traumático, religioso ou convicções pessoais.
Uma pessoa que não tem o tratamento carinhoso de pais, parentes, cônjuges, parceiros e amigos, pode inferir por ocasião de uma doença casual, que o tratamento que ela julga impessoal, aproxima as pessoas pelo menos no primeiro instante e isso lhe dá prazer. Como esse tipo de comportamento é volátil para as pessoas em relação a uma doença/doente, quem sofre do mal tende a se apegar àquele momento. E isso pode se repetir indefinidamente nessa relação um tanto quanto mórbida de doença/prazer.
Outras pessoas utilizam doenças para controlar todos à sua volta. Ela quer atenção e também que sintam pena do seu sofrimento. Não é à toa que muitos doentes são renitentes a médicos e medicamentos, quando não burlam o tratamento, tomando os remédios em horas e dosagens erradas apenas para prolongar ou simplesmente a doença não ser debelada, aumentando o tempo em que é alvo de atenções, obtendo o controle. Esse processo, na maioria das vezes é inconsciente, mas também muito consciente para alguns.
A doença também é uma maneira de “castigar” alguém próximo que tenha ferido o doente nos aspectos físico ou subjetivo. Daí, o interesse de prolongar a doença para que alguém “sofra” em conjunto.
Esses fatores, dentre tantos que somente a psicanálise, a psiquiatria, para citar algumas técnicas de tentar entender o ser humano, que poderiam dar uma visão muitas vezes borrada de tais comportamentos, dão parâmetros ao reikiano para se reservar e não interferir.
Muitos autores pregam a visualização no “plano astral” para sem permissão do doente, enviar o Reiki à distância. Nenhuma indicação do “plano astral” pode ser mais importante que o “plano de vida” consciente ou inconsciente que cada ser humano carrega. Não se adentram aos campos espiritual, mental, emocional ou físico de um ser humano sem conseqüências kármicas ulteriores para ambos.
Mesmo um doente que esteja em coma, por exemplo, não exercendo naquele momento a tarefa de pensar, dá o direito a um reikiano de doar a Energia Vital quer pessoalmente ou à distância. O corpo do doente pode não responder, mas enquanto há vida, seu espírito estará presente e este também tem as suas escolhas pretéritas.
Dessume-se a característica do envio do Reiki à distância: não ferir o livre-arbítrio de outra pessoa, mesmo que seja alguém da própria família ou assemelhados.
À parte desse processo que deve ser levado à risca, existe uma maneira de enviar Reiki a uma pessoa, quando se quer ajudá-la de forma incondicional. Se a pessoa em questão está em casa ou em um hospital e o reikiano sabe qual o local, o formato da moradia ou hospital, o endereço desse local, pode-se enviar o Reiki ao local e não à pessoa. O processo de visualização é o mesmo, porém, todas as pessoas que estão naquela casa ou hospital, por exemplo, receberão igual parcela de Energia Vital.
Sobre esse aspecto, há que se considerar a segurança nas informações a respeito daquela pessoa a quem se quer enviar o Reiki. Jamais se deve enviar a Energia Vital para alguém que esteja em cirurgia, pois os mecanismos internos da Energia podem prejudicar o processo cirúrgico, havendo um apressamento do processo de coagulação do sangue, muitas vezes indesejável ao cirurgião. Diminuição do batimento cardíaco, queda ou aumento de pressão, compasso de inspiração/expiração entre outros fatores, podem resultar em uma cirurgia anexada de problemas.
Reiki à Distância - Metodologia
Qualquer pessoa que ministre o Reiki a distância tem seus próprios métodos e cada uma das visualizações é diferente e todas são corretas. A concentração necessária para a meditação e a visualização demora a ocorrer, mas se desenvolve regularmente com a prática. É como exercitar o corpo, quanto mais se o faz, mais forte ele se torna. Com o tempo, o terapeuta reikiano verá que pode realizar o Reiki à distância em qualquer lugar, mesmo cercado de pessoas e ruído. A interiorização pertinente ao processo acaba por se tornar um hábito comum e despido de maiores rituais.
Esse processo simples, que envolve concentrar e visualizar uma pessoa, transmitindo-lhe a Energia Reiki, com o devido processo de uso dos yantras e mantras e imaginando-a em seu bem-estar, tem efeitos profundos. As sessões de Reiki à distância realizadas seguindo regras bem definidas, principalmente em relação ao uso dos yantras e mantras, podem e são tão efetivas quanto uma sessão com imposição de mãos com o paciente presente. A diferença crucial está no tempo de aplicação: enquanto uma sessão com o paciente presente consome hora ou mais, no Reiki à distância esse tempo pode ser diminuído de forma bastante visível. Alguns autores defendem a tese que esse tempo poderia consumir apenas alguns segundos. O terapeuta reikiano consciente sabe que tal afirmação é uma falácia, mormente que o Reiki praticado de forma intuitiva não faz soma nem subtração de tempo: a sessão consome o tempo que a intuição do terapeuta inferir. Evidentemente, para aqueles que ainda não chegaram ao patamar do Reiki intuitivo, cada posição de mão, seja qual for o método de visualização empregado não pode ser menor que 1 (hum) minuto e a posição especial para Reiki Segundo Grau, pode empregar no mínimo 15 (quinze) minutos.
O Reiki à distância ministrado nesse nível mental afeta mais os corpos: mental, emocional e espiritual do receptor, do que no corpo físico. A energia desses níveis é filtrada em direção ao corpo físico, mas não se concentra ali. Pode levar algum tempo para que a dor no corpo físico diminua ou desapareça quando o Reiki é ministrado dessa forma. Durante esse período, embora e energia curativa do Reiki chegue à fonte da doença, o trabalho de imposição de mãos, se possível, pode ser necessário.
Quem recebe o Reiki à distância, provavelmente sentirá a ocorrência. Se o receptor for razoavelmente sensível à energia e psiquicamente consciente, poderá até saber o trabalho que o terapeuta realizou e de qual modo. O receptor pode também não ter consciência total do trabalho, mas pode vir a pensar no terapeuta enquanto a Energia se processa no seu todo. Pode ainda o receptor, de repente, sentir paz, visualizar uma cor, um processo passado, uma solução para um problema, entre tantos sintomas, ou então, simplesmente sentir-se melhor.
Os símbolos (yantras) do Reiki aumentam a efetividade do processo e tornam o processo de retorno à normalidade física, mental, emocional e espiritual, de maneira muito mais eficaz. À parte do yantra Hon Sha Ze Sho Nen que proporciona a quebra tempo/espaço, outros yantras do Reiki podem ser aplicados durante uma sessão de Reiki à distância, conforme a necessidade do receptor ou da intuição do doador.
Tratamento Reiki à distância e sem mensagem subliminar
Nesse tipo de tratamento, o terapeuta vai se utilizar exclusivamente dos yantras Hon Sha Ze Sho Nen e Cho Ku Rei e seus respectivos mantras.
Em tratamento normal com o Primeiro Grau de Reiki, as posições de mãos, pelo menos as básicas, devem estar em contato com o paciente por 5 minutos, isso, se a intuição do terapeuta ainda não estiver adequada e atuante.
O reikiano Segundo Grau pode diminuir esse tempo para um minuto para cada posição de mãos, salvo se for guiado pela sua intuição, aumentando o tempo de contato, e, também, na posição especial para apor o yantra no Chakra Coronal do paciente.
Conforme o gosto pessoal do terapeuta ele poderá utilizar diversas formas de visualizações e procedimentos plausíveis à sua própria convicção, para que dentro do contexto vibracional em que tudo, e os seres humanos não estão fora disso, estão imersos.
Para fundamentação didática, um dos métodos será mostrado por inteiro, sendo que outros que serão identificados se dará a mesma conotação de trabalho.
Supondo que consideradas todas as premissas éticas, o terapeuta tenha em mãos a foto com o nome completo da pessoa que irá receber o Reiki à distância.
Não é uma imposição, mas seria interessante contatar com essa pessoa para combinar um horário ideal para ela e seja interessante ao terapeuta também.
Como algumas pessoas são extremamente suscetíveis a energias espirituais, o ideal é que no horário combinado ela esteja deitada ou em posição de meditação, com uma música suave ao fundo e um incenso queimando, pois essa suscetibilidade, numa situação de vigília intensa, poderia lhe causar sensações estranhas ou até mesmo intensas.
Como foi dito, essa seria a situação ideal que, se não possível, pode a Energia ser enviada à distância da mesma forma, apenas com um senão: estar dirigindo um veículo.
Vazadas essas regras, o terapeuta deve se recolher a um local calmo e pedir para não ser interrompido. Acender uma vela (se for de praxe esta prática) e um incenso. Ao fundo, uma música suave, ou aquelas gravadas com as técnicas adequadas para a prática do Reiki.
Após os procedimentos iniciais, os mesmos que seriam realizados se a pessoa estivesse presente e em frente tendo a foto e o nome do receptor:
• O terapeuta desenha o yantra Hon Sha Ze Sho Nen no ar à sua frente e pronuncia o mantra Hon Sha Ze Sho Nen uma vez. Após desenha o yantra Cho Ku Rei no mesmo ponto à sua frente e pronuncia o mantra Cho Ku Rei uma vez.
• O terapeuta pega a foto com uma das mãos e apesar de ter a figura da pessoa identificada, inicia o processo de visualização do receptor usando uma ou mais técnicas já comentadas. Neste caso, a foto é apenas um atributo a mais no processo de visualização.
• Com a outra mão livre, o terapeuta desenha novamente os yantras Hon Sha Ze Sho Nen e Cho Ku Rei num desenho menor, na direção da foto e repete seus respectivos mantras três vezes cada um.
• Depois disso o terapeuta repete por três vezes o nome completo do receptor.
• O terapeuta deve imaginar a pessoa em tamanho diminuto entre as suas mãos.
• Começando efetivamente o tratamento, o terapeuta pode optar por deitar a pessoa à sua frente (modo mental/visualização) e apor as mãos (no ar) como se a pessoa estivesse fisicamente presente.
• Após o impulso promovido pela posição Chiryo, passa para as posições 1, 2 e 3 do Reiki Primeiro Grau.
• Posição Reiki Segundo Grau: mão na base do crânio e a outra livre para desenhar os yantras.
• Desenhar o yantra Cho Ku Rei, considerando a figura oval do topo da cabeça, fechando o símbolo no Chakra Coronal do paciente visualizado e pronunciar o mantra Cho Ku Rei, uma vez.
• Pressionar suavemente a mão livre contra o crânio do paciente, alinhando o Chakra da Palma da Mão com o Chakra Coronal do paciente.
• Pronunciar o mantra Cho Ku Rei, três vezes.
• Manter as mãos nessa posição do Segundo Grau do Reiki, por até 15 minutos ou até quando a intuição mandar, para mais ou para menos.
• Continuar com o tratamento básico do Primeiro Grau do Reiki, adicionadas as posições especiais de mãos e tempos intuídos (tempo, nunca inferior a um minuto).
• Desenhar o yantra Cho Ku Rei, da cabeça até o final do tronco do paciente e pronunciar o mantra Cho Ku Rei, três vezes.
• Enviar o paciente de volta esfregando as mãos e soprando-as por três vezes, para se libertar e liberar o paciente da ligação.
• Manifestar gratidão, finalizando o processo.
Tratamento de Reiki à distância com mensagem subliminar
Considerando todos os aspectos éticos já descritos no capitulo XX, o paciente, devidamente informado pelo seu terapeuta, pode também expressar o desejo de apor em seu inconsciente, mensagens que possam trazer a transformação necessária ao seu processo único e particular existencial.
Com os pedidos escritos, fornecidos por qualquer meio pelo paciente, o terapeuta deve, como no tratamento sistemático com o paciente presente e sem mensagem, seguir os seguintes passos:
Após os procedimentos iniciais, os mesmos que seriam realizados se a pessoa estivesse presente e em frente tendo a foto e o nome do receptor, ou apenas um dos dois:
• O terapeuta desenha o yantra Hon Sha Ze Sho Nen no ar à sua frente e pronuncia o mantra Hon Sha Ze Sho Nen uma vez. Após desenha o yantra Cho Ku Rei no mesmo ponto à sua frente e pronuncia o mantra Cho Ku Rei uma vez.
• O terapeuta pega a foto ou nome do paciente com uma das mãos e apesar de ter a figura da pessoa identificada, inicia o processo de visualização do receptor usando uma ou mais técnicas já comentadas. Neste caso, a foto é apenas um atributo a mais no processo de visualização.
• Com a outra mão livre, o terapeuta desenha novamente os yantras Hon Sha Ze Sho Nen e Cho Ku Rei num desenho menor, na direção da foto e repete seus respectivos mantras três vezes cada um.
• Depois disso o terapeuta repete por três vezes o nome completo do receptor.
• O terapeuta deve imaginar a pessoa em tamanho diminuto entre as suas mãos.
• Começando efetivamente o tratamento, o terapeuta pode optar por deitar a pessoa à sua frente (modo mental/visualização) e apor as mãos (no ar) como se a pessoa estivesse fisicamente presente.
• Após o impulso promovido pela posição Chiryo, passa para as posições 1, 2 e 3 do Reiki Primeiro Grau.
• Posição Reiki Segundo Grau: mão na base do crânio e a outra livre para desenhar os yantras.
• Desenhar o yantra Sei He Ki, considerando a figura oval do topo da cabeça, fechando o símbolo no Chakra Coronal do paciente visualizado e pronunciar o mantra Sei he Ki, uma vez.
• Desenhar o yantra Cho Ku Rei, considerando a figura oval do topo da cabeça, fechando o símbolo no Chakra Coronal do paciente visualizado e pronunciar o mantra Cho Ku Rei, uma vez.
• Pressionar suavemente a mão livre contra o crânio do paciente, alinhando o Chakra da Palma da Mão com o Chakra Coronal do paciente.
• Pronunciar o mantra Sei He Ki, três vezes.
• Pronunciar o mantra Cho Ku Rei, três vezes.
• Depois disso o terapeuta repete novamente por três vezes o nome completo do receptor.
• Repetir três vezes cada mensagem inferida pelo paciente/receptor.
• Manter as mãos nessa posição do Segundo Grau do Reiki, por até 15 minutos ou até quando a intuição mandar, para mais ou para menos.
• Continuar com o tratamento básico do Primeiro Grau do Reiki, adicionadas as posições especiais de mãos e tempos intuídos (tempo, nunca inferior a um minuto).
• Desenhar o yantra Cho Ku Rei, da cabeça até o final do tronco do paciente e pronunciar o mantra Cho Ku Rei, três vezes.
• Enviar o paciente de volta esfregando as mãos e soprando-as por três vezes, para se libertar e liberar o paciente da ligação.
• Manifestar gratidão, finalizando o processo.
Considere-se, também, a possibilidade do terapeuta enviar Reiki para si mesmo com mensagens subliminares, conforme o método descrito acima.
Meditação de Cura Mundial
Apesar de haver variações quanto a esse processo, principalmente no que tange ao dia e horário e mesmo a oração empregada, muitos reikianos no planeta, solitariamente ou em grupos, se reúnem para enviar Reiki para o planeta Terra. Os procedimentos a seguir é apenas um exemplo das diversas modalidades empregadas por aqueles que doam um pouco do seu tempo para prestar este serviço à humanidade:
Na última sexta-feira de cada mês, exatamente às 18:00h, de modo solitário ou e grupo, fazer o ritual de canalização da energia Rei e:
• Desenhar sobre uma representação do globo terrestre HS e repetir 1x HS
• Desenhar SHK e repetir 1x SHK
• Desenhar CR e repetir 1x CR
• Repetir 3x HS
• Repetir 3x SHK
• Repetir 3x CR
Ler em voz alta uma vez, a seguinte oração:
“No princípio.
No princípio Deus.
No princípio Deus criou o Céu e a Terra.
E Deus disse: que haja Luz, e houve Luz.
Agora é o Tempo do novo começo.
Eu sou um co-criador com Deus e é um novo Céu que se aproxima, à medida que a Boa Vontade de Deus é expressa na Terra através de mim.
É o Reino de Luz, de Amor, de Paz e Compreensão.
E eu estou fazendo minha parte para revelar a sua Realidade.
Começo comigo mesmo.
Sou uma Alma viva e o Espírito de Deus habita em mim, sendo eu mesmo.
Eu e o Pai somos Um e tudo aquilo que pertence ao Pai, pertence a mim.
Em verdade, sou o Cristo de Deus.
O que é verdadeiro em mim é verdadeiro em todos, porque Deus é tudo e tudo é Deus.
Eu vejo somente o Espírito de Deus em todas as Almas.
E para todo homem, mulher e criança na Terra, Eu digo: Eu amo você, pois você sou eu.
Você é o meu Sagrado Ser.
Eu agora abro meu coração, e deixo a pura essência do Amor Incondicional fluir.
Eu a vejo como uma Luz Dourada se irradiando do centro do meu ser, e sinto a sua Divina Vibração dentro e através de mim, acima e abaixo de mim.
Eu sou um com a Luz.
A Luz me preenche.
A Luz me ilumina.
Eu sou a Luz do Mundo.
Com o propósito da mente, eu irradio a Luz.
Deixo o resplendor anteceder-me para unir-se a outras Luzes.
Sei que isto está acontecendo em todo o mundo neste momento.
Vejo as Luzes se unindo.
Agora há somente uma Luz.
Nós somos a Luz do mundo.
A Luz una de Amor, de Paz e Compreensão está se movendo.
Ela flui através da face da Terra, tocando e iluminando cada alma na sombra da ilusão.
E onde havia escuridão, existe agora a Luz da Realidade.
E o Resplendor cresce, permeando, preenchendo cada forma de vida.
Há somente a vibração de uma Vida Perfeita agora.
Todos os reinos da Terra respondem.
E o Planeta está vivo com Luz e Amor.
Existe União Total, e nesta União nós pronunciamos a Palavra.
Que o sentido de separatividade seja dissolvido.
Que a humanidade retorne a Deus.
Que a Paz flua em cada mente.
Que o Amor flua em cada coração.
Que o perdão reine em cada alma.
Que a compreensão seja o elo de ligação comum a todos.
E agora da Luz do mundo, a Presença Única e Poder do Universo responde.
A atividade de Deus está curando e harmonizando o Planeta Terra.
A Onipotência se manifesta.
Estou vendo a salvação do Planeta diante dos meus próprios olhos, à medida que todas as falsas crenças e padrões errôneos se dissolvem.
O sentido de separação não mais existe; a cura ocupou seu lugar, e a sanidade do mundo foi restaurada.
Isto é o começo da Paz na Terra e da Boa Vontade para com todos, à medida que o Amor flui de todos os corações, o perdão reina em todas as Almas, e todos os corações estão unidos em perfeita compreensão.
Está feito. E é assim”.
Terminada a oração, desenhar o CR, em cima da representação do globo terrestre e repetir 3x CR
Energização de ambientes e materiais diversos
Posicionar-se no centro do aposento ou do objeto a ser energizado. Fazer a invocação / conexão com a energia Rei e:
• Desenhar HS e repetir 1x HS
• Desenhar CR em todas as posições desejadas e repetir 1x CR para cada CR desenhado
Reiki à Distância
Quando falamos em Reiki, estamos falando em transmissão e captação de energia. Esta energia está no ambiente, nos seres e em tudo o que nos cerca. É diferente do que entendemos habitualmente como energia, mas ao mesmo tempo é semelhante. Este é um axioma hermético: “Tudo que está em cima é como o que está embaixo, não igual, mas análogo e semelhante”.
O terapeuta reikiano canaliza a Energia Universal e a transmite para o paciente através da imposição das mãos sobre o corpo imaginário da pessoa, à distância, sem a presença física do receptor, através de mentalização, da visualização e do endereçamento do receptor/paciente.
À primeira vista, a transmissão de energia Reiki à distância nos parece algo conceitualmente difícil de acometer-nos. Porém, temos hoje em dia muitos exemplos de transmissão de energia sem que haja uma ligação direta ou corpo sólido para conduzi-la: a telefonia celular, o rádio, a televisão, o controle remoto, etc. Freqüência é a via eletromagnética por onde se dá a transmissão, de acordo com as faixas vibratórias emitidas, sendo a luz a única parte visível do espectro eletromagnético.
Certamente, e este é um fato ainda desconhecido, a energia Vital ocupa um espaço fundamental dentro deste espectro de freqüência, para que possa chegar de um transmissor de Reiki a um receptor, considerando a distância entre eles.
Nos últimos tempos, Karl Ernst Lugwig Planck teorizou a respeito e surgiu a física quântica. Nessa teoria assume-se que a energia é transmitida em pacotes chamados de “quantum”, daí o nome. Nesses estudos, aliada à física sub-atômica, que estuda a matéria no nível atômico: prótons, nêutrons e elétrons e a teoria da relatividade de Einstein, onde o espaço e o tempo são noções relativas e não absolutas, trouxeram à luz a constituição dinâmica da matéria.
Isto quer dizer que nada no universo está parado. Até mesmo uma pedra, considerada imóvel aos nossos olhos, é constituída de átomos, constituídos de partículas em constante movimento, manifestando-se na forma de ondas ou de partículas, interrelacionando-se com as demais partículas que constituem os átomos do meio onde está localizada, formando um todo de relações que caracteriza um universo integrado e em constante mutação. Nada existe de forma isolada, sempre há a relação com o meio.
De uma forma simplista, pode-se dizer que tudo o que há, relaciona-se entre si no nível sub-atômico, o espaço e tempo são relativos, isto é, de alguma forma eles podem ser trabalhados.
Pela visão da física quântica e intercorrelação sub-atômica, podemos conceber a questão da concepção holística do universo, que entende o homem como um ser todo integrado e partícipe dos sistemas etéricos invisíveis, ou seja, há unicidade entre tudo que existe, sem a fundamentação de distância, já que tudo está no Todo. A ciência acadêmica, inclusive a largos passos, já começa a descobrir algo que já era conhecido das civilizações antigas.
À parte dos processos obtidos pela Dra. Barbara Ann Brennan, cientistas do mundo inteiro já interagem com as possibilidades da relação íntima entre tudo o que existe.
Experimentos realizados por cientistas de renome internacional com o DNA humano provam as qualidades e autocura do mesmo em consonância com os sentimentos da pessoa, como foi reportado recentemente por Gregg Braden.
O primeiro experimento foi realizado pelo Dr. Vladimir Poponin, um biólogo quântico.
Nesta experiência começou-se por esvaziar um recipiente, criando um vácuo e consequentemente um vazio em seu interior e os únicos elementos deixados dentro foram fótons (partículas de luz).
Foi medida a distribuição destes fótons e descobriu-se que estavam distribuídos aleatoriamente dentro deste recipiente. Este era o resultado esperado.
A seguir foi colocada dentro do recipiente uma amostra de DNA e a localização dos fótons foi medida novamente: desta vez os fótons haviam se organizado em linha com o DNA. Em outras palavras, o DNA físico produziu um efeito nos fótons não físicos.
Constatado isso, a amostra de DNA foi removida do recipiente e a distribuição dos fótons foi medida novamente. Os fótons permaneceram ordenados e alinhados onde havia estado o DNA. A pergunta: a que estão conectadas as partículas de luz? Gregg Braden diz que estamos impelidos a aceitar a possibilidade que exista um campo de energia e que o DNA está se comunicando com os fótons por meio deste campo.
Outro experimento foi levado a cabo pelos militares. Foram recolhidas amostras de leucócitos (células sanguíneas brancas) de um número de doadores. Estas amostras foram colocadas em um local equipado com um aparelho de medição das mudanças elétricas.
Nessa experiência o doador era colocado em um local e submetido a estímulos emocionais provenientes de imagens e sons que geravam emoções ao doador.
O DNA foi colocado em um lugar diferente do que se encontrava o doador, mas no mesmo edifício. Ambos, doador e seu DNA eram monitorados e quando o doador mostrava seus altos e baixos emocionais, medidos em ondas elétricas, o DNA expressava respostas idênticas e ao mesmo tempo.
Não houve lapso e retardo de tempo de transmissão. Os altos e baixos do DNA coincidiram com os altos e baixos do doador.
Os cientistas militares quiseram saber o quão distantes podiam ser separados o doador e seu DNA e continuarem observando este efeito. Pararam de experimentar quando a separação atingiu 80 km entre o DNA e seu doador e continuaram tendo o mesmo resultado. Sem lapso e sem retardo de transmissão. O DNA e o doador tiveram as mesmas respostas ao mesmo tempo.
O que pode significar isso? A conclusão desse experimento diz que isto significa que as células vivas se reconhecem por uma forma de energia não reconhecida anteriormente. Esta energia não é afetada pela distância e nem pelo tempo. Esta não é uma forma de energia localizada, é uma energia que existe em todas as partes e todo o tempo.
Mais um experimento foi realizado pelo Institut Heart Math e o documento que lhe dá suporte tem este título: “Efeitos locais e não locais de freqüências coerentes do coração e alterações na conformação do DNA”.
Neste experimento tomou-se o DNA de placenta humana (a forma mais pristina de DNA) e colocou-se em um recipiente onde se podiam medir as alterações do mesmo. Vinte e oito mostras foram distribuídas em tubos de ensaio, ao mesmo número de pesquisadores previamente treinados.
Cada pesquisador havia sido treinado a gerar e sentir sentimentos, e cada um deles podiam ter fortes emoções. O que se descobriu foi que o DNA mudou de forma de acordo com os sentimentos dos pesquisadores:
Quando os pesquisadores sentiram gratidão, amor e apreço, o DNA respondeu relaxando-se e seus filamentos esticaram-se. O DNA tornou-se mais grosso.
Quando os pesquisadores sentiram raiva, medo ou stress, o DNA respondeu apertando-se. Tornou-se mais curto e apagou muitos códigos.
Talvez seja essa a razão de pessoas sentirem-se descarregadas por emoções negativas, uma vez que pela reação do DNA, nesse experimento, submete o corpo a uma espécie de apagamento de códigos inseridos no DNA.
Em contrapartida, os códigos de DNA conectaram-se novamente quando os pesquisadores tiveram sentimentos de amor, alegria, gratidão e apreço.
Esta experiência foi aplicada posteriormente a pacientes com HIV positivo. Foi-se descoberto que os sentimentos de amor, gratidão e apreço criaram respostas de imunidade 300.000 vezes maiores que a que tiveram sem eles.
Talvez tenhamos aqui uma resposta que nos pode auxiliar a permanecer com saúde, sem importar quão daninho seja o vírus ou a bactéria que esteja flutuando ao redor: Mantendo os sentimentos de alegria, amor, gratidão e apreço. Estas alterações emocionais foram muito mais além de seus efeitos eletromagnéticos.
Os indivíduos treinados para sentirem amor profundo foram capazes de mudar a forma de seu DNA. Gregg Braden diz que isto ilustra uma nova forma de energia que conecta toda a Criação.
Esta energia parece ser uma rede estreitamente tecida que conecta toda a matéria. Podemos influenciar essencialmente esta rede da Criação por meio de nossas vibrações.
O que tem a ver os resultados destas experiências com nossa situação presente? Esta é a ciência que nos permite escolher uma linha de tempo que nos permite estar a salvo, não importa o que aconteça. Basicamente o tempo não é apenas linear (passado, presente e futuro), mas também é profundidade.
A profundidade do tempo consiste em todas as linhas de tempo e de oração que possam ser pronunciadas ou que existam, ou seja, a egrégora formada por pensamentos positivos de amor. Essencialmente, suas orações já foram respondidas. Simplesmente ativamos a que estamos vivendo por meio de nossos sentimentos. É assim que criamos nossa realidade, quando nossas escolhas estão em harmonia com os nossos sentimentos.
Nossos sentimentos estão ativando a linha do tempo por meio da rede da Criação, que conecta a energia e a matéria do universo. Lembre-se que a lei do Universo é que atraímos aquilo que colocamos em nosso foco.
Se focarmos temer qualquer coisa, seja lá o que for, estamos enviando uma forte mensagem ao Universo para que te retorne aquilo a que mais teme. Em troca, se pudermos nos focar com sentimentos de alegria, amor, apreço ou gratidão e concentrar em trazer mais disso para nossa vida, automaticamente afastaremos o negativo.
Estaríamos escolhendo uma linha de tempo diferente com estes sentimentos. Podemos prevenir o contágio de vírus, bactérias e outras estruturas microscópicas permanecendo nestes sentimentos positivos, que mantêm um sistema imune extraordinariamente forte. Sendo assim, essa é uma proteção para o que vier.
Destarte, busquemos algo pelo qual podemos estar alegres todos os dias, cada hora se possível, momento a momento, ainda que sejam alguns poucos minutos.
A energia Reiki pelo seu terrível, porém altamente belo poder de estar conectada nesse emaranhado plasmado no nível sub-atômico e onde não reside a questão tempo-espaço e por ser uma força extraordinária de Amor, pode proporcionar benefícios incontestes aos seres humanos.
As experiências citadas são apenas tentativas pálidas de se tentar dar explicações ao incognoscível, mas a ciência cada vez mais se interessa pela complexidade das ligações íntimas entre todas as estruturas atômicas existentes, já que tudo que existe nada mais é que um aglomerado profundo de partículas atômicas.
Quando vemos uma cadeira, por exemplo, entendemo-la como uma cadeira, entretanto, se pudéssemos adentrar cada vez mais e mais em sua estrutura atômica, poderíamos entender a complexidade atômica daquela matéria que se constitue daquela forma para dar exatamente a forma como a enxergamos.
Da mesma forma acontece com tudo que nos rodeia, inclusive nós mesmos. Quanto mais a ciência ortodoxa se aprofunda no ser humano, através de equipamentos poderosos, mais o corpo humano se assemelha no plano microscópico a constelações que são observadas no infinito.
Numa suposição totalmente imaginária, sem fundamentação para sustentá-la, poderíamos concluir de modo tímido que estamos imersos na Criação. O microcosmo somos nós, seres humanos e tudo que há faz parte do macrocosmo e não existe a dualidade.
O nome Deus, inventado pelo homem, pode ser interpretado como uma força poderosa a que tudo criou e está presente em tudo que existe. A energia Reiki não poderia estar fora desse plano sutil e sendo direcionada com uma intenção consciente de Amor, faz parte desse plano da Criação para trazer alento às mazelas a quem detém uma parcela da luz que chamamos de alma, desde seus estágios mais rudimentares, que passam pelos reinos chamados de mineral, vegetal, animal e finalmente na sua forma mais acabada, porém não completa, que é o ser humano.
A evolução constante do ser humano empresta essa indagação aos mais nobres pensadores de todos os tempos. O Reiki na sua forma mais pura traz essa benesse para preencher lacunas necessárias ao bem estar dos aspectos mais grosseiros e sutis do ser humano. A isso chamamos de extensão divina do Reiki, por ser proveniente da Fonte da Criação.
Transcendentalmente, tudo nos é possível, pois o passado, o presente e o futuro são apenas abstrações mentais de tempo e a separação dos seres, apenas uma ilusão de ótica. Compreendendo a unicidade do universo, não existe distância entre nós e o outro, pois só existimos em relação ao outro, ao meio, ao Todo. Somos unos entre nós e com o universo, não há distância nem separação. No caso da energia Reiki, é necessária a sensibilidade para captá-la e endereçá-la para qualquer parte do Ser Cósmico a que todos pertencemos.
Além de aumentar a intensidade e a precisão da cura pela imposição das mãos, os símbolos do Reiki, particularmente o Hon Sha Ze Sho Nen, possibilitam a terapia à distância. Uma das definições do yantra Hon Sha Ze Sho Nen, “sem passado, sem presente, sem futuro e quebra de tempo-espaço”, vem de encontro da teoria da relatividade de Einstein. Uma vez desenhado / mantralizado o símbolo, não existe a separatividade e reforça a unicidade dos seres. A partir daí, outros yantras do Reiki podem ser empregados conforme a necessidade e o momento.
Esse tipo de trabalho com a energia Reiki, embora simples, desenvolve capacidades medianímicas e o crescimento mediúnico é uma das conseqüências de se tornar um terapeuta do Segundo Grau do Reiki, que trabalha essencialmente nos níveis emocional, mental e espiritual, embutido o trabalho no corpo físico, proporcionado pela iniciação no Primeiro Grau do Reiki.
Memória celular e o poder do pensamento
Por memória celular descrevemos a consciência intrínseca de nosso corpo, pode não parecer evidente à primeira vista, mas nosso corpo possui consciência, podemos perceber isto em uma simples gripe, muito antes de sabermos conscientemente que estamos gripados o corpo já está tomando medidas para reparar o dano, e na maioria das vezes é através destas medidas que tomamos conhecimento do fato.
Existem provas conclusivas que em casos graves, como no câncer, por exemplo, todo o organismo é informado do mal instalado e se ressente, tomando medidas para corrigir o mal, saiba que qualquer desarranjo físico é sentido pelo corpo, e até mesmo as células mais distantes estão a par do ocorrido.
Feche os olhos por alguns instantes, imaginemos uma célula qualquer em nosso organismo, pense nela como algo vivo, pulsante, parte de um todo maior que compõe um tecido, que compõe um órgão, que por sua vez forma um sistema, tudo isto vibra!
Agora converse com esta célula, faça a ela uma única pergunta, O que é Deus?
O que poderá ela responder, ela simplesmente dirá, Deus é tu, não existe outra resposta, de você depende a vida e morte desta célula e ela existe apenas para mantê-lo.
A memória celular se manifesta através do Duplo etérico e localiza-se em cada átomo do nosso corpo, quando o corpo adoece esta memória, que contém a informação de nossa perfeição geralmente não se altera, salvo quando há danos irreparáveis, o corpo possui uma tendência natural ao equilíbrio, bastando para isto dar condições mínimas para que o trabalho seja feito.
Quando impomos as mãos sobre alguém, esta memória irá ditar as necessidades e absorver a energia na freqüência requerida, é uma comunicação do corpo com o universo, um dos milagres da criação acontecendo.
Como foi exposto anteriormente isto ocorre via Duplo etérico, sendo a energia repassada ao físico e distribuído de acordo com as necessidades.
Desta forma podemos perceber que o Reikiano em si não cura ninguém, a cura está muita além de sua esfera de consciência.
O poder do pensamento
Em uma matéria da revista SuperInteressante, de Julho de 2002 se pesquisou a misteriosa capacidade da mente humana gravar e executar tudo que lhe é enviado, seja bom ou mal, salutar ou prejudicial, com o quesito único da pessoa aceitar o que foi exposto.
Um cientista de Phoenix – Arizona queria provar esta teoria, mas ele precisava de um voluntário que se dispusesse chegar às últimas conseqüências. Conseguiu esta pessoa em uma penitenciária, era um condenado à morte que seria executada na penitenciaria de St. Louis no estado do Missouri na cadeira elétrica.
Propôs ele o seguinte: ele participaria de uma experiência cientifica, na qual seria feito um pequeno corte em seu pulso, o suficiente para gotejar seu sangue até a última gota, ele teria uma chance de sobreviver caso o sangue coagulasse, e se isto ocorresse ele ficaria livre de sua pena, caso contrário morreria de uma morte indolor e sem sofrimentos.
Aceito os termos o condenado foi colocado em uma cama alta, destas de hospitais, seu corpo foi amarrado para que não se movesse, foi feito um pequeno corte em seu pulso, mas este, ao invés de ser profundo foi muito superficial, não atingindo nenhuma artéria ou veia, apenas o suficiente para o prisioneiro sentir que fora cortado, foi colocada uma vasilha de alumínio abaixo da cama e o coitado foi informado que ele ouviria o sangue pingando.
Sem que ele soubesse havia um frasco de soro debaixo da cama, e este que começou a gotejar.
A cada dez minutos o cientista fechava um pouco a válvula e menos soro pingava, o condenado acreditava que seu sangue estava diminuindo.
Com o passar do tempo ele foi perdendo a cor e ficando pálido, quando a válvula foi fechada de vez o condenado teve uma parada cardíaca e faleceu.
Não havia perdido uma única gota de sangue!
Desta forma ficou provado que a mente executa fielmente tudo aquilo que é absorvido pelo hospedeiro independente da qualidade do mesmo.
No fim dos anos 70 o psicólogo Robert Ader, da universidade de Rochester, concluiu que o sistema imunológico é condicionável, dando nascimento a Psiconeuroimunologia, esta nos informa que qualquer coisa que ocorre no cérebro é observada pelo sistema imunológico, Stress, desespero, felicidade e bem estar, as células imunes sabem e aumentam ou diminuem as atividades em função disto, o sistema imunológico trabalha com neuro-transmissores e peptídios. O cérebro de uma pessoa de uma pessoa depressiva, por exemplo, libera grande quantidade de substâncias que deprimem a células imunes.
Nada difícil de perceber que o sistema imunológico esta feliz ou infeliz conforme nosso ânimo, outros órgãos do corpo também reagem de acordo, lembre do que expusemos sobre o Duplo etérico.
É importante reprogramarmos nossos pensamentos, pois como disse, com profunda sabedoria Eliphas Levi: “Quando alguém cria fantasmas, põe no mundo vampiros, e será preciso alimentar esses filhos de um pesadelo voluntário com seu sangue, sua vida, sua inteligência e sua razão, sem nunca saciá-los.”, indicando a dependência que criamos com nossos pensamentos
O terapeuta reikiano canaliza a Energia Universal e a transmite para o paciente através da imposição das mãos sobre o corpo imaginário da pessoa, à distância, sem a presença física do receptor, através de mentalização, da visualização e do endereçamento do receptor/paciente.
À primeira vista, a transmissão de energia Reiki à distância nos parece algo conceitualmente difícil de acometer-nos. Porém, temos hoje em dia muitos exemplos de transmissão de energia sem que haja uma ligação direta ou corpo sólido para conduzi-la: a telefonia celular, o rádio, a televisão, o controle remoto, etc. Freqüência é a via eletromagnética por onde se dá a transmissão, de acordo com as faixas vibratórias emitidas, sendo a luz a única parte visível do espectro eletromagnético.
Certamente, e este é um fato ainda desconhecido, a energia Vital ocupa um espaço fundamental dentro deste espectro de freqüência, para que possa chegar de um transmissor de Reiki a um receptor, considerando a distância entre eles.
Nos últimos tempos, Karl Ernst Lugwig Planck teorizou a respeito e surgiu a física quântica. Nessa teoria assume-se que a energia é transmitida em pacotes chamados de “quantum”, daí o nome. Nesses estudos, aliada à física sub-atômica, que estuda a matéria no nível atômico: prótons, nêutrons e elétrons e a teoria da relatividade de Einstein, onde o espaço e o tempo são noções relativas e não absolutas, trouxeram à luz a constituição dinâmica da matéria.
Isto quer dizer que nada no universo está parado. Até mesmo uma pedra, considerada imóvel aos nossos olhos, é constituída de átomos, constituídos de partículas em constante movimento, manifestando-se na forma de ondas ou de partículas, interrelacionando-se com as demais partículas que constituem os átomos do meio onde está localizada, formando um todo de relações que caracteriza um universo integrado e em constante mutação. Nada existe de forma isolada, sempre há a relação com o meio.
De uma forma simplista, pode-se dizer que tudo o que há, relaciona-se entre si no nível sub-atômico, o espaço e tempo são relativos, isto é, de alguma forma eles podem ser trabalhados.
Pela visão da física quântica e intercorrelação sub-atômica, podemos conceber a questão da concepção holística do universo, que entende o homem como um ser todo integrado e partícipe dos sistemas etéricos invisíveis, ou seja, há unicidade entre tudo que existe, sem a fundamentação de distância, já que tudo está no Todo. A ciência acadêmica, inclusive a largos passos, já começa a descobrir algo que já era conhecido das civilizações antigas.
À parte dos processos obtidos pela Dra. Barbara Ann Brennan, cientistas do mundo inteiro já interagem com as possibilidades da relação íntima entre tudo o que existe.
Experimentos realizados por cientistas de renome internacional com o DNA humano provam as qualidades e autocura do mesmo em consonância com os sentimentos da pessoa, como foi reportado recentemente por Gregg Braden.
O primeiro experimento foi realizado pelo Dr. Vladimir Poponin, um biólogo quântico.
Nesta experiência começou-se por esvaziar um recipiente, criando um vácuo e consequentemente um vazio em seu interior e os únicos elementos deixados dentro foram fótons (partículas de luz).
Foi medida a distribuição destes fótons e descobriu-se que estavam distribuídos aleatoriamente dentro deste recipiente. Este era o resultado esperado.
A seguir foi colocada dentro do recipiente uma amostra de DNA e a localização dos fótons foi medida novamente: desta vez os fótons haviam se organizado em linha com o DNA. Em outras palavras, o DNA físico produziu um efeito nos fótons não físicos.
Constatado isso, a amostra de DNA foi removida do recipiente e a distribuição dos fótons foi medida novamente. Os fótons permaneceram ordenados e alinhados onde havia estado o DNA. A pergunta: a que estão conectadas as partículas de luz? Gregg Braden diz que estamos impelidos a aceitar a possibilidade que exista um campo de energia e que o DNA está se comunicando com os fótons por meio deste campo.
Outro experimento foi levado a cabo pelos militares. Foram recolhidas amostras de leucócitos (células sanguíneas brancas) de um número de doadores. Estas amostras foram colocadas em um local equipado com um aparelho de medição das mudanças elétricas.
Nessa experiência o doador era colocado em um local e submetido a estímulos emocionais provenientes de imagens e sons que geravam emoções ao doador.
O DNA foi colocado em um lugar diferente do que se encontrava o doador, mas no mesmo edifício. Ambos, doador e seu DNA eram monitorados e quando o doador mostrava seus altos e baixos emocionais, medidos em ondas elétricas, o DNA expressava respostas idênticas e ao mesmo tempo.
Não houve lapso e retardo de tempo de transmissão. Os altos e baixos do DNA coincidiram com os altos e baixos do doador.
Os cientistas militares quiseram saber o quão distantes podiam ser separados o doador e seu DNA e continuarem observando este efeito. Pararam de experimentar quando a separação atingiu 80 km entre o DNA e seu doador e continuaram tendo o mesmo resultado. Sem lapso e sem retardo de transmissão. O DNA e o doador tiveram as mesmas respostas ao mesmo tempo.
O que pode significar isso? A conclusão desse experimento diz que isto significa que as células vivas se reconhecem por uma forma de energia não reconhecida anteriormente. Esta energia não é afetada pela distância e nem pelo tempo. Esta não é uma forma de energia localizada, é uma energia que existe em todas as partes e todo o tempo.
Mais um experimento foi realizado pelo Institut Heart Math e o documento que lhe dá suporte tem este título: “Efeitos locais e não locais de freqüências coerentes do coração e alterações na conformação do DNA”.
Neste experimento tomou-se o DNA de placenta humana (a forma mais pristina de DNA) e colocou-se em um recipiente onde se podiam medir as alterações do mesmo. Vinte e oito mostras foram distribuídas em tubos de ensaio, ao mesmo número de pesquisadores previamente treinados.
Cada pesquisador havia sido treinado a gerar e sentir sentimentos, e cada um deles podiam ter fortes emoções. O que se descobriu foi que o DNA mudou de forma de acordo com os sentimentos dos pesquisadores:
Quando os pesquisadores sentiram gratidão, amor e apreço, o DNA respondeu relaxando-se e seus filamentos esticaram-se. O DNA tornou-se mais grosso.
Quando os pesquisadores sentiram raiva, medo ou stress, o DNA respondeu apertando-se. Tornou-se mais curto e apagou muitos códigos.
Talvez seja essa a razão de pessoas sentirem-se descarregadas por emoções negativas, uma vez que pela reação do DNA, nesse experimento, submete o corpo a uma espécie de apagamento de códigos inseridos no DNA.
Em contrapartida, os códigos de DNA conectaram-se novamente quando os pesquisadores tiveram sentimentos de amor, alegria, gratidão e apreço.
Esta experiência foi aplicada posteriormente a pacientes com HIV positivo. Foi-se descoberto que os sentimentos de amor, gratidão e apreço criaram respostas de imunidade 300.000 vezes maiores que a que tiveram sem eles.
Talvez tenhamos aqui uma resposta que nos pode auxiliar a permanecer com saúde, sem importar quão daninho seja o vírus ou a bactéria que esteja flutuando ao redor: Mantendo os sentimentos de alegria, amor, gratidão e apreço. Estas alterações emocionais foram muito mais além de seus efeitos eletromagnéticos.
Os indivíduos treinados para sentirem amor profundo foram capazes de mudar a forma de seu DNA. Gregg Braden diz que isto ilustra uma nova forma de energia que conecta toda a Criação.
Esta energia parece ser uma rede estreitamente tecida que conecta toda a matéria. Podemos influenciar essencialmente esta rede da Criação por meio de nossas vibrações.
O que tem a ver os resultados destas experiências com nossa situação presente? Esta é a ciência que nos permite escolher uma linha de tempo que nos permite estar a salvo, não importa o que aconteça. Basicamente o tempo não é apenas linear (passado, presente e futuro), mas também é profundidade.
A profundidade do tempo consiste em todas as linhas de tempo e de oração que possam ser pronunciadas ou que existam, ou seja, a egrégora formada por pensamentos positivos de amor. Essencialmente, suas orações já foram respondidas. Simplesmente ativamos a que estamos vivendo por meio de nossos sentimentos. É assim que criamos nossa realidade, quando nossas escolhas estão em harmonia com os nossos sentimentos.
Nossos sentimentos estão ativando a linha do tempo por meio da rede da Criação, que conecta a energia e a matéria do universo. Lembre-se que a lei do Universo é que atraímos aquilo que colocamos em nosso foco.
Se focarmos temer qualquer coisa, seja lá o que for, estamos enviando uma forte mensagem ao Universo para que te retorne aquilo a que mais teme. Em troca, se pudermos nos focar com sentimentos de alegria, amor, apreço ou gratidão e concentrar em trazer mais disso para nossa vida, automaticamente afastaremos o negativo.
Estaríamos escolhendo uma linha de tempo diferente com estes sentimentos. Podemos prevenir o contágio de vírus, bactérias e outras estruturas microscópicas permanecendo nestes sentimentos positivos, que mantêm um sistema imune extraordinariamente forte. Sendo assim, essa é uma proteção para o que vier.
Destarte, busquemos algo pelo qual podemos estar alegres todos os dias, cada hora se possível, momento a momento, ainda que sejam alguns poucos minutos.
A energia Reiki pelo seu terrível, porém altamente belo poder de estar conectada nesse emaranhado plasmado no nível sub-atômico e onde não reside a questão tempo-espaço e por ser uma força extraordinária de Amor, pode proporcionar benefícios incontestes aos seres humanos.
As experiências citadas são apenas tentativas pálidas de se tentar dar explicações ao incognoscível, mas a ciência cada vez mais se interessa pela complexidade das ligações íntimas entre todas as estruturas atômicas existentes, já que tudo que existe nada mais é que um aglomerado profundo de partículas atômicas.
Quando vemos uma cadeira, por exemplo, entendemo-la como uma cadeira, entretanto, se pudéssemos adentrar cada vez mais e mais em sua estrutura atômica, poderíamos entender a complexidade atômica daquela matéria que se constitue daquela forma para dar exatamente a forma como a enxergamos.
Da mesma forma acontece com tudo que nos rodeia, inclusive nós mesmos. Quanto mais a ciência ortodoxa se aprofunda no ser humano, através de equipamentos poderosos, mais o corpo humano se assemelha no plano microscópico a constelações que são observadas no infinito.
Numa suposição totalmente imaginária, sem fundamentação para sustentá-la, poderíamos concluir de modo tímido que estamos imersos na Criação. O microcosmo somos nós, seres humanos e tudo que há faz parte do macrocosmo e não existe a dualidade.
O nome Deus, inventado pelo homem, pode ser interpretado como uma força poderosa a que tudo criou e está presente em tudo que existe. A energia Reiki não poderia estar fora desse plano sutil e sendo direcionada com uma intenção consciente de Amor, faz parte desse plano da Criação para trazer alento às mazelas a quem detém uma parcela da luz que chamamos de alma, desde seus estágios mais rudimentares, que passam pelos reinos chamados de mineral, vegetal, animal e finalmente na sua forma mais acabada, porém não completa, que é o ser humano.
A evolução constante do ser humano empresta essa indagação aos mais nobres pensadores de todos os tempos. O Reiki na sua forma mais pura traz essa benesse para preencher lacunas necessárias ao bem estar dos aspectos mais grosseiros e sutis do ser humano. A isso chamamos de extensão divina do Reiki, por ser proveniente da Fonte da Criação.
Transcendentalmente, tudo nos é possível, pois o passado, o presente e o futuro são apenas abstrações mentais de tempo e a separação dos seres, apenas uma ilusão de ótica. Compreendendo a unicidade do universo, não existe distância entre nós e o outro, pois só existimos em relação ao outro, ao meio, ao Todo. Somos unos entre nós e com o universo, não há distância nem separação. No caso da energia Reiki, é necessária a sensibilidade para captá-la e endereçá-la para qualquer parte do Ser Cósmico a que todos pertencemos.
Além de aumentar a intensidade e a precisão da cura pela imposição das mãos, os símbolos do Reiki, particularmente o Hon Sha Ze Sho Nen, possibilitam a terapia à distância. Uma das definições do yantra Hon Sha Ze Sho Nen, “sem passado, sem presente, sem futuro e quebra de tempo-espaço”, vem de encontro da teoria da relatividade de Einstein. Uma vez desenhado / mantralizado o símbolo, não existe a separatividade e reforça a unicidade dos seres. A partir daí, outros yantras do Reiki podem ser empregados conforme a necessidade e o momento.
Esse tipo de trabalho com a energia Reiki, embora simples, desenvolve capacidades medianímicas e o crescimento mediúnico é uma das conseqüências de se tornar um terapeuta do Segundo Grau do Reiki, que trabalha essencialmente nos níveis emocional, mental e espiritual, embutido o trabalho no corpo físico, proporcionado pela iniciação no Primeiro Grau do Reiki.
Memória celular e o poder do pensamento
Por memória celular descrevemos a consciência intrínseca de nosso corpo, pode não parecer evidente à primeira vista, mas nosso corpo possui consciência, podemos perceber isto em uma simples gripe, muito antes de sabermos conscientemente que estamos gripados o corpo já está tomando medidas para reparar o dano, e na maioria das vezes é através destas medidas que tomamos conhecimento do fato.
Existem provas conclusivas que em casos graves, como no câncer, por exemplo, todo o organismo é informado do mal instalado e se ressente, tomando medidas para corrigir o mal, saiba que qualquer desarranjo físico é sentido pelo corpo, e até mesmo as células mais distantes estão a par do ocorrido.
Feche os olhos por alguns instantes, imaginemos uma célula qualquer em nosso organismo, pense nela como algo vivo, pulsante, parte de um todo maior que compõe um tecido, que compõe um órgão, que por sua vez forma um sistema, tudo isto vibra!
Agora converse com esta célula, faça a ela uma única pergunta, O que é Deus?
O que poderá ela responder, ela simplesmente dirá, Deus é tu, não existe outra resposta, de você depende a vida e morte desta célula e ela existe apenas para mantê-lo.
A memória celular se manifesta através do Duplo etérico e localiza-se em cada átomo do nosso corpo, quando o corpo adoece esta memória, que contém a informação de nossa perfeição geralmente não se altera, salvo quando há danos irreparáveis, o corpo possui uma tendência natural ao equilíbrio, bastando para isto dar condições mínimas para que o trabalho seja feito.
Quando impomos as mãos sobre alguém, esta memória irá ditar as necessidades e absorver a energia na freqüência requerida, é uma comunicação do corpo com o universo, um dos milagres da criação acontecendo.
Como foi exposto anteriormente isto ocorre via Duplo etérico, sendo a energia repassada ao físico e distribuído de acordo com as necessidades.
Desta forma podemos perceber que o Reikiano em si não cura ninguém, a cura está muita além de sua esfera de consciência.
O poder do pensamento
Em uma matéria da revista SuperInteressante, de Julho de 2002 se pesquisou a misteriosa capacidade da mente humana gravar e executar tudo que lhe é enviado, seja bom ou mal, salutar ou prejudicial, com o quesito único da pessoa aceitar o que foi exposto.
Um cientista de Phoenix – Arizona queria provar esta teoria, mas ele precisava de um voluntário que se dispusesse chegar às últimas conseqüências. Conseguiu esta pessoa em uma penitenciária, era um condenado à morte que seria executada na penitenciaria de St. Louis no estado do Missouri na cadeira elétrica.
Propôs ele o seguinte: ele participaria de uma experiência cientifica, na qual seria feito um pequeno corte em seu pulso, o suficiente para gotejar seu sangue até a última gota, ele teria uma chance de sobreviver caso o sangue coagulasse, e se isto ocorresse ele ficaria livre de sua pena, caso contrário morreria de uma morte indolor e sem sofrimentos.
Aceito os termos o condenado foi colocado em uma cama alta, destas de hospitais, seu corpo foi amarrado para que não se movesse, foi feito um pequeno corte em seu pulso, mas este, ao invés de ser profundo foi muito superficial, não atingindo nenhuma artéria ou veia, apenas o suficiente para o prisioneiro sentir que fora cortado, foi colocada uma vasilha de alumínio abaixo da cama e o coitado foi informado que ele ouviria o sangue pingando.
Sem que ele soubesse havia um frasco de soro debaixo da cama, e este que começou a gotejar.
A cada dez minutos o cientista fechava um pouco a válvula e menos soro pingava, o condenado acreditava que seu sangue estava diminuindo.
Com o passar do tempo ele foi perdendo a cor e ficando pálido, quando a válvula foi fechada de vez o condenado teve uma parada cardíaca e faleceu.
Não havia perdido uma única gota de sangue!
Desta forma ficou provado que a mente executa fielmente tudo aquilo que é absorvido pelo hospedeiro independente da qualidade do mesmo.
No fim dos anos 70 o psicólogo Robert Ader, da universidade de Rochester, concluiu que o sistema imunológico é condicionável, dando nascimento a Psiconeuroimunologia, esta nos informa que qualquer coisa que ocorre no cérebro é observada pelo sistema imunológico, Stress, desespero, felicidade e bem estar, as células imunes sabem e aumentam ou diminuem as atividades em função disto, o sistema imunológico trabalha com neuro-transmissores e peptídios. O cérebro de uma pessoa de uma pessoa depressiva, por exemplo, libera grande quantidade de substâncias que deprimem a células imunes.
Nada difícil de perceber que o sistema imunológico esta feliz ou infeliz conforme nosso ânimo, outros órgãos do corpo também reagem de acordo, lembre do que expusemos sobre o Duplo etérico.
É importante reprogramarmos nossos pensamentos, pois como disse, com profunda sabedoria Eliphas Levi: “Quando alguém cria fantasmas, põe no mundo vampiros, e será preciso alimentar esses filhos de um pesadelo voluntário com seu sangue, sua vida, sua inteligência e sua razão, sem nunca saciá-los.”, indicando a dependência que criamos com nossos pensamentos
O Tratamento dos Chakras
Os chakras são os pontos energéticos mais importantes no ser humano e são responsáveis pelo fluxo energético. Em caso de qualquer tipo de doença, os chakras devem ser tratados, pelo fato de se encontrarem bloqueados, para restabelecer a saúde do indivíduo. Existem dois métodos para o tratamento dos chakras: o equilíbrio e a reconstrução.
Equilíbrio dos Chakras:
Assim como as pessoas são diferentes umas das outras, o funcionamento dos chakras difere de indivíduo para indivíduo. Na maioria das pessoas, os chakras não funcionam perfeitamente, alguns têm muita energia, outros, pouca. É necessário restabelecer o equilíbrio entre eles, retirando energia dos mais sobrecarregados e transferindo-a para os menos carregados.
A técnica é a seguinte: coloca-se uma mão sobre o 1º chakra e a outra sobre o 6º chakra até sentir-se a mesma sensação. Em seguida, faz-se o mesmo com o 2º e o 5º chakras, e por fim, com o 3º e o 4º chakras. Este equilíbrio deve ser incluído em todo tratamento do Reiki. O 7º chakra também pode ser trabalhado em conjunto com o chakra da Raiz e de dois em dois até ser terminado com as duas mãos sobre o chakra Cardíaco.
Reconstrução dos Chakras:
As situações de desequilíbrio vividas podem afetar gravemente alguns chakras. Estes podem apresentar perturbações morfológicas, encontrar-se girando em sentido ao contrário do normal para homens e mulheres ou estar fora do seu eixo.
Nesse caso só o tratamento de equilíbrio não é suficiente, é necessário colocar a Energia Vital neles para que sua normalidade seja restabelecida. A técnica é a seguinte: coloca-se uma mão na parte frontal e outra na parte dorsal do chakra; assim a energia fluirá intensivamente, restaurando-o. O tempo médio para cada chakra é de cinco minutos.
O Ritual do Reiki
O ritual do Reiki não é obrigatório, porém exerce funções muito importantes no processo de aplicação. Ajuda o reikiano a entrar em contato com a egrégora do Reiki, ou seja, o campo energético criado por todos os praticantes de Reiki no mundo todo e em todos os tempos.
Além disso, um ritual estabelece uma seqüência e ordem que orienta o reikiano, preparando-o internamente para centralizar-se no coração, e assim, ser um bom e verdadeiro canal. Com a repetição continuada do ritual, o cérebro entrará automaticamente em ritmo alfa sempre que for iniciado.
O ritual Reiki pode sofrer algumas alterações de Mestre para Mestre, porém destacamos alguns pontos fundamentais:
A auto-centralização.
A evocação da energia universal.
O acariciamento ou alisamento da aura.
A reverência à pessoa.
A reverência à energia.
As Posições do Reiki – Tratamento Completo
Todas as posições para a aplicação do Reiki têm uma finalidade, tratam problemas específicos e servem ainda como guia para a prática do Reiki. Contudo, é necessário que o reikiano recém iniciado, desenvolva sua sensibilidade e intuição para outros pontos de necessidade energética, tanto em si, como no outro. Cada pessoa tem necessidades específicas, por isso cada aplicação de Reiki é única e as necessidades de uma mesma pessoa modificam a cada aplicação.
Auto Tratamento com Reiki
É possível e recomendável ao reikiano desenvolver o hábito de realizar o tratamento em si mesmo, pois, faz parte da higiene energética, ajudando ainda o desenvolvimento do doador, além de ser extremamente prazeroso. As mesmas posições usadas para o tratamento em outra pessoa, podem e devem ser usados pelo reikiano em si mesmo.
Tratamento Sistemático com o Reiki – Tratamento Padrão
Inicialmente o processo começa com quatro aplicações por quatro dias consecutivos. Após esse período, passa-se a fazer uma sessão semanalmente, e com a progressão do tratamento, o número de sessões vai diminuindo (quinzenalmente, mensalmente, até a alta).
O Reiki impulsiona o processo natural de cura através da ativação de energias de auto-cura do paciente, porém não substitui os cuidados médicos nem os remédios.
As doenças crônicas, em geral, necessitam de um tratamento mais prolongado. Às vezes é o caso de fazer sessões contínuas com período de tempo mais extenso.
Outras Aplicações do Reiki:
O Reiki pode ser aplicado em plantas, animais, alimentos, remédios e água, enfim, em tudo que é vivo.
Considerações sobre o equilíbrio e reconstrução dos chakras
Quando se trabalha com a energia Reiki em um paciente em que previamente já foi escutado o seu histórico de problemas atuais ou passados e já foi realizada a medição dos chakras para confirmar certos sintomas físicos, emocionais, mentais ou espirituais, deve-se levar em consideração que durante a aplicação da energia, os chakras já recebem-na de modo satisfatório para que ocorra um certo corretivo de modo individual.
Entretanto, como já enunciado, os chakras têm íntima ligação entre si através de um tronco de distribuição que corre ao longo da coluna.
Tal configuração chákrica promove a desfiguração de não apenas um determinado chakra. As decorrências físicas, mentais, emocionais ou espirituais, podem fechar um determinado chakra. Para esse chakra tentar se suprir, ele pode começar a retirar energia de outros chakras, que estão interligados, ocorrendo que outros chakras irão também apresentar desequilíbrios, aumentando as decorrências.
É claro que as decorrências podem, devido a sua própria complexidade, atingir vários chakras ao mesmo tempo. O terapeuta criterioso pode, através das medições dos chakras, traçar um panorama próximo da realidade do paciente, incluindo aí, nuances que o próprio paciente renega.
As posições padrões de aplicação do Reiki trabalham praticamente chakra a chakra. Todavia, é necessário e interessante que se faça o equilíbrio dos chakras frontais, dos dorsais e entre os frontais e os dorsais e, naturalmente, as pontas do tronco, que são os chakras Coronal e Raiz.
Equilíbrio dos Chakras Coronal e Raiz
• Colocar uma mão, alinhando o chakra da palma da mão com o chakra Coronal.
• Colocar a outra mão, alinhando o chakra da palma da mão com o chakra da Raiz.
• Esperar até que as duas mãos tenham sensações semelhantes.
•
Equilíbrio dos Chakras Frontais
• Sempre alinhando os chakras das palmas das mãos, colocar uma mão no chakra Genésico e outra mão no chakra Frontal.
• Colocar uma mão no chakra do Plexo Solar e outra mão no chakra Laríngeo.
• Juntar as duas mãos no chakra Cardíaco.
• Sempre esperar que as duas mãos tenham sensações semelhantes.
Equilíbrio dos Chakras Dorsais
• Em técnica semelhante ao do Equilíbrio do Chakras Frontais, sempre alinhando os chakras das palmas das mãos, colocar uma mão no correspondente dorsal do chakra Genésico e outra mão no correspondente dorsal do chakra Frontal.
• Colocar uma mão no correspondente dorsal do chakra do Plexo Solar e outra mão no correspondente dorsal do chakra Laríngeo.
• Juntar as duas mãos no correspondente dorsal do chakra Cardíaco.
• Sempre esperar que as duas mãos tenham sensações semelhantes.
Reconstrução dos Chakras
• Sempre alinhando os chakras das palmas das mãos, colocar uma mão no chakra Frontal e outra mão no chakra dorsal correspondente.
• Colocar uma mão no chakra Laríngeo e outra mão no chakra dorsal correspondente.
• Colocar uma mão no chakra Cardíaco e outra mão no chakra dorsal correspondente.
• Colocar uma mão no chakra do Plexo Solar e outra mão no chakra dorsal correspondente
• Colocar uma mão no chakra Genésico e outra mão no chakra dorsal correspondente
• Sempre esperar que as duas mãos tenham sensações semelhantes.
Algumas considerações:
• O equilíbrio dos chakras constituem um padrão quando não se conhece a profundo os problemas enfrentados pelo paciente naquele momento.
• Percebe-se que pela técnica apresentada o terapeuta carreia a energia para o chakra Cardíaco.
• Caso o paciente precise de energia (apesar de que a energia Reiki é tida como “inteligente” e vai onde é preciso) mais nos chakras inferiores ou nos superiores, deve-se considerar o que vêm a seguir.
Necessidade de energia nos chakras inferiores
• Colocar uma mão, alinhando o chakra da palma da mão com o chakra da Raiz.
• Colocar a outra mão, alinhando o chakra da palma da mão com o chakra da Coronal.
• Manter a mão no chakra da Raiz e descer a outra mão, chakra a chakra, até o chakra Genésico.
• Esperar até que as duas mãos tenham sensações semelhantes.
Nota: técnica muito usada em pacientes com histórico de depressão.
Necessidade de energia nos chakras superiores
• Colocar uma mão, alinhando o chakra da palma da mão com o chakra Coronal.
• Colocar a outra mão, alinhando o chakra da palma da mão com o chakra da Raiz.
• Manter a mão no chakra Coronal e subir a outra mão, chakra a chakra, até o chakra Frontal.
• Esperar até que as duas mãos tenham sensações semelhantes.
Nota: técnica muito usada em pacientes com histórico de ansiedade.
Necessidade de energia nos chakras superiores e inferiores
• Colocar as duas mãos, alinhando os chakras das palmas das mãos com o chakra Cardíaco.
• Uma mão sobe e a outra desce, chakra a chakra, terminando com uma mão no chakra Coronal e outra mão no chakra da Raiz.
• Esperar até que as duas mãos tenham sensações semelhantes.
Nota: técnica muito usada em pacientes com histórico de depressão bipolar, onde se alternam ansiedade (euforia) com intensa depressão.
Importante!
Quando de uma aplicação de Reiki sem que haja uma avaliação prévia do estado dos chakras, faz-se um alisamento da aura no começo e no final, sendo que o último movimento do alisamento final é “puxar” (carrear) a energia para cima, em direção ao chakra Coronal.
Considerando as técnicas de Equilíbrio e Necessidade, o alisamento final deve ser realizado normalmente e o último movimento deve seguir o que foi realizado dentro dessas técnicas. Compreendendo melhor: carrear a energia para baixo ou para cima, para o chakra central (Cardíaco) ou deste para cima e para baixo.
Selamento dos Chakras
Este trabalho pode ser realizado depois de trabalhar com Reiki ou somente em todos os chakras ou em algum chakra em especial. Esta é uma forma de purificar a energia e de selar e proteger e energia delicada dos chakras, fortalecendo o campo áurico.
Ter certeza seja qual for a técnica de análise (radiestesia, radiestesia mental, vidência, etc.), que os chakras estejam suficientemente abertos e equilibrados para se realizar este selamento.
Pode-se fazê-lo independente de um trabalho específico de Reiki. Basta saber se os chakras estão abertos e equilibrados. O selamento garantirá o equilíbrio e abertura por mais tempo, conservando a saúde física, emocional, mental e espiritual.
O procedimento para o selamento dos chakras é o que se segue:
1. Pegar uma vela acesa e traçar três vezes ao redor do corpo o contorno de uma cruz luminosa dentro de um circulo de luz. Fazer o movimento na direção horária.
2. Trace um círculo luminoso em volta do corpo.
3. Forme cruzes luminosas dentro de círculos de luz em volta de cada chakra. Fazer o movimento em sentido horário.
4. Circunde o corpo três vezes com um círculo luminoso. Movimento horário.
5. Trace uma cruz luminosa dentro de um círculo de luz por todo o corpo.
6. Faça uma cruz luminosa dentro de um círculo de luz, do alto da cabeça à base da coluna vertebral.
7. Faça uma cruz luminosa dentro de um círculo de luz no peito, no ponto em que os braços se ligam ao tronco.
O procedimento deve ser realizado nas costas e depois na frente do corpo após a sessão de Reiki.
Massagem nas Zonas de Reflexo nos Pés
Tornou-se um fato bastante conhecido entre os terapeutas que cada parte do corpo e cada órgão apresenta zonas de reflexo correspondentes. Além das orelhas e de outros pontos no corpo humano (mãos, rosto, olhos, nariz, cabeça e costas), talvez a zona de reflexo mais conhecida sejam os pés, nos quais o organismo inteiro é refletido em pequenas zonas.
A tradicional terapia das zonas de reflexo dos pés consiste numa massagem especial de pontos específicos dos pés.
Para essa massagem, considerar os órgãos afetados por alguma doença ou falta de energia, localizados nas zonas de reflexo de cada pé e aplicar o Reiki em forma de pressão usando o dedo médio ou em massagens circulares usando o mesmo dedo.
Considerar que cada chakra rege, conforme já explanado, determinados órgãos e tecidos do corpo humano. Destarte, a massagem de cada órgão / tecido, deverá ser feita em movimentos circulares, conforme o giro de cada chakra: dextrogiro ou sinistrogiro, considerando-se homem e mulher.
Equilíbrio dos Chakras:
Assim como as pessoas são diferentes umas das outras, o funcionamento dos chakras difere de indivíduo para indivíduo. Na maioria das pessoas, os chakras não funcionam perfeitamente, alguns têm muita energia, outros, pouca. É necessário restabelecer o equilíbrio entre eles, retirando energia dos mais sobrecarregados e transferindo-a para os menos carregados.
A técnica é a seguinte: coloca-se uma mão sobre o 1º chakra e a outra sobre o 6º chakra até sentir-se a mesma sensação. Em seguida, faz-se o mesmo com o 2º e o 5º chakras, e por fim, com o 3º e o 4º chakras. Este equilíbrio deve ser incluído em todo tratamento do Reiki. O 7º chakra também pode ser trabalhado em conjunto com o chakra da Raiz e de dois em dois até ser terminado com as duas mãos sobre o chakra Cardíaco.
Reconstrução dos Chakras:
As situações de desequilíbrio vividas podem afetar gravemente alguns chakras. Estes podem apresentar perturbações morfológicas, encontrar-se girando em sentido ao contrário do normal para homens e mulheres ou estar fora do seu eixo.
Nesse caso só o tratamento de equilíbrio não é suficiente, é necessário colocar a Energia Vital neles para que sua normalidade seja restabelecida. A técnica é a seguinte: coloca-se uma mão na parte frontal e outra na parte dorsal do chakra; assim a energia fluirá intensivamente, restaurando-o. O tempo médio para cada chakra é de cinco minutos.
O Ritual do Reiki
O ritual do Reiki não é obrigatório, porém exerce funções muito importantes no processo de aplicação. Ajuda o reikiano a entrar em contato com a egrégora do Reiki, ou seja, o campo energético criado por todos os praticantes de Reiki no mundo todo e em todos os tempos.
Além disso, um ritual estabelece uma seqüência e ordem que orienta o reikiano, preparando-o internamente para centralizar-se no coração, e assim, ser um bom e verdadeiro canal. Com a repetição continuada do ritual, o cérebro entrará automaticamente em ritmo alfa sempre que for iniciado.
O ritual Reiki pode sofrer algumas alterações de Mestre para Mestre, porém destacamos alguns pontos fundamentais:
A auto-centralização.
A evocação da energia universal.
O acariciamento ou alisamento da aura.
A reverência à pessoa.
A reverência à energia.
As Posições do Reiki – Tratamento Completo
Todas as posições para a aplicação do Reiki têm uma finalidade, tratam problemas específicos e servem ainda como guia para a prática do Reiki. Contudo, é necessário que o reikiano recém iniciado, desenvolva sua sensibilidade e intuição para outros pontos de necessidade energética, tanto em si, como no outro. Cada pessoa tem necessidades específicas, por isso cada aplicação de Reiki é única e as necessidades de uma mesma pessoa modificam a cada aplicação.
Auto Tratamento com Reiki
É possível e recomendável ao reikiano desenvolver o hábito de realizar o tratamento em si mesmo, pois, faz parte da higiene energética, ajudando ainda o desenvolvimento do doador, além de ser extremamente prazeroso. As mesmas posições usadas para o tratamento em outra pessoa, podem e devem ser usados pelo reikiano em si mesmo.
Tratamento Sistemático com o Reiki – Tratamento Padrão
Inicialmente o processo começa com quatro aplicações por quatro dias consecutivos. Após esse período, passa-se a fazer uma sessão semanalmente, e com a progressão do tratamento, o número de sessões vai diminuindo (quinzenalmente, mensalmente, até a alta).
O Reiki impulsiona o processo natural de cura através da ativação de energias de auto-cura do paciente, porém não substitui os cuidados médicos nem os remédios.
As doenças crônicas, em geral, necessitam de um tratamento mais prolongado. Às vezes é o caso de fazer sessões contínuas com período de tempo mais extenso.
Outras Aplicações do Reiki:
O Reiki pode ser aplicado em plantas, animais, alimentos, remédios e água, enfim, em tudo que é vivo.
Considerações sobre o equilíbrio e reconstrução dos chakras
Quando se trabalha com a energia Reiki em um paciente em que previamente já foi escutado o seu histórico de problemas atuais ou passados e já foi realizada a medição dos chakras para confirmar certos sintomas físicos, emocionais, mentais ou espirituais, deve-se levar em consideração que durante a aplicação da energia, os chakras já recebem-na de modo satisfatório para que ocorra um certo corretivo de modo individual.
Entretanto, como já enunciado, os chakras têm íntima ligação entre si através de um tronco de distribuição que corre ao longo da coluna.
Tal configuração chákrica promove a desfiguração de não apenas um determinado chakra. As decorrências físicas, mentais, emocionais ou espirituais, podem fechar um determinado chakra. Para esse chakra tentar se suprir, ele pode começar a retirar energia de outros chakras, que estão interligados, ocorrendo que outros chakras irão também apresentar desequilíbrios, aumentando as decorrências.
É claro que as decorrências podem, devido a sua própria complexidade, atingir vários chakras ao mesmo tempo. O terapeuta criterioso pode, através das medições dos chakras, traçar um panorama próximo da realidade do paciente, incluindo aí, nuances que o próprio paciente renega.
As posições padrões de aplicação do Reiki trabalham praticamente chakra a chakra. Todavia, é necessário e interessante que se faça o equilíbrio dos chakras frontais, dos dorsais e entre os frontais e os dorsais e, naturalmente, as pontas do tronco, que são os chakras Coronal e Raiz.
Equilíbrio dos Chakras Coronal e Raiz
• Colocar uma mão, alinhando o chakra da palma da mão com o chakra Coronal.
• Colocar a outra mão, alinhando o chakra da palma da mão com o chakra da Raiz.
• Esperar até que as duas mãos tenham sensações semelhantes.
•
Equilíbrio dos Chakras Frontais
• Sempre alinhando os chakras das palmas das mãos, colocar uma mão no chakra Genésico e outra mão no chakra Frontal.
• Colocar uma mão no chakra do Plexo Solar e outra mão no chakra Laríngeo.
• Juntar as duas mãos no chakra Cardíaco.
• Sempre esperar que as duas mãos tenham sensações semelhantes.
Equilíbrio dos Chakras Dorsais
• Em técnica semelhante ao do Equilíbrio do Chakras Frontais, sempre alinhando os chakras das palmas das mãos, colocar uma mão no correspondente dorsal do chakra Genésico e outra mão no correspondente dorsal do chakra Frontal.
• Colocar uma mão no correspondente dorsal do chakra do Plexo Solar e outra mão no correspondente dorsal do chakra Laríngeo.
• Juntar as duas mãos no correspondente dorsal do chakra Cardíaco.
• Sempre esperar que as duas mãos tenham sensações semelhantes.
Reconstrução dos Chakras
• Sempre alinhando os chakras das palmas das mãos, colocar uma mão no chakra Frontal e outra mão no chakra dorsal correspondente.
• Colocar uma mão no chakra Laríngeo e outra mão no chakra dorsal correspondente.
• Colocar uma mão no chakra Cardíaco e outra mão no chakra dorsal correspondente.
• Colocar uma mão no chakra do Plexo Solar e outra mão no chakra dorsal correspondente
• Colocar uma mão no chakra Genésico e outra mão no chakra dorsal correspondente
• Sempre esperar que as duas mãos tenham sensações semelhantes.
Algumas considerações:
• O equilíbrio dos chakras constituem um padrão quando não se conhece a profundo os problemas enfrentados pelo paciente naquele momento.
• Percebe-se que pela técnica apresentada o terapeuta carreia a energia para o chakra Cardíaco.
• Caso o paciente precise de energia (apesar de que a energia Reiki é tida como “inteligente” e vai onde é preciso) mais nos chakras inferiores ou nos superiores, deve-se considerar o que vêm a seguir.
Necessidade de energia nos chakras inferiores
• Colocar uma mão, alinhando o chakra da palma da mão com o chakra da Raiz.
• Colocar a outra mão, alinhando o chakra da palma da mão com o chakra da Coronal.
• Manter a mão no chakra da Raiz e descer a outra mão, chakra a chakra, até o chakra Genésico.
• Esperar até que as duas mãos tenham sensações semelhantes.
Nota: técnica muito usada em pacientes com histórico de depressão.
Necessidade de energia nos chakras superiores
• Colocar uma mão, alinhando o chakra da palma da mão com o chakra Coronal.
• Colocar a outra mão, alinhando o chakra da palma da mão com o chakra da Raiz.
• Manter a mão no chakra Coronal e subir a outra mão, chakra a chakra, até o chakra Frontal.
• Esperar até que as duas mãos tenham sensações semelhantes.
Nota: técnica muito usada em pacientes com histórico de ansiedade.
Necessidade de energia nos chakras superiores e inferiores
• Colocar as duas mãos, alinhando os chakras das palmas das mãos com o chakra Cardíaco.
• Uma mão sobe e a outra desce, chakra a chakra, terminando com uma mão no chakra Coronal e outra mão no chakra da Raiz.
• Esperar até que as duas mãos tenham sensações semelhantes.
Nota: técnica muito usada em pacientes com histórico de depressão bipolar, onde se alternam ansiedade (euforia) com intensa depressão.
Importante!
Quando de uma aplicação de Reiki sem que haja uma avaliação prévia do estado dos chakras, faz-se um alisamento da aura no começo e no final, sendo que o último movimento do alisamento final é “puxar” (carrear) a energia para cima, em direção ao chakra Coronal.
Considerando as técnicas de Equilíbrio e Necessidade, o alisamento final deve ser realizado normalmente e o último movimento deve seguir o que foi realizado dentro dessas técnicas. Compreendendo melhor: carrear a energia para baixo ou para cima, para o chakra central (Cardíaco) ou deste para cima e para baixo.
Selamento dos Chakras
Este trabalho pode ser realizado depois de trabalhar com Reiki ou somente em todos os chakras ou em algum chakra em especial. Esta é uma forma de purificar a energia e de selar e proteger e energia delicada dos chakras, fortalecendo o campo áurico.
Ter certeza seja qual for a técnica de análise (radiestesia, radiestesia mental, vidência, etc.), que os chakras estejam suficientemente abertos e equilibrados para se realizar este selamento.
Pode-se fazê-lo independente de um trabalho específico de Reiki. Basta saber se os chakras estão abertos e equilibrados. O selamento garantirá o equilíbrio e abertura por mais tempo, conservando a saúde física, emocional, mental e espiritual.
O procedimento para o selamento dos chakras é o que se segue:
1. Pegar uma vela acesa e traçar três vezes ao redor do corpo o contorno de uma cruz luminosa dentro de um circulo de luz. Fazer o movimento na direção horária.
2. Trace um círculo luminoso em volta do corpo.
3. Forme cruzes luminosas dentro de círculos de luz em volta de cada chakra. Fazer o movimento em sentido horário.
4. Circunde o corpo três vezes com um círculo luminoso. Movimento horário.
5. Trace uma cruz luminosa dentro de um círculo de luz por todo o corpo.
6. Faça uma cruz luminosa dentro de um círculo de luz, do alto da cabeça à base da coluna vertebral.
7. Faça uma cruz luminosa dentro de um círculo de luz no peito, no ponto em que os braços se ligam ao tronco.
O procedimento deve ser realizado nas costas e depois na frente do corpo após a sessão de Reiki.
Massagem nas Zonas de Reflexo nos Pés
Tornou-se um fato bastante conhecido entre os terapeutas que cada parte do corpo e cada órgão apresenta zonas de reflexo correspondentes. Além das orelhas e de outros pontos no corpo humano (mãos, rosto, olhos, nariz, cabeça e costas), talvez a zona de reflexo mais conhecida sejam os pés, nos quais o organismo inteiro é refletido em pequenas zonas.
A tradicional terapia das zonas de reflexo dos pés consiste numa massagem especial de pontos específicos dos pés.
Para essa massagem, considerar os órgãos afetados por alguma doença ou falta de energia, localizados nas zonas de reflexo de cada pé e aplicar o Reiki em forma de pressão usando o dedo médio ou em massagens circulares usando o mesmo dedo.
Considerar que cada chakra rege, conforme já explanado, determinados órgãos e tecidos do corpo humano. Destarte, a massagem de cada órgão / tecido, deverá ser feita em movimentos circulares, conforme o giro de cada chakra: dextrogiro ou sinistrogiro, considerando-se homem e mulher.
Posições de mãos e dedos durante o Reiki
Durante uma sessão de Reiki, para o Reiki Tradicional,idealizado por Takata temos 12 posições básicas de mãos para um tratamento completo. Cada posição de mãos, olhando pelo lado da técnica de uma forma simplista, sem que haja pelo lado do doador, recursos para melhor análise e sua intuição ainda não esteja apurada o suficiente; o tempo necessário é de cinco minutos em cada posição.
Todavia, independente do processo puramente técnico, há de levar em conta as necessidades do paciente. Para tanto, uma dor, por exemplo, em um lugar diferente das posições habituais, deve ser tratada com maior atenção, assim como outros vários problemas que o paciente possa apresentar.
A intuição é o melhor termômetro para definição dos pontos do corpo do paciente que há necessidade de tratamento. Confie nas tuas mãos; elas te guiarão para o melhor caminho para o paciente, inclusive para você mesmo, no auto - reiki.
À parte desse processo, colocamos aqui as possibilidades de uso das mãos e dedos durante um tratamento:
• Testa – mão inteira sobre a testa, coincidindo chakra da mão com o chakra frontal.
• Têmporas – duas mãos, uma em cada têmpora.
• Região occipital – duas mãos na região occipital, com os dedos terminando na medula oblongata.
• Nuca – mão inteira na nuca
• Garganta – duas mãos enlaçando a garganta com as pontas dos dedos se tocando.
• Topo da cabeça – mão inteira sobre o topo da cabeça, coincidindo o chakra da mão com o chakra coronal.
• Estômago e Intestinos – uma mão no estômago e outra no abdômen cobrindo os intestinos em ambos os lados do corpo.
• Olhos – uma mão em cada olho, coincidindo os chakras das mãos com os olhos.
• Entre os olhos e nariz – dedo indicador e polegar na base superior do nariz.
• Entre os olhos e têmporas – três dedos de cada mão tocando o ponto entre os olhos e as têmporas. Dois lados.
• Osso nasal – mão esquerda no chakra coronal e dois dedos, indicador e médio em cima do osso nasal, a partir de sua base.
• Laterais do nariz – mão esquerda no chakra coronal e dois dedos, indicador e médio nas laterais do nariz.
• Meio da testa – dedo indicador com a ponta exatamente em cima do chakra frontal.
• Canal auditivo – dedo indicador ou médio suavemente colocado na entrada do canal auditivo. Dois lados.
• Parte anterior e posterior das orelhas – com as mãos nas duas orelhas, enlaçando cada orelha entre os dedos indicador e médio.
• Boca – sem cobrir os lábios, uma mão enlaçando a boca entre os dedos: indicador, médio anular e mínimo. O dedo indicador fica entre o nariz e a boca e os restantes no queixo. A outra mão no chakra correspondente ao chakra frontal, na parte posterior da cabeça, na altura da medula oblongata.
• Língua – colocar o dedo indicador ou médio na parte anterior da língua. Usar luvas de látex descartáveis.
• Raiz da língua –colocar o dedo indicador ou médio na raiz da língua, tomando-se o cuidado de não provocar vômito. Usar luvas de látex descartáveis.
• Cartilagem da garganta – uma mão na nuca e outra tocando a cartilagem da garganta usando os dedos indicador e médio.
• Meio da testa – uma mão no chakra coronal e outra usando os dedos:indicador, médio e anular cobrindo verticalmente o chakra frontal.
• Meio do lábio superior – uma mão no chakra coronal e outra usando o dedo indicador ou médio entre o nariz e o lábio superior.
• Pulmões – mãos colocadas ao longo vertical dos pulmões frente e costas. Considerar a parte alta e baixa dos pulmões.
• Fígado – uma ou duas mãos diretamente sobre o fígado.
• Intestino grosso superior e lado, intestino grosso inferior e região do intestino delgado – Colocar as duas mãos nas regiões determinadas e afetadas.
• Região da bexiga – colocar uma mão ligeiramente acima do púbis, sobre a bexiga.
• Região do útero – colocar uma mão ligeiramente mais acima do púbis, sobre o útero.
• Trompas, ovários – colocar as mãos entre o útero e o os ossos salientes do quadril.
• Órgãos genitais – Esta posição deve ser feita sem encostar, até 2,5 cm de distância do corpo, com uma mão. Conservar a outra mão em qualquer outra parte do corpo, para não perder a ligação energética.
• Diafragma – uma ou duas mãos diretamente sobre o diafragma.
• Traquéia – uma mão diretamente na traquéia no sentido vertical.
• Brônquios – duas mãos diretamente no começo da ramificação dos brônquios.
• Região do coração – nunca colocar a(s) mão(s) diretamente sobre o coração. Para esta área, colocar as mãos em forma de “T” considerando uma mão sobre o chakra cardíaco na vertical e outra acima, na horizontal, formando o “T”.
• Apêndice xifóide – uma mão diretamente no apêndice xifóide ou dois dedos, o indicador e médio.
• Apêndice – Uma mão diretamente no apêndice.
• Ureter – uma mão diretamente no ureter. Esta posição deve ser realizada sem tocar, a exemplo de “órgãos genitais”.
• Seios – duas mãos, uma em cada seio, sem tocar, avisando o paciente da retirada das mãos ou uma mão sem tocar nos seios e outra tocando em qualquer outro lugar do corpo.
• Vértebras cervicais, torácicas e lombares – conforme a região afetada, usar os dedos de uma ou das duas mãos. Cada dedo sobre cada vértebra.
• Sacro, cóccix – uma mão diretamente sobre o cóccix.
• Rins – uma mão em cada rim.
• Glândulas supra-renais – a mesma posição dos rins, apenas um pouco acima.
• Deslizamento para recolocação do paciente à realidade – deslizar as mãos lado a lado com a coluna, desde o sacro até a medula oblongata. Repetir por três vezes.
• Cotovelos – uma mão em cada cotovelo.
• Palmas – centralizar os chakras das palmas das mãos com os chakras das palmas das mãos do paciente.
• Plantas dos pés – uma mão em cada planta dos pés, abrangendo toda a região do pé.
• Região anal – uma mão no cóccix e outra dirigida diretamente ao ânus do paciente, sem tocar.
• Percussão punho ou dedos – percutir onde a intuição mandar com o punho fechado ou com a ponta de três dedos: indicador, médio e anular.
• Glândulas – manter as mãos sobre cada glândula importante no corpo humano.
• Varizes – colocar uma mão no início da veia e outra no final. Repetir na outra perna, mesmo que não haja necessidade.
• Celulite – mãos no início e final. Repetir na outra perna.
• Culote – mãos no início e final. Repetir na outra perna.
• Joelhos – uma mão em cada joelho, frente e atrás.
• Panturrilha – uma mão em cada panturrilha, atrás e na frente.
• Tornozelos – uma mão em cada tornozelo, frente e atrás.
• Peito do pé - Uma mão em cada peito de pé.
• Ciático – Uma mão no início do nervo ciático, na base da coluna e outra mão na planta do pé.
Come se pode perceber, vista a pequena relação acima “o céu é o limite” para aplicação do Reiki. Além das posições já consagradas (12), temos inúmeras variações. Deixe sua intuição te levar pelo caminho do coração e do amor enquanto estiver aplicando Reiki. O Reiki o conduzirá.
Não deixe também de levar em conta as avaliações pendulares ou através da P.E.S. ou de qualquer artifício extra sensorial, ou de simples análise que lhe ajude nessa empreitada.
Algumas regras, contudo, não podem ser infringidas e outras seguidas rigorosamente, a saber:
• Os braços e pernas do paciente não podem ficar cruzados.
• Se o paciente quiser ficar com as mãos colocadas na barriga, por exemplo, durante todo o tratamento de costas, aplicar o Reiki por sobre as mãos do mesmo.
• O doador de Reiki não deve cruzar as pernas durante a sessão e de preferência manter os dois pés ao solo.
• A falta de órgãos e membros não justifica a não necessidade de Reiki. A parte etérica continua presente.
• Considerando que o corpo do paciente tem uma parte yin e outra, yang, qualquer colocação de mãos que não seja pontual, deve abranger os dois lados do corpo do paciente, mesmo que a energia Reiki não seja polarizada.
• O doador de Reiki não deve cruzar as mãos por sobre o paciente. Se tiver que trocar de posição e haja esta necessidade, levantar a mão e circundar o corpo.
• Nunca o doador de Reiki deve retirar as mãos do paciente sem antes avisá-lo, no caso de uma emergência. Deve-se procurar manter sempre pelo menos uma mão em contato com o paciente até o final da sessão.
• Partes íntimas não devem ser tocadas, mesmo que haja permissão do paciente para tanto. Conservar a (s) mão (s) no máximo a 2,5 cm de altura do corpo do paciente.
• Ao tratar um paciente, esteja aberto a tudo o que os seus sentidos perceberem. Seja a personificação da atenção: registre cada pensamento, cada sentimento, cada inspiração, mesmo que pareçam totalmente irrelevantes. Observe seu paciente. A cor da pele dele e a posição do corpo. Os membros estão estendidos naturalmente? A coluna está reta ou apresenta desvios? O corpo se mexe durante o tratamento? Há sobressaltos? Contrações? É frio, meio-termo ou quente? A respiração é profunda ou superficial, regular ou irregular? Há rigidez ou descontração? Qual a expressão facial do paciente? Choro quieto ou convulsivo? Se você tem P.E.S., como se apresenta a aura do paciente? Estas observações entre tantas a nível observável e outras subliminares podem dar uma pista ao doador quanto às necessidades de energia do paciente.
• Sensações sexuais – sensações sexuais são as mais naturais no mundo e nos seres humanos. Porém, se a sexualidade é reprimida, ela passa a se manifestar em outro lugar, em geral de maneira indesejada. O que fazer se durante uma sessão de Reiki, o doador se sentir sexualmente excitado? Esta conotação de excitação pode partir simplesmente do doador ou ser uma sensação subliminar provinda do paciente, não importa o sexo. O método mais simples é pensar em outra coisa! Agora, se o estímulo é tão forte que o método anterior não funcione, inspire pelo nariz e sinta a energia fluindo para o corpo através do primeiro chakra. Assim como o ar desce até o abdômen, a energia sobe na direção oposta, do primeiro ao sexto chakra, até o nariz. Ela sai rapidamente do corpo nesse ponto, para voltar ao canal de energia com a expiração e então descer ao primeiro chakra. A energia sai rapidamente do corpo ali, e todo o processo se repete com a respiração seguinte. Outro método que produz um efeito imediato é imaginar / sentir uma bola reluzente em torno do doador em lindas tonalidades cor-de-rosa, permeável de dentro para fora e impermeável de fora para dentro.
• Sempre o doador deve permitir a presença de pessoas que estejam acompanhando o paciente, principalmente o caso de cônjuges. Evidentemente deve ser usado o bom senso, para que a sessão não fique prejudicada. Avisar aos acompanhantes quanto ao silêncio necessário e não intervenção.
• O doador de Reiki ou terapeuta Reiki ou Reikiano deve se preparar para ouvir. Muitas vezes, o paciente tem uma história de vida a contar e sente necessidade disso. Ter alguém para escutar seus problemas e que não esteja envolvido com eles é, para muitas pessoas, uma catarse relevante. O terapeuta não deve emitir opiniões se não for convidado a tanto. Caso haja o pedido, deve enfatizar que é apenas o que ele próprio faria em determinadas situações, não sugestionando o paciente a nada. Ser gentil é uma coisa, intrometer-se...
• Fazer mensurações periódicas com o pêndulo, P.E.S. ou outro artifício, para avaliação do estado dos chakras entre outras avaliações de cunho físico, mental, emocional e espiritual.
• Verificar se o paciente já superou os problemas iniciais e finais e gentilmente retirar o tratamento. Muitas pessoas ficam “viciadas” em Reiki e usam-no sem necessidade. O terapeuta tem que estar atento a isso, para que o paciente comece a “andar com suas próprias pernas”.
Todavia, independente do processo puramente técnico, há de levar em conta as necessidades do paciente. Para tanto, uma dor, por exemplo, em um lugar diferente das posições habituais, deve ser tratada com maior atenção, assim como outros vários problemas que o paciente possa apresentar.
A intuição é o melhor termômetro para definição dos pontos do corpo do paciente que há necessidade de tratamento. Confie nas tuas mãos; elas te guiarão para o melhor caminho para o paciente, inclusive para você mesmo, no auto - reiki.
À parte desse processo, colocamos aqui as possibilidades de uso das mãos e dedos durante um tratamento:
• Testa – mão inteira sobre a testa, coincidindo chakra da mão com o chakra frontal.
• Têmporas – duas mãos, uma em cada têmpora.
• Região occipital – duas mãos na região occipital, com os dedos terminando na medula oblongata.
• Nuca – mão inteira na nuca
• Garganta – duas mãos enlaçando a garganta com as pontas dos dedos se tocando.
• Topo da cabeça – mão inteira sobre o topo da cabeça, coincidindo o chakra da mão com o chakra coronal.
• Estômago e Intestinos – uma mão no estômago e outra no abdômen cobrindo os intestinos em ambos os lados do corpo.
• Olhos – uma mão em cada olho, coincidindo os chakras das mãos com os olhos.
• Entre os olhos e nariz – dedo indicador e polegar na base superior do nariz.
• Entre os olhos e têmporas – três dedos de cada mão tocando o ponto entre os olhos e as têmporas. Dois lados.
• Osso nasal – mão esquerda no chakra coronal e dois dedos, indicador e médio em cima do osso nasal, a partir de sua base.
• Laterais do nariz – mão esquerda no chakra coronal e dois dedos, indicador e médio nas laterais do nariz.
• Meio da testa – dedo indicador com a ponta exatamente em cima do chakra frontal.
• Canal auditivo – dedo indicador ou médio suavemente colocado na entrada do canal auditivo. Dois lados.
• Parte anterior e posterior das orelhas – com as mãos nas duas orelhas, enlaçando cada orelha entre os dedos indicador e médio.
• Boca – sem cobrir os lábios, uma mão enlaçando a boca entre os dedos: indicador, médio anular e mínimo. O dedo indicador fica entre o nariz e a boca e os restantes no queixo. A outra mão no chakra correspondente ao chakra frontal, na parte posterior da cabeça, na altura da medula oblongata.
• Língua – colocar o dedo indicador ou médio na parte anterior da língua. Usar luvas de látex descartáveis.
• Raiz da língua –colocar o dedo indicador ou médio na raiz da língua, tomando-se o cuidado de não provocar vômito. Usar luvas de látex descartáveis.
• Cartilagem da garganta – uma mão na nuca e outra tocando a cartilagem da garganta usando os dedos indicador e médio.
• Meio da testa – uma mão no chakra coronal e outra usando os dedos:indicador, médio e anular cobrindo verticalmente o chakra frontal.
• Meio do lábio superior – uma mão no chakra coronal e outra usando o dedo indicador ou médio entre o nariz e o lábio superior.
• Pulmões – mãos colocadas ao longo vertical dos pulmões frente e costas. Considerar a parte alta e baixa dos pulmões.
• Fígado – uma ou duas mãos diretamente sobre o fígado.
• Intestino grosso superior e lado, intestino grosso inferior e região do intestino delgado – Colocar as duas mãos nas regiões determinadas e afetadas.
• Região da bexiga – colocar uma mão ligeiramente acima do púbis, sobre a bexiga.
• Região do útero – colocar uma mão ligeiramente mais acima do púbis, sobre o útero.
• Trompas, ovários – colocar as mãos entre o útero e o os ossos salientes do quadril.
• Órgãos genitais – Esta posição deve ser feita sem encostar, até 2,5 cm de distância do corpo, com uma mão. Conservar a outra mão em qualquer outra parte do corpo, para não perder a ligação energética.
• Diafragma – uma ou duas mãos diretamente sobre o diafragma.
• Traquéia – uma mão diretamente na traquéia no sentido vertical.
• Brônquios – duas mãos diretamente no começo da ramificação dos brônquios.
• Região do coração – nunca colocar a(s) mão(s) diretamente sobre o coração. Para esta área, colocar as mãos em forma de “T” considerando uma mão sobre o chakra cardíaco na vertical e outra acima, na horizontal, formando o “T”.
• Apêndice xifóide – uma mão diretamente no apêndice xifóide ou dois dedos, o indicador e médio.
• Apêndice – Uma mão diretamente no apêndice.
• Ureter – uma mão diretamente no ureter. Esta posição deve ser realizada sem tocar, a exemplo de “órgãos genitais”.
• Seios – duas mãos, uma em cada seio, sem tocar, avisando o paciente da retirada das mãos ou uma mão sem tocar nos seios e outra tocando em qualquer outro lugar do corpo.
• Vértebras cervicais, torácicas e lombares – conforme a região afetada, usar os dedos de uma ou das duas mãos. Cada dedo sobre cada vértebra.
• Sacro, cóccix – uma mão diretamente sobre o cóccix.
• Rins – uma mão em cada rim.
• Glândulas supra-renais – a mesma posição dos rins, apenas um pouco acima.
• Deslizamento para recolocação do paciente à realidade – deslizar as mãos lado a lado com a coluna, desde o sacro até a medula oblongata. Repetir por três vezes.
• Cotovelos – uma mão em cada cotovelo.
• Palmas – centralizar os chakras das palmas das mãos com os chakras das palmas das mãos do paciente.
• Plantas dos pés – uma mão em cada planta dos pés, abrangendo toda a região do pé.
• Região anal – uma mão no cóccix e outra dirigida diretamente ao ânus do paciente, sem tocar.
• Percussão punho ou dedos – percutir onde a intuição mandar com o punho fechado ou com a ponta de três dedos: indicador, médio e anular.
• Glândulas – manter as mãos sobre cada glândula importante no corpo humano.
• Varizes – colocar uma mão no início da veia e outra no final. Repetir na outra perna, mesmo que não haja necessidade.
• Celulite – mãos no início e final. Repetir na outra perna.
• Culote – mãos no início e final. Repetir na outra perna.
• Joelhos – uma mão em cada joelho, frente e atrás.
• Panturrilha – uma mão em cada panturrilha, atrás e na frente.
• Tornozelos – uma mão em cada tornozelo, frente e atrás.
• Peito do pé - Uma mão em cada peito de pé.
• Ciático – Uma mão no início do nervo ciático, na base da coluna e outra mão na planta do pé.
Come se pode perceber, vista a pequena relação acima “o céu é o limite” para aplicação do Reiki. Além das posições já consagradas (12), temos inúmeras variações. Deixe sua intuição te levar pelo caminho do coração e do amor enquanto estiver aplicando Reiki. O Reiki o conduzirá.
Não deixe também de levar em conta as avaliações pendulares ou através da P.E.S. ou de qualquer artifício extra sensorial, ou de simples análise que lhe ajude nessa empreitada.
Algumas regras, contudo, não podem ser infringidas e outras seguidas rigorosamente, a saber:
• Os braços e pernas do paciente não podem ficar cruzados.
• Se o paciente quiser ficar com as mãos colocadas na barriga, por exemplo, durante todo o tratamento de costas, aplicar o Reiki por sobre as mãos do mesmo.
• O doador de Reiki não deve cruzar as pernas durante a sessão e de preferência manter os dois pés ao solo.
• A falta de órgãos e membros não justifica a não necessidade de Reiki. A parte etérica continua presente.
• Considerando que o corpo do paciente tem uma parte yin e outra, yang, qualquer colocação de mãos que não seja pontual, deve abranger os dois lados do corpo do paciente, mesmo que a energia Reiki não seja polarizada.
• O doador de Reiki não deve cruzar as mãos por sobre o paciente. Se tiver que trocar de posição e haja esta necessidade, levantar a mão e circundar o corpo.
• Nunca o doador de Reiki deve retirar as mãos do paciente sem antes avisá-lo, no caso de uma emergência. Deve-se procurar manter sempre pelo menos uma mão em contato com o paciente até o final da sessão.
• Partes íntimas não devem ser tocadas, mesmo que haja permissão do paciente para tanto. Conservar a (s) mão (s) no máximo a 2,5 cm de altura do corpo do paciente.
• Ao tratar um paciente, esteja aberto a tudo o que os seus sentidos perceberem. Seja a personificação da atenção: registre cada pensamento, cada sentimento, cada inspiração, mesmo que pareçam totalmente irrelevantes. Observe seu paciente. A cor da pele dele e a posição do corpo. Os membros estão estendidos naturalmente? A coluna está reta ou apresenta desvios? O corpo se mexe durante o tratamento? Há sobressaltos? Contrações? É frio, meio-termo ou quente? A respiração é profunda ou superficial, regular ou irregular? Há rigidez ou descontração? Qual a expressão facial do paciente? Choro quieto ou convulsivo? Se você tem P.E.S., como se apresenta a aura do paciente? Estas observações entre tantas a nível observável e outras subliminares podem dar uma pista ao doador quanto às necessidades de energia do paciente.
• Sensações sexuais – sensações sexuais são as mais naturais no mundo e nos seres humanos. Porém, se a sexualidade é reprimida, ela passa a se manifestar em outro lugar, em geral de maneira indesejada. O que fazer se durante uma sessão de Reiki, o doador se sentir sexualmente excitado? Esta conotação de excitação pode partir simplesmente do doador ou ser uma sensação subliminar provinda do paciente, não importa o sexo. O método mais simples é pensar em outra coisa! Agora, se o estímulo é tão forte que o método anterior não funcione, inspire pelo nariz e sinta a energia fluindo para o corpo através do primeiro chakra. Assim como o ar desce até o abdômen, a energia sobe na direção oposta, do primeiro ao sexto chakra, até o nariz. Ela sai rapidamente do corpo nesse ponto, para voltar ao canal de energia com a expiração e então descer ao primeiro chakra. A energia sai rapidamente do corpo ali, e todo o processo se repete com a respiração seguinte. Outro método que produz um efeito imediato é imaginar / sentir uma bola reluzente em torno do doador em lindas tonalidades cor-de-rosa, permeável de dentro para fora e impermeável de fora para dentro.
• Sempre o doador deve permitir a presença de pessoas que estejam acompanhando o paciente, principalmente o caso de cônjuges. Evidentemente deve ser usado o bom senso, para que a sessão não fique prejudicada. Avisar aos acompanhantes quanto ao silêncio necessário e não intervenção.
• O doador de Reiki ou terapeuta Reiki ou Reikiano deve se preparar para ouvir. Muitas vezes, o paciente tem uma história de vida a contar e sente necessidade disso. Ter alguém para escutar seus problemas e que não esteja envolvido com eles é, para muitas pessoas, uma catarse relevante. O terapeuta não deve emitir opiniões se não for convidado a tanto. Caso haja o pedido, deve enfatizar que é apenas o que ele próprio faria em determinadas situações, não sugestionando o paciente a nada. Ser gentil é uma coisa, intrometer-se...
• Fazer mensurações periódicas com o pêndulo, P.E.S. ou outro artifício, para avaliação do estado dos chakras entre outras avaliações de cunho físico, mental, emocional e espiritual.
• Verificar se o paciente já superou os problemas iniciais e finais e gentilmente retirar o tratamento. Muitas pessoas ficam “viciadas” em Reiki e usam-no sem necessidade. O terapeuta tem que estar atento a isso, para que o paciente comece a “andar com suas próprias pernas”.
Desintoxicação do organismo através do Tanden
Quando se fizer a Limpeza da Coluna, ou em outro qualquer momento do tratamento com Reiki, deve-se fazer a desintoxicação do organismo através do Tanden. Para isso estando o paciente de bruços ou de costas, coloque uma das mãos sobre o Tanden e a outra nas costas, no ponto que lhe corresponde.
Mantenha as mãos nessas posições durante exatos treze minutos e imagine todas as toxinas saindo do corpo, principalmente pelos pés e se adentrando ao solo. Essa técnica é muito eficaz contra a excessiva quantidade de remédios que o paciente possa ingerir, sendo igualmente eficaz contra a constipação.
O estômago do paciente geralmente produz ruído (borborigmos) depois de alguns minutos de tratamento. Por isso previna-o antecipadamente para não se envergonhe por causa disso. Há muitas pessoas que são extremamente reservadas quanto a isso e fazem de tudo para reprimi-los. Os borborigmos são até, um sinal efetivo que o tratamento para desintoxicação está surtindo efeito, apesar de que ruídos não são uma regra para isso, somente um indicador. Se não houver ruídos, não significa menor eficácia no tratamento.
Mantenha as mãos nessas posições durante exatos treze minutos e imagine todas as toxinas saindo do corpo, principalmente pelos pés e se adentrando ao solo. Essa técnica é muito eficaz contra a excessiva quantidade de remédios que o paciente possa ingerir, sendo igualmente eficaz contra a constipação.
O estômago do paciente geralmente produz ruído (borborigmos) depois de alguns minutos de tratamento. Por isso previna-o antecipadamente para não se envergonhe por causa disso. Há muitas pessoas que são extremamente reservadas quanto a isso e fazem de tudo para reprimi-los. Os borborigmos são até, um sinal efetivo que o tratamento para desintoxicação está surtindo efeito, apesar de que ruídos não são uma regra para isso, somente um indicador. Se não houver ruídos, não significa menor eficácia no tratamento.
Limpeza da coluna
Avalie com o pêndulo a necessidade de uma limpeza na coluna do paciente ou então “sinta” essa necessidade com outros recursos que você tenha, como por exemplo, a Percepção Extra Sensorial. Trata-se, via de regra, de uma boa coisa, pois limpa a principal corrente de energia vertical do campo áurico.
Para realizar a limpeza da coluna, peça ao paciente que se deite de bruços. Tenha, para isso, uma mesa que permita olhar diretamente para baixo, pois o paciente não deve virar a cabeça para lado nenhum neste trabalho. Se você não possuir este tipo de mesa, procure com ajuda de travesseiros, garantir que o paciente não vire a cabeça para o lado.
Massageie a área do sacro. Usando os polegares, massageie os forames (orifícios do osso, onde passam os nervos) do sacro. O sacro é um conjunto de ossos unidos, com a ponta dirigida para baixo, acima do gluteus maximus, com cinco forames de cada lado do triângulo. A última vértebra lombar se assenta sobre ele, e o cóccix se estende para baixo, a partir da extremidade inferior.
Faça pequenos círculos com os polegares na área dos forames do sacro, obedecendo a ordem de giro de cada chakra e a região que eles abrangem, para homem e mulher. Envie energia Reiki pelos polegares acrescida da cor de cada chakra, uma vez que massageados os forames, deve-se percorrer a coluna de baixo para cima fazendo massagens do lado de cada vértebra, e trocando de cor conforme a área de atuação de cada chakra.
Feito isso. Desça as mãos até a área do sacro e com as duas mãos em conjunto canalize a luz azul como se fosse um raio laser, percorrendo toda a coluna e saindo pelo alto da cabeça, através do Chakra Coronal.
Para realizar a limpeza da coluna, peça ao paciente que se deite de bruços. Tenha, para isso, uma mesa que permita olhar diretamente para baixo, pois o paciente não deve virar a cabeça para lado nenhum neste trabalho. Se você não possuir este tipo de mesa, procure com ajuda de travesseiros, garantir que o paciente não vire a cabeça para o lado.
Massageie a área do sacro. Usando os polegares, massageie os forames (orifícios do osso, onde passam os nervos) do sacro. O sacro é um conjunto de ossos unidos, com a ponta dirigida para baixo, acima do gluteus maximus, com cinco forames de cada lado do triângulo. A última vértebra lombar se assenta sobre ele, e o cóccix se estende para baixo, a partir da extremidade inferior.
Faça pequenos círculos com os polegares na área dos forames do sacro, obedecendo a ordem de giro de cada chakra e a região que eles abrangem, para homem e mulher. Envie energia Reiki pelos polegares acrescida da cor de cada chakra, uma vez que massageados os forames, deve-se percorrer a coluna de baixo para cima fazendo massagens do lado de cada vértebra, e trocando de cor conforme a área de atuação de cada chakra.
Feito isso. Desça as mãos até a área do sacro e com as duas mãos em conjunto canalize a luz azul como se fosse um raio laser, percorrendo toda a coluna e saindo pelo alto da cabeça, através do Chakra Coronal.
Limpeza da Aura
A técnica de Limpeza da Aura significa simplesmente a limpeza do campo do paciente pela retirada do entulho áurico. Além de limpar, esta técnica também enche a aura de energia e geralmente a reequilibra.
Isso se faz introduzindo energia no corpo aos poucos, a começar pelos pés. O melhor é introduzir energia de maneira natural, criando equilíbrio e saúde em todo o sistema.
A energia, portanto, se introduz no corpo a partir dos pés, porque normalmente é extraída da terra através do primeiro chakra e dos dois chakras da planta dos pés. As energias da terra são sempre necessárias para curar o corpo físico porque pertencem às vibrações inferiores. Por conseguinte, você estará derramando energia num sistema esvaziado da maneira mais natural possível. Assim sendo, o corpo de energia absorve a energia e transporta-a para onde for necessário.
O processo deve ser realizado na parte frontal e dorsal do corpo do paciente:
1. Sente-se com as mãos nos pés do paciente até que o campo geral esteja limpo e equilibrado. A energia que flui dessa posição ativa todo o campo. Caso sinta canalizar uma determinada cor, consinta que ela flua normalmente. Não se concentre em uma determinada cor: os campos são mais “experts” do que sua mente linear. Suas mãos poderão experimentar sensações de calor, formigamento, pulsações lentas e rítmicas ou perceber mudanças de fluxo da energia. Quando sentir um fluxo de energia igual nos dois pés, passe para a fase seguinte. As sensações nas mãos são válidas para todas as outras posições.
2. Conserve uma das mãos no corpo do paciente a fim de manter a conexão. Coloque uma das mãos na planta de um dos pés e a outra mão no tornozelo. Faça a mesma coisa no outro pé.
3. Conserve uma mão no tornozelo e deslize a outra até o joelho. Faça o mesmo na outra perna.
4. Conserve uma mão no joelho e deslize a outra até o quadril. Faça o mesmo na outra perna.
5. Conserve uma das mãos no quadril e deslize a outra até o Chakra Genésico. Faça o mesmo do outro lado do quadril.
6. Conserve uma das mãos no Chakra Genésico e deslize a outra mão até o Chakra do Plexo Solar.
7. Conserve uma das mãos no Chakra do Plexo Solar e deslize a outra mão até o Chakra Cardíaco.
8. Nesse ponto, coloque uma das mãos na palma da mão do paciente alinhando os chakras ali existentes e deslize a outra mão até a parte frontal do cotovelo. Faça o mesmo no outro braço.
9. Conserve uma mão na parte frontal do cotovelo e deslize a outra mão até o ombro. Faça o mesmo no outro braço.
10. Conserve uma mão no braço e deslize a outra mão até o Chakra Cardíaco. Faça o mesmo a partir do outro braço.
11. Conserve uma mão no Chakra Cardíaco e deslize a outra mão até o Chakra Laríngeo.
12. Conserve uma mão no Chakra Laríngeo e deslize a outra mão até o Chakra Frontal, em linha reta ou pelo lado do rosto do paciente.
13. Conserve uma mão no Chakra Frontal e deslize a outra mão até o Chakra Coronal.
14. Deslize a mão que está no Chakra Frontal até o Chakra Coronal.
15. Separe e conserve as duas mãos nos dois hemisférios cerebrais.
16. Termine levando as duas mãos acima do Chakra Coronal como se tivesse “empurrando” a energia para cima.
O processo acima descrito é realizado com o paciente deitado de costas. Peça para o paciente virar-se e ficar de bruços e refaça todos os passos descritos
Isso se faz introduzindo energia no corpo aos poucos, a começar pelos pés. O melhor é introduzir energia de maneira natural, criando equilíbrio e saúde em todo o sistema.
A energia, portanto, se introduz no corpo a partir dos pés, porque normalmente é extraída da terra através do primeiro chakra e dos dois chakras da planta dos pés. As energias da terra são sempre necessárias para curar o corpo físico porque pertencem às vibrações inferiores. Por conseguinte, você estará derramando energia num sistema esvaziado da maneira mais natural possível. Assim sendo, o corpo de energia absorve a energia e transporta-a para onde for necessário.
O processo deve ser realizado na parte frontal e dorsal do corpo do paciente:
1. Sente-se com as mãos nos pés do paciente até que o campo geral esteja limpo e equilibrado. A energia que flui dessa posição ativa todo o campo. Caso sinta canalizar uma determinada cor, consinta que ela flua normalmente. Não se concentre em uma determinada cor: os campos são mais “experts” do que sua mente linear. Suas mãos poderão experimentar sensações de calor, formigamento, pulsações lentas e rítmicas ou perceber mudanças de fluxo da energia. Quando sentir um fluxo de energia igual nos dois pés, passe para a fase seguinte. As sensações nas mãos são válidas para todas as outras posições.
2. Conserve uma das mãos no corpo do paciente a fim de manter a conexão. Coloque uma das mãos na planta de um dos pés e a outra mão no tornozelo. Faça a mesma coisa no outro pé.
3. Conserve uma mão no tornozelo e deslize a outra até o joelho. Faça o mesmo na outra perna.
4. Conserve uma mão no joelho e deslize a outra até o quadril. Faça o mesmo na outra perna.
5. Conserve uma das mãos no quadril e deslize a outra até o Chakra Genésico. Faça o mesmo do outro lado do quadril.
6. Conserve uma das mãos no Chakra Genésico e deslize a outra mão até o Chakra do Plexo Solar.
7. Conserve uma das mãos no Chakra do Plexo Solar e deslize a outra mão até o Chakra Cardíaco.
8. Nesse ponto, coloque uma das mãos na palma da mão do paciente alinhando os chakras ali existentes e deslize a outra mão até a parte frontal do cotovelo. Faça o mesmo no outro braço.
9. Conserve uma mão na parte frontal do cotovelo e deslize a outra mão até o ombro. Faça o mesmo no outro braço.
10. Conserve uma mão no braço e deslize a outra mão até o Chakra Cardíaco. Faça o mesmo a partir do outro braço.
11. Conserve uma mão no Chakra Cardíaco e deslize a outra mão até o Chakra Laríngeo.
12. Conserve uma mão no Chakra Laríngeo e deslize a outra mão até o Chakra Frontal, em linha reta ou pelo lado do rosto do paciente.
13. Conserve uma mão no Chakra Frontal e deslize a outra mão até o Chakra Coronal.
14. Deslize a mão que está no Chakra Frontal até o Chakra Coronal.
15. Separe e conserve as duas mãos nos dois hemisférios cerebrais.
16. Termine levando as duas mãos acima do Chakra Coronal como se tivesse “empurrando” a energia para cima.
O processo acima descrito é realizado com o paciente deitado de costas. Peça para o paciente virar-se e ficar de bruços e refaça todos os passos descritos
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