1.Manipulação dos símbolos do Reiki
Nesta parte, queremos esclarecer como os símbolos do Reiki do Segundo Grau e Mestrado podem ser manipulados. Aqui, principalmente, não há modos certos ou errados de uso. O mais importante é que você descubra um jeito de trabalhar que lhe sirva pessoalmente. Nós aprendemos e efetivamos com a ajuda dos nossos sentidos.
Estes estão divididos em três grupos principais. Naturalmente, cada pessoa usa todos os seus sentidos, mas um sentido em geral é mais forte do que os outros. Você então é principalmente:
1. emotivo (este grupo inclui o sentido do tato, bem como o do paladar e do olfato)
2. auditivo
3. visual
Se você não sabe bem a que grupo pertence, feche rapidamente os olhos e pergunte a si mesmo com qual sentido você percebe o seu meio ambiente de modo mais intenso. Por exemplo: você percebe como o seu parceiro está se sentindo ouvindo a voz dele, ou você percebe isso ao olhar para ele? Talvez você o sinta também bastando que ele entre em casa? Você pode usar esse conhecimento no trabalho com os símbolos do Reiki.
Em primeiro lugar, procure na lista que é apresentada mais abaixo o tipo e o modo de trabalhar com os símbolos que lhe pareça mais fácil. Naturalmente, no trabalho com os símbolos do Reiki, trata-se principalmente de dominar a forma escrita dos símbolos. É claro que isso não combina com o sentido da audição! Assim que dominar o trabalho com os símbolos, você pode começar a aperfeiçoar os outros sentidos. Caso você não tenha muita aptidão visual, os exercícios de visualização podem ajudar a expandir os seus horizontes. Se você não sente intensamente, pegue diversos objetos de que goste bastante nas mãos e tente sentir-se parte deles.
Se o seu sentido da audição não foi favorecido, imagine certos ruídos que goste de ouvir. Passemos então à lista das diversas técnicas: Escreva o símbolo com uma mão e repita-o três vezes no seu íntimo (emotivo). Escreva o símbolo com a sua visão interior e repita-o três vezes no seu íntimo (visual). Escreva o símbolo com a sua cabeça ou com todo o corpo e repita-o três vezes no seu íntimo (emotivo).
Projete o símbolo com a sua visão interior como uma tela e repita-o três vezes no seu íntimo (visual). Escreva o símbolo no céu da boca com a ponta da língua e repita-o três vezes no seu íntimo (emotivo). Escreva o símbolo com sua mão ou com um dedo na parte do corpo a ser tratada e repita-o três vezes no seu íntimo (emotivo). Escreva o símbolo de algum dos modos descritos acima e deixe-o fluir das suas mãos durante o tratamento (emotivo). Projete o símbolo com os seus olhos para a parte desejada do corpo e repita-o três vezes no seu íntimo (visual).
Quando você trabalhar com alguém já iniciado no Segundo Grau de Reiki, você também pode dizer o mantra em voz alta. Caso contrário, repita-o três vezes no seu íntimo (auditivo). Vale sempre a mesma regra: escrever o símbolo uma vez e repeti-lo três vezes no seu íntimo. No Reiki japonês, segundo o dr. Mikao Usui e o dr. Chujiro Hayashi, os mantras de intensificação da força dos símbolos e dos símbolos de cura mental não são pronunciados. Eles são vistos despretensiosa e simplesmente no nome do símbolo.
A sra. Yamaguchi, uma mestre reiki em Kyoto comentou certa vez, os símbolos. Ela disse: “A repetição dos mantras é como se você pegasse uma colher na mão e, ao fazê-lo, repetisse ‘colher, colher, colher’!”
O trabalho com os símbolos do Reíki é muito disseminado na tradição ocidental. Pela constante repetição dos mantras, estes desenvolvem vida própria, da qual nós devemos tirar proveito. Todos nós temos determinados hábitos. Esses hábitos são do tipo físico, mental ou emocional. Quando nós repetimos sempre uma determinada ação, ela se transforma num hábito. O mesmo também vale naturalmente para idéias e sentimentos.
A palavra hábito, na língua alemã bem como na inglesa, tem um sabor ruim, porque na maioria das vezes nós a associamos às ações negativas. Seja como for, essa não é toda a verdade. Também podemos cultivar hábitos positivos.
O mestre espiritual Osho dizia que, se quisermos transformar um ato num hábito, isso exige de nós 60 minutos de exercício. Se você beber chá todos os dias no mínimo durante 60 minutos —dentro de algumas semanas você será um “viciado em chá”. Se você meditar todos os dias durante uma hora, isso também se tornará um hábito. O uso dos símbolos do Reiki e dos respectivos mantras também pode tornar-se um hábito, se você os usar todos os dias.
Quanto mais você trabalhar com os símbolos, tanto mais sucesso você terá com a sua ajuda. Diz um antigo ditado: “A prática faz o mestre.” Assim como você tem de treinar um músculo para que ele fique em ótima forma, e assim possa ser útil no seu trabalho, você também tem de treinar o trabalho com os simbolos do Reiki. As possibilidades são ilimitadas.
Segundo a experiência, é possível que em algum momento você se pegue fazendo um tratamento à distância sem a ajuda dos símbolos do Reiki. Primeiramente, os símbolos nos ajudam a voltar a nossa razão e energia como um raio laser para um determinado ponto ou uma pessoa. Quando nós tivermos aprendido isso, é possível que não precisemos mais de meios de ajuda. Mas isso não é uma regra. Deve-se usar os simbolos do Reiki para transmitir energia, quando eles se oferecem de modo natural para isso.
2.Tratamento à distância da personalidade na infância
Com esta técnica, tratamos situações de conflito da nossa infância ou de uma outra pessoa. A nossa infância, principalmente os primeiros sete anos de vida, nos formam como nenhum outro período da nossa vida. Crianças pequenas são vulneráveis e receptivas para “bons” e “maus” padrões de comportamento, que se impregnam nelas através do contato íntimo com outras pessoas na família, no jardim-de-infância e na escola. Uma vez programados no nosso cérebro, esses padrões aparecem no nosso procedimento durante o resto da nossa vida. A maioria das pessoas se comporta como uma criança durante toda a vida. Mesmo que você seja formado pelas experiências da sua infância, isso não o isenta da responsabilidade. No momento em que você conhece o seu passado, você tem de aprender a se desapegar desse passado e a viver neste momento. Como já dizia o antigo ditado: “Cada um forja o próprio destino (mesmo que ele seja infeliz).”
Esta técnica traz o passado à luz, e isso nem sempre é agradável. Preparar quem for trabalhado para a tristeza e a dor. Se estiver trabalhando com um cliente, você deve obter o consentimento dele para o tratamento. Um descanso depois do tratamento é necessário. Durante, ou logo depois do tratamento à distância, o cliente não deve dirigir no trânsito ou fazer trabalhos arriscados que exijam concentração total. Uma conversa ao telefone para encerrar pode ser apropriada.
• Segure uma foto sua ou da pessoa a ser tratada.
• Desenhe uma vez o símbolo do tratamento à distância sobre o seu terceiro olho (ou o do cliente) e repita o respectivo mantra três vezes no seu íntimo.
• Repita três vezes o próprio nome (ou o nome do seu cliente), e o período de tempo de que se trata. Quanto mais exato esse período de tempo puder ser, tanto melhor.
• Desenhe uma vez o símbolo da cura mental sobre o coração da pessoa retratada e repita no seu íntimo três vezes o mantra correspondente
• Deixe o símbolo de cura mental fluir da sua mão para a fotografia.
• Estabilize o todo com o símbolo de intensificação de energia (desenhar uma vez, repetir o mantra três vezes).
3.Proteção para o corpo com o Cho ku rei
A nossa aura é o nosso escudo de proteção. Assim como um escudo de proteção protegia muitos cavaleiros antigos de ferimentos mortais, uma aura intacta nos fortalece e protege. Esta técnica ajuda a tornar a sua “aura mais forte” e a lhe dar mais segurança. Quando essa segurança falta por natureza, você deve lançar mão de outras técnicas que possam ajudar a estruturá-lo.
• Fique descontraído, com os dois pés paralelos, e respire algumas vezes profundamente.
• Desenhe uma vez o símbolo de intensificação da energia do modo mais confortável e repita três vezes no íntimo o respectivo mantra.
• Erga as mãos com as palmas voltadas para você e abaixe-as lentamente — como faria com uma persiana pela frente do seu corpo até o chão.
• Desenhe mais uma vez o símbolo de intensificação da energia, repita três vezes no seu íntimo o mantra; da mesma forma, deixe a energia descer pelas costas como se abaixasse uma persiana.
• Repita o mesmo processo uma vez do lado esquerdo e outra do lado direito do corpo. A seqüência não importa.
4.Toque homeopático com o Reiki
Segundo a lei de Arndt-Schulze conhecida pela psiquiatria e pela biocibernética, pequenos impulsos estimulam a atividade vital e grandes impulsos a inibem e os maiores paralisam, isto é, têm uma influência destrutiva. Com os impulsos suaves e calmos do toque homeopático nós avivamos a atividade vital. A atenção da consciência física é voltada para o local tratado — e a energia vital flui para onde está a atenção. Desse modo, o local tratado com o toque homeopático é incluído outra vez no metabolismo energético do corpo. Isso também provoca praticamente um aumento da irrigação sangüínea e, em geral, uma inclusão melhorada também do respectivo local no metabolismo do plano material. Nas últimas décadas, foram reunidos muitos resultados do trabalho de pesquisa da ainda bastante jovem ciência da psicoimunologia sobre os efeitos positivos dos toques suaves e calmos no estado geral da saúde.
A capacidade receptora do corpo pode ser bastante aumentada com o toque homeopático. Desse modo, podemos visar efeitos mais abrangentes e rápidos do Reiki, Não obstante, na maioria dos casos, não é possível apenas com esta técnica eliminar totalmente os fortes medos, profundamente arraigados, a cura de crenças que atuam em contrário à cura e outros grandes bloqueios semelhantes. Nesse caso, recomenda-se, além de conversas esclarecedoras, trabalhar também com outros métodos de Reiki, como a cura sistemática dos chakras.
Justamente nas doenças crónicas, técnicas como o toque homeopático e a abertura dos chakras podem ser decisivos para o sucesso do tratamento. Também os traumas antigos, encapsulados na musculatura, e as emoções reprimidas muiras vezes precisam destas técnicas para poderem ser liberados e harmonizados.
A técnica:
• Toque suavemente na região a ser tratada
• Faça movimentos circulares e na forma de traços em diferentes direções, que devem ser muito suaves, calmos e ientos. Deixe que a sua intuição o conduza; deixe-se levar pela sua capacidade de empada em vez de pela razão.
• Para terminar, afaste suavemente as mãos da superfície do corpo.
Conforme a intensidade do bloqueio da região tratada e do quanto a intensificação do tratamento com o Reiki é desejada, entre 30 segundos e 5 minutos.
Os movimentos devem necessariamente ser suaves, calmos e regulares. Só trate locais feridos na aura a um palmo de distância.
5.Limpeza kármica com o Reiki
Nós somos o produto de todas as nossas experiências do passado. Como todos sabem, essas experiências têm muitas camadas. Eias são boas e más, saudáveis e doentias, belas e horrorosas. Seja qual for a experiência, ela o formou e o trouxe com todos os seus cumes e planícies até este momento. Muitas dessas experiências, no entanto, deixaram um sabor amargo no seu íntimo. Esta técnica pode dar-lhe o impulso para eliminá-lo.
Ninguém nunca pode mudar o que já aconteceu. Contudo, com esta técnica você pode conseguir integrar experiências desagradáveis no seu íntimo e, com isso, transformá-las a seu favor. A vida não conhece as impressões morais criadas por nós, seres humanos — ela só conhece a energia. E essa energia está além do bem e do mal. Sempre que possível, você deve entrar em contato com a pessoa com a qual tem assuntos pendentes e deixar as coisas às claras. Se essa pessoa já for falecida ou se você a perdeu de vista, então a limpeza do karma é a técnica certa.
Com limpeza não queremos dizer transformar o acontecido em algo que não aconteceu.
Podemos fazê-lo mais suportável e ainda desfazer a tristeza que isso possa ter causado.
A técnica:
• Desenhe o símbolo do tratamento à distância uma vez e repita três vezes no seu íntimo o respectivo mantra.
• Repita três vezes o nome do seu cliente, a situação, o local ou o nome daquilo que você quer curar.
• Desenhe o símbolo da cura mental uma vez e repita três vezes o respectivo mantra
• Estabilize tudo com o símbolo da intensificação da energia (desenhar uma vez, repetir três vezes o mantra).
• Peça desculpas ou se desculpe junto aos outros.
• Transmita Reiki à situação.
• Depois do tratarnento, use a técnica Kenyoku ou esfregue as mãos com força durante um minuto, a fim de separar-se do seu receptor ou de você mesmo (a).
Duração De 10 a 15 minutos, no mínimo, durante uma semana, diariamente, ou até você ter a impressão de que o caso está encerrado.
Observa que é necessário descansar depois. Durante ou logo depois da sessão, você não deve dirigir no trânsito ou fazer trabalhos perigosos que exijam toda a sua concentração. Depois da sessão, pode ser importante falar com alguém em quem você confia. Esta técnica pode trazer coisas desagradáveis do passado à superfície. Prepare-se para as lágrimas e os sentimentos forres
Se quiser tratar uma situação da sua infância ou de uma vida passada, esta técnica é o instrumento perfeito.
6.Como tratar pessoas em coma com o Reiki
Um coma não é necessariamente o que parece ser. Muitas vezes os pacientes comatosos estão conscientes num plano muito mais profundo. Até certo grau, eles podem perceber o que acontece ao redor. Por isso, quando for possível, converse também em voz alta com o cliente.
Vale a pena tentar: pergunte ao cliente se ele ouve você. Veja se à sua pergunta uma pálbebra se move, um dedo se estica ou o ritmo da respiração se modifica.
Técnica:
Sente-se ou fique em pé descontraído, com ambos os pés paralelos e respire várias vezes ptofundamente.
• Desenhe uma vez o símbolo de tratamento à distância do modo mais confortável e repita mentalmente três vezes o respectivo mantra.
• Repita três vezes o nome do receptor.
• Diga: “Eu estabeleço contato com a consciência de... (nome do receptor).”
• Desenhe o símbolo de cura mental uma vez e repita mentalmente três vezes o respectivo mantra.
• Sele o todo com o símbolo de intensificação da energia (desenhar uma vez, repetir três vezes o mantra).
Constata-se, em alguns casos, que depois de alguns minutos desenvolve-se um silencioso diálogo entre o cliente e o agente de cura. Esse diálogo pode ocorrer emotivamente no seu íntimo. Pergunte mentalmente ao seu receptor o que você pode fazer por ele. É possível que você seja impedido de tratar determinadas partes do corpo do receptor.
Siga a sua intuição e durante o tratamento preste atenção à linguagem corporal do receptor. Também é possível que você se entretenha intimamente com o seu receptor. Pode acontecer da pessoa em coma ter medo da morte e lhe pedir instruções sobre a arte de morrer. Um tratamento como esse requer uma cabeça clara, e o primeiro pressuposto para isso é você não ter medo da própria morte.
Também acontece de o cliente lhe pedir para você lhe dar força e energia para morrer. Isso você pode fazer com um tratamento de corpo inteiro, ou — se houver pouco tempo — com o tratamento do Tanden (dois a três dedos abaixo do umbigo).
Para o agente de cura, duas coisas são especialmente importante nesta técnica. Em primeiro lugar: a sua posição diante do receptor, da vida e da morte. Nós não sabemos o que é bom para o receptor. Quando chegar a hora, a morte é o melhor para ele, e seria injusto interferir. Em segundo lugar: a sua posição interior diante de você mesmo. Você não pode nem deve tirar o sofrimento de ninguém. Depois do tratamento, você deixa o receptor onde ele estiver, e continua vivendo. Repouso postetior é necessátio para o agente de cura. Depois do tratamento, diga ao seu receptor no seu íntimo: “E agora eu me retiro do seu destino com respeito e amor.”
7.Meditação com o símbolo do mestre
Com este método, você pode ligar-se (outra vez) à circulação cósmica em alguns minutos. Depois de algum tempo praticando a meditação, ela se torna uma necessidade para muitas pessoas, comparável talvez à fome de alimento espiritual. Esta técnica não se limita à meditação silenciosa. Você pode usá-la quantas vezes quiser, em todas as situações da vida. E para isso, naturalmente, não precisa necessariamente sentar-se.
• Sente—se confortavelmente sem ser perturbado durante o tempo que quiser. Convém sentar-se na posição de lótus ou de meio lótus, mas isso não é imprescindível.
• Respire algumas vezes profundamente e, com a mão dominante, desenhe tão grande quanto possível o símbolo do mestre de Reiki no ar, acima do chakra da coroa. Repita mentalmente três vezes o respectivo mantra.
• Eleve os braços acima da cabeça tão retos quanto possível na direção do céu e junte as mãos acima do chakra da coroa.
• Fique um momento nessa posição; então, deixe ambos os braços descerem ao mesmo tempo em câmara lenta, cerca de 20 centímetros à esquerda e à direita da sua cabeça. Ao fazer isso, imagine que introduz o símbolo do mestre na sua aura. Continue fazendo isso até os seus braços chegarem embaixo, bem esticados, com a ponta dos dedos apontando para o chão.
• Sente-se durante o tempo planejado conforme a sua condição física. A meditação não deve ser nenhuma tortura, mas uma alegria. Reservar cinco minutos só para si mesmo dá qualidade totalmente nova ao dia. Se, de início, você achar dificil ficar sentado, tenha paciência e deixe o seu corpo determinar o tempo da meditação. Depois de alguns meses, você achará fácil ficar sentado dttrante cerca de 30 ou até mesmo de 60 minutos, sem sentir tédio.
É necessário descansar depois. Logo depois da meditaçáo, você não deve dirigir ou executar trabalhos perigosos que exijam concentração total. Depois da meditação, espere no mínimo 15 minutos, para mergulhar outra vez na “seriedade da vida”. Se você se coloca na luz do símbolo do mestre, você pode despertar ao menos temporariamente desse sonho. A luz divina já está em você e, com o uso do símbolo do mestre, ela é realmente ativada, isto é, trazida à consciência.
Você só pode desligar o diálogo interior com a ajuda de uma técnica de meditação, mas, o que você pode fazer com a ajuda desta técnica, é criar uma distância entre você e a ininterrupta tagarelice interior na sua cabeça. Assim que você tomar consciência disso, você sabe que você e o seu diálogo interior são dois processos diferentes. E entáo, começa o verdadeiro trabalho. Quem é você, quando não é os seus pensamentos, os seus sentimentos, o seu corpo?
Muitos concordarão: no momento em que você se senta para meditar; o diálogo interior realmente parece florescer Quanto mais você tenta meditar, tanto mais difícil torna-se a meditação. Com o símbolo do mestre, com a rapidez de segundos você mergulha na mais bela luz do mundo. Se você sentir que o diálogo interior quer se impor outra vez, desenhe mais uma vez o símbolo do mestre e deixe-se iluminar pela sua luz: ela aproximará você de você mesmo.
8.Contato psíquico com o Reiki
Esta técnica é para casos de emergência. Se você quiser experimentá-la por brincadeira, só o faça depois de conversar e obter o consentimento da pessoa que você quer alcançar. Você pode combinar que ela telefone para o seu celular, no momento em que ela sentir que fez contato mental com você.
Com esta técnica, você pode unir-se psiquicamente a toda criatura viva da sua escolha. Ela é usada principalmente para estabelecer contato com pessoas que, por alguma razão, não podem ser alcançadas. Quando a sua atenção está centrada no chakra da testa, sonho e realidade ligam-se formando um todo. Isto é, você pode manifestar o que deseja realizar, a partir desse centro de energia. Aqui o belo e o perigoso estão outra vez muito próximos.
Antes de você usar esta técnica com alguém a quem conheça muito pouco, experimente com uma pessoa do seu círculo de amigos ou familiares. Esta técnica náo é um truque para festas, e só deve ser usada com seriedade. Transmitir uma notícia a outra pessoa, na qual a pessoa envolvida não tem interesse, é manipulação e absolutamente não é recomendado.
Quando você aprender a centralizar os seus pensamentos, esta técnica de entrar em contato com pessoas e animais no plano psíquico também funciona sem o Reiki.
• Sente-se tão confortavelmente quanto possível no lugar em que ficará durante 3 a 10 minutos sem ser perturbado.
• Concentre-se na pessoa (ou animal) com quem ou com o qual você quer estabelecer contato.
• Desenhe o símbolo de tratamento à distância uma vez e repita três vezes o respectivo mantra.
• Desenhe o símbolo de tratamento à distância mentalmente sobre o terceiro olho da pessoa (ou do animal) que você quer alcançar.
• Repita três vezes no seu íntimo o nome da pessoa (ou do animal) a ser contatado.
• Concentre-se no seu terceiro olho e repita três vezes: ‘Assim entro em contato com..” (nome da pessoa ou do animal).
• Transmita o seu tecado à pessoa (animal). Por exemplo, se você quer alcançar o seu parceiro, diga: “...(nome da pessoa), telefone-me assim que possível”; ou “...(nome da pessoa), volte para casa o mais depressa possível.”
• Desenhe o símbolo de cura mental uma vez, repita três vezes no seu íntimo o respectivo mantra e envie-o para a pessoa (ou o animal)..
• Estabilize o todo com o símbolo de intensificação da energia (desenhar uma vez, repetir três vezes no seu íntimo o mantra).
9.Limpeza de aposentos com os símbolos de Reiki
As energias negativas não são “negativas” afinal. De fato, elas vibram numa freqüência que não é compatível com a nossa. O Reiki é compatível com todas as criaturas vivas. Portanto, você pode tratar todas as moradias e lugares sem hesitar. Neste caso, o Reiki atua como o aparelho de contagem de um tacômetro. Você pode restabelecer a vibração energética natural de um lugar com ele. Naturalmente, com o decurso do tempo, o lugar é novamente embebido pela energia das pessoas que habitam nele.
Esta técnica pode limpar um aposento ou uma casa. Se, entretanto, o fator de perturbação voltar, o antigo distúrbio provavelmente se instalará outra vez. Se houver fantasmas num quarto ou casa, sugiro evocar o “espírito” com os símbolos do Reiki do Segundp Grau, pedindo que ele pare com a insensatez. Os espíritos são uma personificação dos próprios pensamentos, que adquiriram vida própria pela constante repetição, ou são resquícios de uma pessoa que morreu subitamente. Nesse tipo de trabalho, é importante não ter medo e saber sempre quem tem a palavra: os vivos.
• Posicione-se descontraído, no centro do aposento que quer limpar com os dois pés paralelos, e respire algumas vezes profundamente.
• Desenhe uma vez, no centro do aposento, o símbolo Hon Sha Ze Sho Nen e repita mentalmente três vezes o respectivo mantra.
• Imprima, depois de repetir três vezes o mantra, o símbolo de intensificação da energia (Cho Ku Rei), para canto do aposento, sem precisar se aproximar das paredes.
• Repita os três primeiros passos em cada canto dos outro aposentos.
• Uma variação dessa técnica é verificar qual é o ponto central de uma casa e repetir os mesmos passos acima.
Caso estejam presentes pessoas não-iniciadas no Reiki, desenhe o símbolo Cho Ku Rei mentalmente e projete-o com os olhos ou com o chakra da testa pata todos os quatro cantos do quarto.
Esta técnica ajuda a libertar aposentos e casas inteiras de vibrações desagradáveis. Caso você viaje muito, experimente-a nos quartos de hotéis. Se você trabalha num hospital, limpe o quarto cada vez que um paciente tiver alta ou morrer.
10.Proteção contra os vampiros de energia
Esta técnica não ajuda você a superar situações desagradáveis, pois ela é só um curativo, uma medida de primeiros-socorros. A melhor medida de proteção consiste simplesmente em ser você mesmo e deixar todo o negativo dirigido na sua direção fluir através de você. Mas até você aprender isso, use tranqüilamente as técnicas de proteção descritas aqui.
Ao visitarmos um doente num hospital, todos nós já fizemos a experiência: de repente, você perde o gás, as reservas de energia acabam subitamenre e, de preferência, você se deitaria no primeiro leito vago... Isto também pode acontecer na presença de uma pessoa saudável. Quando você se sentir exaurido e cansado na presença dela, pode ser uma boa idéia evitar o contato com essa pessoa. Se isso não for possível, use esta técnica. Caso você sinta os maus pensamentos das outras pessoas, você precisa aprender a livrar-se deles.
Na maioria dos casos, a queda do nosso espelho de energia tem relação com nós mesmos. Portanto, evite atribuir a responsabilidade às outras pessoas.
• Assim que você perceber que a sua energia é sugada por alguém, ou que você é atacado psiquicamente, desenhe uma vez o símbolo de intensificação da energia e repita três vezes no seu íntimo o respectivo mantra.
• Feche então a veneziana criada pelo símbolo de intensicação da energia entre você e a pessoa envolvida.
11.Proteção contra ferimentos anímicos com o Reiki
Esta técnica constrói o seu sistema imunológico anímico e, com um pouco de prática, você pode tornar-se independente dos ataques anímicos das outras pessoas. Em todo caso, nem mesmo com a ajuda do Buddha Amida você pode obrigar alguém a ser feliz. Portanto, ataques anímicos não são impedidos com esta técnica, mas você aprende a lidar melhor com eles. Quanto mais sensível uma pessoa fica, tanto maior é o sofrimento que ela é capaz de suportar. Contudo, na mesma medida também aumenta a receptividade para a alegria e a felicidade
Em sua energia original, o símbolo de cura mental representa o Buddha Amida no templo Kurama em Kyoto, o Buddha do amor e da compaixão. Pela evocação desse símbolo nós nos unimos com um Forte patrono espiritual de proteção.
• Sente-se ou fique confortavelmente em pé, e respire algumas vezes profundamente.
• Desenhe uma vez o símbolo de cura mental e repita três vezes no seu íntimo o respectivo mantra.
• Imponha mentalmente o símbolo sobre o seu coração ou sobre o coração do receptor e sinta a energia.
• Estabilize o todo com o símbolo de intensificação da energia (desenhar uma vez, repetir três vezes no íntimo o mantra).
• Concentre-se na região do coração, sinta como o seu coração se abre e o chakra cardíaco é ativado e fortalecido pelo símbolo.
• Deixe a energia fluir.
Esta técnica também pode ser usada como tratamento à distância. Como já mencionado, você deve ter o consentimento do receptor para fazê-lo. Um descanso posterior é necessário. O receptor não deve dirigir durante ou logo depois da sessão, ou executar trabalhos perigosos que exijam total concentração. Pode ser importante conversar com alguém em quem você confia, depois do tratamento.
12.Como tratar situações do futuro com o Reiki
Passado, presente e futuro são três partes de um todo harmonioso eterno. P. D. Ouspensky, um discípulo do místico russo Georg Gurdjieff, explica o fenômeno do tempo da seguinte maneira, num dos seus livros. O tempo é como uma roda com muitos raios. No nosso estado normal de consciência, só percebemos um raio de cada vez, embora todos os outros raios estejam presentes ao mesmo tempo. Isto é, o passado, o presente e o futuro são um.Por isso, podemos trabalhar com sucesso em todos os três tempos com o Reiki.
O Reiki serve para o maior bem de todos os envolvidos numa situação. Às vezes, você não consegue um emprego que gostaria de ter. exatamente porque pode aprender mais em outro. Muitas vezes, pela mesma razão, os seus sofrimentos não são suavizados. Mas você pode ter certeza que no Grande Plano sempre o melhor está determinado para você. Neste contexto, veja as palavras do sábio hindu Sri Ramakrishna: “Entregue a Deus (ou à existência) o poder total sobre todas as decisões na sua vida. Então você será verdadeiramente feliz.”
• Pode-se de comparar esta técnica com o modo como você instala um gravador de vídeo para que ele grave determinado programa durante a sua ausência.
• Sente-se confortavelmente e respire algumas vezes profundamente.
• Desenhe uma vez o símbolo dc tratamento à distância e repita três vezes no seu íntimo o respectivo mantra.
• Repita três vezes o nome ou a descrição da situação que você quer tratar com o Reiki. Diga: “De... (início do horário) até... (final do horário) por favor, dar energia a essa situação.”
• Desenhe urna vez o símbolo da cura mental, repita o mantra mentalmente três vezes e o dê à situação.
• Estabilize o todo com o símbolo de intensificação da energia (desenhar uma vez, repetir três vezes o mantra)
Caso trate outra pessoa, você deve primeiro como em rodas as técnicas de tratamento à distância — ter o consentimento do receptor para enviar o Reiki. Se você envia o Reiki para uma situaçáo do futuro, em que você mesmo e outras pessoas estejam envolvidas, envie a energia apenas para você. Seja corno for, você também pode enviar o Reiki como um sacrifício, assim como acende uma vela na igreja. Neste caso, você envia o Reiki para a situação e diz adicionalmenre: “Que esta energia possa ser captada por aquele que quiser recebê-la.”
13.Sexo com o Reiki
Esta técnica é usada para ter mais alegria e harmonia no sexo. Em toda situação de vida é útil que as pessoas participantes tenham um campo de vibração parecido. Com esta técnica, duas pessoas podem unir-se do modo mais íntimo e, ao menos passageirantente, desligar a dualidade da vida individual A técnica especial para homens baseia-se em que a ejaculação precoce é um mal muito disseminado, que pode ser curado. O Reiki faz o ser humano retornar ao seu estado existencial natural - e esse estado é descontraído e feliz.
Antes de você ir para a cama com o seu parceiro, ou quando já estiverem deitados, desenhe uma vez o símbolo de tratamento à distância, repita três vezes o respectivo mantra e o nome de vocês dois; envie o Reiki para o tempo da união, ou para o quarto ou lugar em que estiverem, seja ele qual for. Em seguida envolva ambos numa pirâmide de energia. Estabilize o todo com o símbolo de intensificação da energia. O resto vocês mesmos têm de descobrir.
Para os homens: Quando fizer tempo que você nâo esteve com uma mulher, ou se você sofrer de ejaculação precoce, desenhe mentalmente o símbolo de intensificação da energia e envie-o para a raiz do pênis.
Problemas sexuais, na maioria das vezes, não têm relação com o corpo fisico e devem ser tratados por um terapeuta amoroso e experiente. De acordo com a experiência, não se deve falar sobre esses problemas com os amigos, porque o parceiro pode sentir-se traído em sua confiança. Em todo caso, deve-se conversar primeiro com ele. Esta técnica ajuda especialmente parceiros inexperientes e aqueles que ainda não se conhecem bem, nem ao seu corpo.
14. Técnica das Bolas Douradas
Essa técnica, batizada de Técnica das Bolas Douradas, foi canalizada por Cristina Tomé Kreinski, uma sensitiva extraordinária, logo após o seu contato com os símbolos de Reiki.
Observando-se a técnica que efetivamente funciona, vemos que a exemplo de cirurgias convencionais, o doador de Reiki, “abre” um campo cirúrgico no doador, onde então é feito uma incursão de energia Rei, conforme a necessidade do receptor:
• Entrar em contato com a energia Reiki.
• Formar-se um círculo dourado (como um aro) em volta do corpo da pessoa na altura do chakra a ser tratado ou mesmo do órgão doente.
• Fazer surgir três bolas douradas (visualizar).
• Em cada bola, por vez, é gravado o yantra - são eles: Cho Ku Rei, Sei He Ki e Hon Sha Ze Sho Nen. Cada bola de luz, nesse processo, continua girando em sincronicidade com o giro do chakra. Eventualmente, conforme a necessidade, faz-se a visualização de uma bola adicional e grava-se o Dai Ko Myo.
• Cada vez gravar um yantra, emitir-se-á o mantra correspondente 3 vezes.
• Enviar o primeiro símbolo na bola dourada, chamando-o pelo seu mantra uma vez, para dentro do corpo, através do aro formado em cima do chakra ou órgão doente (a visão é como se ele explodisse lá dentro e a luz permeia a tudo).
• Enviar o segundo (mesmo processo).
• Enviar o terceiro (mesmo processo).
• Enviar o quarto, se necessário (mesmo processo).
• As bolas podem então tomar cores correspondentes ao chakra, mas à volta da bola, a cor sempre terá o dourado.
• Em todos os que são enviados, visualizar que na explosão os símbolos quando viram luz penetram todo o espaço doente e se instalam, agregando-se às células, ou em todos os corpos sutis que são interpenetrados pelos chakras.
• Note-se também que quando se imprime o símbolo nas bolas eles vêm do alto, mas quando são impressos nas bolas o são através dos que estão impressos no frontal. Nota:é como se os símbolos do alto viessem e traspassassem para as bolas através dos que temos sempre marcados no frontal.
• Depois disso a energia Rei fica ali nas células e não existem mais aro nem bolas douradas.
• Desconectar da energia Rei.
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Sugestão de Desenvolvimento de Mestres Reiki
Antes de tudo, é importante que o candidato a Mestre, mostre por meio de originais/cópias os certificados de Primeiro e Segundo Grau do Sistema Usui de Cura Natural ou como também é conhecido: Reiki Tradicional. Naturalmente, não há nada contra que alguém que tenha recebido iniciações em outras modalidades de Reiki (Tera-Mai, Seichim, Reiki Plus, Osho Reiki, Kahuna Reiki, The Way of the Heart, Reiki Tibetano, Reiki Magnificado, Ken Reiki-Do, entre outros) tenha desejos de ser Mestre no Reiki Tradicional, porém, explicar que a linha mestra a ser seguida e ensinada será o Reiki Tradicional.
Deve-se considerar uma entrevista com o candidato a Mestre, para saber quais seus objetivos, metas, qual o impulso que o leva a querer o Mestrado. Seguir sua Intuição quanto à honestidade de propósitos do candidato.
O candidato a Mestre deve, se possível, freqüentar os seus cursos de Primeiro e Segundo Grau para se familiarizar com a dinâmica dos mesmos.
Caso o candidato a Mestre não possa freqüentar os seus cursos, deve dar uma pequena demonstração dos seus conhecimentos.
Manhã do Primeiro Dia
• Com o ambiente montado, dispor as cadeiras/almofadas em círculo. O Mestre deve se posicionar ao lado do altar.
• Providenciar copos de plástico com os nomes do(s) candidato(s).
• Providenciar crachá com o primeiro nome do(s) candidato(s).
• Apresentar-se.
• Pedir para o(s) candidato(s). o nome completo, profissão e, principalmente num breve relato, como chegou até o Reiki e quais as suas motivações.
• Pedir para o(s) candidato(s) relatar suas experiências com o Reiki Primeiro Grau e Segundo Grau
• Perguntas do(s) candidato(s) relativas ao Mestrado, avisar que estará no conteúdo.
• Revisar em poucas palavras o Reiki Primeiro e Segundo Grau. Responder às dúvidas. Não se delongar. Não atribuir mediunismo nem Entidades ao Mestrado.
• Revisar e explicar os símbolos Cho - Ku - Rei, Sei - He - Ki e Hon - Sha - Ze - Sho - Nen.
• Explicar os símbolos Daí Koo Myo e Raku
• Pedir para praticar os cinco símbolos. Primeiro em papel, depois em vários tamanhos, incluindo: cabeça, palma das mãos (principalmente).
Obs: Pausas deverão ser previamente combinadas.
Tarde do Primeiro Dia
• Pedir para praticar os símbolos por mais uma hora.
• Fazer a Iniciação em Mestre Reiki o(s) candidato(s).
• Falar sobre as Iniciações.
• Falar sobre o Ritual de Iniciação.
• Prática de Iniciação do Reiki Primeiro Grau.
Manhã do Segundo Dia
• Continuação da prática de Iniciação do Reiki Primeiro Grau.
• Prática de Iniciação do Reiki Segundo Grau.
Tarde do Segundo Dia
• Prática de Iniciação a Mestre Reiki.
• Considerações sobre desenvolvimento de Cursos/Iniciações em Reiki Primeiro Grau, Reiki Segundo Grau e Mestrado.
• Tirar dúvidas.
• Entrega dos Certificados.
• Colocar-se à disposição para dúvidas ulteriores e acompanhamento de Cursos/Iniciações. Neste caso, o novo Mestre Reiki, poderá freqüentar os seus cursos para praticar a dinâmica. Caso o novo Mestre se sinta inseguro, mas queira dar o seu próprio curso, colocar-se à disposição para ajudá-lo didaticamente e com a sua presença, para corrigir in loco e em "off", as eventuais falhas.
• Encerramento.
Deve-se considerar uma entrevista com o candidato a Mestre, para saber quais seus objetivos, metas, qual o impulso que o leva a querer o Mestrado. Seguir sua Intuição quanto à honestidade de propósitos do candidato.
O candidato a Mestre deve, se possível, freqüentar os seus cursos de Primeiro e Segundo Grau para se familiarizar com a dinâmica dos mesmos.
Caso o candidato a Mestre não possa freqüentar os seus cursos, deve dar uma pequena demonstração dos seus conhecimentos.
Manhã do Primeiro Dia
• Com o ambiente montado, dispor as cadeiras/almofadas em círculo. O Mestre deve se posicionar ao lado do altar.
• Providenciar copos de plástico com os nomes do(s) candidato(s).
• Providenciar crachá com o primeiro nome do(s) candidato(s).
• Apresentar-se.
• Pedir para o(s) candidato(s). o nome completo, profissão e, principalmente num breve relato, como chegou até o Reiki e quais as suas motivações.
• Pedir para o(s) candidato(s) relatar suas experiências com o Reiki Primeiro Grau e Segundo Grau
• Perguntas do(s) candidato(s) relativas ao Mestrado, avisar que estará no conteúdo.
• Revisar em poucas palavras o Reiki Primeiro e Segundo Grau. Responder às dúvidas. Não se delongar. Não atribuir mediunismo nem Entidades ao Mestrado.
• Revisar e explicar os símbolos Cho - Ku - Rei, Sei - He - Ki e Hon - Sha - Ze - Sho - Nen.
• Explicar os símbolos Daí Koo Myo e Raku
• Pedir para praticar os cinco símbolos. Primeiro em papel, depois em vários tamanhos, incluindo: cabeça, palma das mãos (principalmente).
Obs: Pausas deverão ser previamente combinadas.
Tarde do Primeiro Dia
• Pedir para praticar os símbolos por mais uma hora.
• Fazer a Iniciação em Mestre Reiki o(s) candidato(s).
• Falar sobre as Iniciações.
• Falar sobre o Ritual de Iniciação.
• Prática de Iniciação do Reiki Primeiro Grau.
Manhã do Segundo Dia
• Continuação da prática de Iniciação do Reiki Primeiro Grau.
• Prática de Iniciação do Reiki Segundo Grau.
Tarde do Segundo Dia
• Prática de Iniciação a Mestre Reiki.
• Considerações sobre desenvolvimento de Cursos/Iniciações em Reiki Primeiro Grau, Reiki Segundo Grau e Mestrado.
• Tirar dúvidas.
• Entrega dos Certificados.
• Colocar-se à disposição para dúvidas ulteriores e acompanhamento de Cursos/Iniciações. Neste caso, o novo Mestre Reiki, poderá freqüentar os seus cursos para praticar a dinâmica. Caso o novo Mestre se sinta inseguro, mas queira dar o seu próprio curso, colocar-se à disposição para ajudá-lo didaticamente e com a sua presença, para corrigir in loco e em "off", as eventuais falhas.
• Encerramento.
Sugestão de Desenvolvimento de Curso/Iniciação Segundo Grau
Manhã do Primeiro Dia
• Com o ambiente montado, dispor as cadeiras/almofadas em círculo. O Mestre deve se posicionar ao lado do altar.
• Providenciar copos de plástico com os nomes dos Iniciandos.
• Providenciar crachá com o primeiro nome de cada Iniciando.
• Apresentar-se.
• Pedir para cada Iniciando o nome completo, profissão e, principalmente num breve relato, como chegou até o Reiki e quais as suas motivações.
• Pedir para cada Iniciando relatar suas experiências com o Reiki Primeiro Grau.
• Perguntas dos Iniciandos relativas ao Reiki Segundo Grau, avisar que estará no conteúdo.
• Revisar em poucas palavras o Reiki Primeiro Grau. Responder às dúvidas. Não se delongar. Não atribuir mediunismo nem Entidades ao Reiki Segundo Grau.
• Mostrar e explicar os símbolos Cho Ku Rei, Sei He Ki e Hon Sha Ze Sho Nen.
• Ética no Reiki. Ex: não mandar Reiki à distância sem autorização, livre arbítrio, etc.
• Pedir para praticar os símbolos. Primeiro em papel, depois em vários tamanhos, incluindo: cabeça, palma das mãos (preparatório para o Mestrado)
Obs: Pausas deverão ser previamente combinadas.
Tarde do Primeiro Dia
• Pedir para praticar os símbolos por mais meia hora.
• Fazer a Iniciação do Reiki Segundo Grau.
• Ensinar a posição especial (nuca/cabeça) para o Reiki Segundo Grau.
• Troca de Reiki entre os Iniciandos considerando Reiki sem mensagem e Reiki com mensagem com a pessoa presente, lembrando Invocação, Reverências, Conexão, Alisamento do Aura, Alinhamento e Reconstrução dos Chakras. Sessão completa (lembrar que Reiki Segundo Grau os tempos são menores e somente na posição especial a demora é maior. Seguir intuição).
Manhã do Segundo Dia
• Troca de Reiki entre os Iniciandos considerando Reiki à distância sem mensagem e Reiki à distância com mensagem sem a pessoa presente (considerar que conforme o número de Iniciandos, separar em grupos que irão praticar o Reiki à distância para um determinado Iniciando), lembrando Invocação, Reverências, Conexão, Alisamento do Aura, Alinhamento e Reconstrução dos Chakras. Sessão completa (lembrar que Reiki Segundo Grau os tempos são menores e somente na posição especial a demora é maior. Seguir intuição). Todos devem passar pela experiência de doar e receber Reiki à distância. Considerar o tempo necessário para não ultrapassar o horário de almoço/lanche.
Tarde do Segundo Dia
• Continuar a troca de Reiki entre os Iniciandos considerando Reiki à distância sem mensagem e Reiki à distância com mensagem sem a pessoa presente, para quem não tenha passado pela experiência de doar e receber Reiki `distância.
• Ensinar a auto-aplicação.
• Ensinar a energização de objetos, plantas, água, ambientes, etc.
• Ensinar a Meditação de Cura Mundial. O grupo todo. Ter uma representação do globo terrestre.
• Tirar dúvidas.
• Entrega dos Certificados.
• Encerramento.
• Com o ambiente montado, dispor as cadeiras/almofadas em círculo. O Mestre deve se posicionar ao lado do altar.
• Providenciar copos de plástico com os nomes dos Iniciandos.
• Providenciar crachá com o primeiro nome de cada Iniciando.
• Apresentar-se.
• Pedir para cada Iniciando o nome completo, profissão e, principalmente num breve relato, como chegou até o Reiki e quais as suas motivações.
• Pedir para cada Iniciando relatar suas experiências com o Reiki Primeiro Grau.
• Perguntas dos Iniciandos relativas ao Reiki Segundo Grau, avisar que estará no conteúdo.
• Revisar em poucas palavras o Reiki Primeiro Grau. Responder às dúvidas. Não se delongar. Não atribuir mediunismo nem Entidades ao Reiki Segundo Grau.
• Mostrar e explicar os símbolos Cho Ku Rei, Sei He Ki e Hon Sha Ze Sho Nen.
• Ética no Reiki. Ex: não mandar Reiki à distância sem autorização, livre arbítrio, etc.
• Pedir para praticar os símbolos. Primeiro em papel, depois em vários tamanhos, incluindo: cabeça, palma das mãos (preparatório para o Mestrado)
Obs: Pausas deverão ser previamente combinadas.
Tarde do Primeiro Dia
• Pedir para praticar os símbolos por mais meia hora.
• Fazer a Iniciação do Reiki Segundo Grau.
• Ensinar a posição especial (nuca/cabeça) para o Reiki Segundo Grau.
• Troca de Reiki entre os Iniciandos considerando Reiki sem mensagem e Reiki com mensagem com a pessoa presente, lembrando Invocação, Reverências, Conexão, Alisamento do Aura, Alinhamento e Reconstrução dos Chakras. Sessão completa (lembrar que Reiki Segundo Grau os tempos são menores e somente na posição especial a demora é maior. Seguir intuição).
Manhã do Segundo Dia
• Troca de Reiki entre os Iniciandos considerando Reiki à distância sem mensagem e Reiki à distância com mensagem sem a pessoa presente (considerar que conforme o número de Iniciandos, separar em grupos que irão praticar o Reiki à distância para um determinado Iniciando), lembrando Invocação, Reverências, Conexão, Alisamento do Aura, Alinhamento e Reconstrução dos Chakras. Sessão completa (lembrar que Reiki Segundo Grau os tempos são menores e somente na posição especial a demora é maior. Seguir intuição). Todos devem passar pela experiência de doar e receber Reiki à distância. Considerar o tempo necessário para não ultrapassar o horário de almoço/lanche.
Tarde do Segundo Dia
• Continuar a troca de Reiki entre os Iniciandos considerando Reiki à distância sem mensagem e Reiki à distância com mensagem sem a pessoa presente, para quem não tenha passado pela experiência de doar e receber Reiki `distância.
• Ensinar a auto-aplicação.
• Ensinar a energização de objetos, plantas, água, ambientes, etc.
• Ensinar a Meditação de Cura Mundial. O grupo todo. Ter uma representação do globo terrestre.
• Tirar dúvidas.
• Entrega dos Certificados.
• Encerramento.
Sugestão de Desenvolvimento de Curso/Iniciação - Primeiro Grau
Manhã do Primeiro Dia
• Com o ambiente montado, dispor as cadeiras/almofadas em círculo. O Mestre deve se posicionar ao lado do altar.
• Providenciar copos de plástico com os nomes dos Iniciandos.
• Providenciar crachá com o primeiro nome de cada Iniciando.
• Apresentar-se.
• Pedir para cada Iniciando o nome completo, profissão e, principalmente num breve relato, como chegou até o Reiki e quais as suas motivações.
• Perguntas dos Iniciandos relativas ao Reiki, avisar que estará no conteúdo.
• Explicar o que é o Reiki. Responder às dúvidas. Não se delongar. Não atribuir mediunismo nem Entidades ao Reiki.
• Explicar a história do Reiki desde Mikao Usui até Phillys Lei Furumoto.
• Ética no Reiki.
• Explicar e ensinar o Auto-Reiki normal com 12 posições e posições alternativas de mãos.
• Pedir para praticar.
• Fazer a Primeira Iniciação em grupos de máximo 4 Iniciandos.
• Prática do Reiki individual. Sessão completa.
Obs: Pausas deverão ser previamente combinadas.
Tarde do Primeiro Dia
• Explicar as técnicas utilizadas por Mikao Usui: Toque, Não Toque. Sopro, Massagem, Percussão, Olhar, "Laser", etc.
• Explicar a Invocação, a Reverência à Energia, a Reverência à Pessoa, a Conexão com a Energia e o Alisamento do Aura.
• Ensinar as posições da cabeça.
• Fazer a Segunda Iniciação na mesma ordem da Primeira, incluindo posições nas cadeiras.
• Ensinar o Reiki de Cadeira.
• Praticar o Reiki de Cadeira, revezando.
• Troca de Reiki entre os Iniciandos, considerando Invocação, Reverências, Conexão, Alisamento do Aura mas, somente na parte da cabeça. Sessão completa.
Manhã do Segundo Dia
• Ensinar posições incluindo cabeça, tronco e posições alternativas nos membros.
• Ensinar Alinhamento dos Chakras e Direcionamentos da Energia.
• Pedir para praticar entre os Iniciandos. Rápido.
• Fazer a Terceira Iniciação na mesma ordem da Primeira, incluindo posições nas cadeiras.
• Troca de Reiki entre os Iniciandos, considerando Invocação, Reverências, Conexão, Alisamento do Aura mas, somente na parte da cabeça, tronco e membros. Alinhamento dos Chakras e Direcionamento da Energia. Sessão completa.
Tarde do Segundo Dia
• Ensinar todas as posições incluindo cabeça, tronco, costas e posições alternativas nos membros.
• Ensinar Alinhamento dos Chakras e Direcionamentos da Energia.
• Pedir para praticar entre os Iniciandos. Rápido.
• Fazer a Quarta Iniciação na mesma ordem da Primeira, incluindo posições nas cadeiras.
• Troca de Reiki entre os Iniciandos, considerando Invocação, Reverências, Conexão, Alisamento do Aura mas, somente na parte da cabeça, tronco, costas e posições alternativas nos membros. Alinhamento e Reconstrução dos Chakras e Direcionamento da Energia. Sessão completa.
• Ensinar o Reiki em Grupo. Apenas demonstração.
• Tirar dúvidas.
• Entrega dos Certificados.
• Encerramento.
• Com o ambiente montado, dispor as cadeiras/almofadas em círculo. O Mestre deve se posicionar ao lado do altar.
• Providenciar copos de plástico com os nomes dos Iniciandos.
• Providenciar crachá com o primeiro nome de cada Iniciando.
• Apresentar-se.
• Pedir para cada Iniciando o nome completo, profissão e, principalmente num breve relato, como chegou até o Reiki e quais as suas motivações.
• Perguntas dos Iniciandos relativas ao Reiki, avisar que estará no conteúdo.
• Explicar o que é o Reiki. Responder às dúvidas. Não se delongar. Não atribuir mediunismo nem Entidades ao Reiki.
• Explicar a história do Reiki desde Mikao Usui até Phillys Lei Furumoto.
• Ética no Reiki.
• Explicar e ensinar o Auto-Reiki normal com 12 posições e posições alternativas de mãos.
• Pedir para praticar.
• Fazer a Primeira Iniciação em grupos de máximo 4 Iniciandos.
• Prática do Reiki individual. Sessão completa.
Obs: Pausas deverão ser previamente combinadas.
Tarde do Primeiro Dia
• Explicar as técnicas utilizadas por Mikao Usui: Toque, Não Toque. Sopro, Massagem, Percussão, Olhar, "Laser", etc.
• Explicar a Invocação, a Reverência à Energia, a Reverência à Pessoa, a Conexão com a Energia e o Alisamento do Aura.
• Ensinar as posições da cabeça.
• Fazer a Segunda Iniciação na mesma ordem da Primeira, incluindo posições nas cadeiras.
• Ensinar o Reiki de Cadeira.
• Praticar o Reiki de Cadeira, revezando.
• Troca de Reiki entre os Iniciandos, considerando Invocação, Reverências, Conexão, Alisamento do Aura mas, somente na parte da cabeça. Sessão completa.
Manhã do Segundo Dia
• Ensinar posições incluindo cabeça, tronco e posições alternativas nos membros.
• Ensinar Alinhamento dos Chakras e Direcionamentos da Energia.
• Pedir para praticar entre os Iniciandos. Rápido.
• Fazer a Terceira Iniciação na mesma ordem da Primeira, incluindo posições nas cadeiras.
• Troca de Reiki entre os Iniciandos, considerando Invocação, Reverências, Conexão, Alisamento do Aura mas, somente na parte da cabeça, tronco e membros. Alinhamento dos Chakras e Direcionamento da Energia. Sessão completa.
Tarde do Segundo Dia
• Ensinar todas as posições incluindo cabeça, tronco, costas e posições alternativas nos membros.
• Ensinar Alinhamento dos Chakras e Direcionamentos da Energia.
• Pedir para praticar entre os Iniciandos. Rápido.
• Fazer a Quarta Iniciação na mesma ordem da Primeira, incluindo posições nas cadeiras.
• Troca de Reiki entre os Iniciandos, considerando Invocação, Reverências, Conexão, Alisamento do Aura mas, somente na parte da cabeça, tronco, costas e posições alternativas nos membros. Alinhamento e Reconstrução dos Chakras e Direcionamento da Energia. Sessão completa.
• Ensinar o Reiki em Grupo. Apenas demonstração.
• Tirar dúvidas.
• Entrega dos Certificados.
• Encerramento.
Reiki, poder e dinheiro
Duas coisas que se tornam um veneno letal para a alma quando se misturam são, certamente, poder e dinheiro. É desagradável saber que no Ocidente o Reiki não foi separado deste veneno. No Japão, o Reiki nada tem a ver com dinheiro, que não desempenha, absolutamente, nenhum papel. A dinâmica da luta pelo poder que cerca o legado do Dr. Usui — legado que na verdade todos nós compartilhamos uns com os outros, independentemente da família mundial reikiana à qual pertençamos — precisa ser entendida.
Na verdade, não é uma questão de quem está lutando com quem ou contra quem, pois quem são os protagonistas desta batalha é um ponto insignificante. Não adiantaria tratar as pessoas que tentam se apossar do Reiki como bodes expiatórios e como a causa de todo o mal. Patentear o Reiki não é idéia de uma só pessoa, mas uma loucura coletiva que finalmente encontrou um veículo adequado para sua realização. Se a Sra. Fulana de Tal não o tivesse feito, alguma outra pessoa certamente pensaria em fazê-lo. Certa vez perguntaram a um santo indiano, chamado Nisargadatta Maharaj, por que ele nunca falava sobre a terrível guerra entre a Índia e o Paquistão. “Porque”, respondeu ele, “vocês (os ouvintes) são tanto os assassinos como os assassinados”. Osho disse que apenas uma pessoa iluminada não faz parte de todo o mal que existe no mundo, porque somente um ser iluminado tem consciência de suas ações.
O poder corrompe os seres humanos sem piedade. Tendo uma vez experimentado o gosto do poder sobre outras pessoas, o indivíduo já não terá escolha, a não ser que seu terceiro chakra se torne completamente equilibrado e centralizado. Ele será arrebatado pelo poder como que por uma onda na tempestade e perder-se-á dentro dela, mesmo que racionalize seus atos incansavelmente. As pessoas que pensaram em monopolizar o Reiki achavam que tinham bons motivos para isso, o que, entretanto, não ajuda. Reiki, significa energia vital, ele é e será sempre livre como o vento. É acessível a todos, e qualquer pessoa que tente tomar posse da energia vital está destinada a fracassar.
O poder é, em sua forma primitiva, nada mais do que energia, nada mais do que força. Ele sempre depende da forma como é utilizado. O mesmo, naturalmente, aplica-se ao dinheiro. Quando ambos são empregados apenas para a vantagem de um indivíduo ou de um pequeno grupo, o resultado é sempre uma catástrofe para o resto da humanidade.
Dinheiro e poder são tópicos interessantes, especialmente em relação ao mundo espiritual. Muitos professores de Reiki têm pouca experiência em negócios ou em comunicação. Freqüentemente exploram seu poder sobre os alunos de uma forma inconsciente. Naturalmente, são necessários dois jogadores para jogar este jogo: aquele que exerce o poder e aquele que cede seu próprio poder. A vítima e o agressor formam uma relação simbiótica. Em quase todas as famílias, esses papéis são desempenhados por seus vários membros.
Especialmente em uma área espiritual como o Reiki, o poder é especialmente prejudicial. Recomendo a todos os alunos de Reiki que se afastem de qualquer professor de Reiki que tenha sede de poder, caso ele não esteja disposto a retornar a um estado de luz e unidade. O ego espiritual é o mais teimoso e desagradável de todos os egos! O poder não é algo como uma propriedade pessoal. Pelo contrário, é um sentimento coletivo que foi dado a todos nós desde o início. Passamos a ter uma escolha sobre sermos ou não arrebatados por esta onda no momento em que nos conscientizamos dela.
Não achamos que o Reiki deva ser ensinado gratuitamente. O dinheiro é apenas uma ferramenta que tem por fim organizar mais facilmente a troca de coisas ou serviços. O problema é de natureza psicológica e não está ligado ao dinheiro em si, o qual é completamente livre de valores. Entretanto, nós o associamos a certos sentimentos, idéias e ideologias.
Não há uma relação direta entre o Reiki e o dinheiro. O dinheiro é energia formatada para que possa ser usada de maneira fácil e divertida por todos nós para trocarmos bens ou serviços. O dinheiro pode ser um belo instrumento, mas o problema é a nossa atitude com relação a ele.
Uma quantia inacreditável de dinheiro está sendo ganha em toda parte com o Reiki, resultando em uma grande quantidade de poder. Muitos professores que costumavam ganhar muito com o Reiki devem agora repartir esses lucros com outros professores. Obviamente, isso dói. Mas como muitos de nós não estão dispostos a tratar com os outros de um modo civilizado, surge um conflito que, infelizmente, prejudica a questão em si. Neste caso, a questão é o Reiki. Como há tantos mestres de Reiki, aonde tudo isso vai nos levar?
A coisa que sempre envenena as nossas transações financeiras com as outras pessoas é a ausência de clareza. No caso de uma iniciação ou sessão de Reiki, deve estar claro de antemão o que o “doador” gostaria de receber em troca de seus serviços, seja isso uma certa soma de dinheiro que pareça justa, ou algum outro tipo de compensação. O que outros praticantes de Reiki pedem por seus serviços não deve ser considerado de modo algum. Essa é uma decisão individual.
Há, basicamente, dois campos separados: um considera o dinheiro sujo e mau, acreditando que ele corrompe quem quer que o possua. Acredita no amor como seu deus e não pode unir amor e dinheiro, O outro grupo corre atrás de uma conta bancária que cresça sistematicamente por toda a vida e sente desprezo pelos pobres miseráveis que estão do lado oposto. Neste caso, o amor é apenas um meio para chegar a uma segurança maior. Sabemos que muitos casamentos se desfazem por causa de problemas financeiros. Em inúmeras comunidades, espirituais ou não, o dinheiro leva a lutas pelo poder e a outros desentendimentos.
Desde a infância, todos nós temos, de uma forma ou de outra, contato com os problemas financeiros de nossos pais. O fato de nossa família ter dinheiro de mais ou de menos não faz a menor diferença. As emoções ligadas ao dinheiro fazem com que seja muito difícil lidar com ele. Sugiro que devolvamos ao dinheiro seu propósito original de ferramenta, separando dele nossos sentimentos. Isto não quer dizer que não devamos ficar felizes ou nos aborrecermos em relação ao dinheiro. Entretanto, é aconselhável nos tornarmos tão conscientes quanto possível a respeito de nossos próprios motivos para ganhar dinheiro e de nossas reações em relação a ele. O dinheiro, em si, não é bom nem mau.
Em nossa cultura ocidental, geralmente não valorizamos aquilo que nos chega com pouco ou nenhum gasto de energia. A situação, contudo, poderá ser totalmente diferente em outra cultura. Por exemplo: na Nova Zelândia, uma anciã maori ensinou Reiki a seu povo durante muitos anos sem cobrar nada. Na Áustria há um maravilhoso curador que é pago com orações. Na Finlândia, a professora de Reiki Leila Anderssen afirma que é costume “pagar” parte do que é devido ao professor de Reiki com trabalhos sociais em vez de dinheiro. O motivo é, simplesmente, o fator mais importante. Assim, um aluno de Reiki pode aplicar tratamentos de Reiki gratuitamente em um asilo de velhos ou doar dinheiro a uma organização beneficente. Em um caso assim, não há limites para a imaginação.
Um equívoco muito comum sobre os preços é que alguma coisa muito cara, ou mais cara, deve ser melhor que algo mais barato. Isso pode se aplicar aos itens expostos numa prateleira de supermercado, mas certamente não ao Reiki. Energia é energia: ela não tem nada a ver com a pessoa (sem mencionar o preço) que a está transmitindo.
Por outro lado, os seres humanos parecem ser incapazes de aceitar e dar valor ao que é dado de graça. O melhor exemplo é o nosso corpo, a nossa vida: é surpreendente como nós o apreciamos pouco...
Para evitar que a mesma desvalorização acontecesse com o dom do Reiki, o Dr. Usui, depois de anos de caridade, começou a cobrar pelas sessões e iniciações. Ele descobriu que os tratamentos de Reiki dados de graça agiam meramente como analgésicos ou comprimidos para dormir para as pessoas, sem desafiá-las a mudar e sem responsabilizá-las por sua própria vida.
Presumimos que muitos praticantes do Reiki descobrem ou encontram o conceito da caridade dentro de si mesmos mais cedo ou mais tarde. Nós queremos servir nossos semelhantes e achamos que esse serviço deve ser feito de graça. Milhares de anos de condicionamento criaram esse equívoco, mas parece que cada um de nós tem de aprender isso por si mesmo.
Em alguns casos, o Reiki pode ser passado adiante sem compensação. Dentro da própria família ou círculo de amigos próximos, por exemplo, o fluxo de energia está presente de qualquer jeito. Pode ser uma bela experiência para um praticante transmitir o Reiki aos seus pais ou aos parentes. A meu ver, a única condição para uma sessão ou iniciação de graça deve ser se a outra pessoa realmente quer entrar em contato com o Reiki ou não.
Muito mais importante que o dinheiro é o aluno aprender por si mesmo que a relação energética entre ele e o professor é equilibrada, e que ambos se sintam bem a respeito da troca combinada, seja ela qual for.
Na verdade, não é uma questão de quem está lutando com quem ou contra quem, pois quem são os protagonistas desta batalha é um ponto insignificante. Não adiantaria tratar as pessoas que tentam se apossar do Reiki como bodes expiatórios e como a causa de todo o mal. Patentear o Reiki não é idéia de uma só pessoa, mas uma loucura coletiva que finalmente encontrou um veículo adequado para sua realização. Se a Sra. Fulana de Tal não o tivesse feito, alguma outra pessoa certamente pensaria em fazê-lo. Certa vez perguntaram a um santo indiano, chamado Nisargadatta Maharaj, por que ele nunca falava sobre a terrível guerra entre a Índia e o Paquistão. “Porque”, respondeu ele, “vocês (os ouvintes) são tanto os assassinos como os assassinados”. Osho disse que apenas uma pessoa iluminada não faz parte de todo o mal que existe no mundo, porque somente um ser iluminado tem consciência de suas ações.
O poder corrompe os seres humanos sem piedade. Tendo uma vez experimentado o gosto do poder sobre outras pessoas, o indivíduo já não terá escolha, a não ser que seu terceiro chakra se torne completamente equilibrado e centralizado. Ele será arrebatado pelo poder como que por uma onda na tempestade e perder-se-á dentro dela, mesmo que racionalize seus atos incansavelmente. As pessoas que pensaram em monopolizar o Reiki achavam que tinham bons motivos para isso, o que, entretanto, não ajuda. Reiki, significa energia vital, ele é e será sempre livre como o vento. É acessível a todos, e qualquer pessoa que tente tomar posse da energia vital está destinada a fracassar.
O poder é, em sua forma primitiva, nada mais do que energia, nada mais do que força. Ele sempre depende da forma como é utilizado. O mesmo, naturalmente, aplica-se ao dinheiro. Quando ambos são empregados apenas para a vantagem de um indivíduo ou de um pequeno grupo, o resultado é sempre uma catástrofe para o resto da humanidade.
Dinheiro e poder são tópicos interessantes, especialmente em relação ao mundo espiritual. Muitos professores de Reiki têm pouca experiência em negócios ou em comunicação. Freqüentemente exploram seu poder sobre os alunos de uma forma inconsciente. Naturalmente, são necessários dois jogadores para jogar este jogo: aquele que exerce o poder e aquele que cede seu próprio poder. A vítima e o agressor formam uma relação simbiótica. Em quase todas as famílias, esses papéis são desempenhados por seus vários membros.
Especialmente em uma área espiritual como o Reiki, o poder é especialmente prejudicial. Recomendo a todos os alunos de Reiki que se afastem de qualquer professor de Reiki que tenha sede de poder, caso ele não esteja disposto a retornar a um estado de luz e unidade. O ego espiritual é o mais teimoso e desagradável de todos os egos! O poder não é algo como uma propriedade pessoal. Pelo contrário, é um sentimento coletivo que foi dado a todos nós desde o início. Passamos a ter uma escolha sobre sermos ou não arrebatados por esta onda no momento em que nos conscientizamos dela.
Não achamos que o Reiki deva ser ensinado gratuitamente. O dinheiro é apenas uma ferramenta que tem por fim organizar mais facilmente a troca de coisas ou serviços. O problema é de natureza psicológica e não está ligado ao dinheiro em si, o qual é completamente livre de valores. Entretanto, nós o associamos a certos sentimentos, idéias e ideologias.
Não há uma relação direta entre o Reiki e o dinheiro. O dinheiro é energia formatada para que possa ser usada de maneira fácil e divertida por todos nós para trocarmos bens ou serviços. O dinheiro pode ser um belo instrumento, mas o problema é a nossa atitude com relação a ele.
Uma quantia inacreditável de dinheiro está sendo ganha em toda parte com o Reiki, resultando em uma grande quantidade de poder. Muitos professores que costumavam ganhar muito com o Reiki devem agora repartir esses lucros com outros professores. Obviamente, isso dói. Mas como muitos de nós não estão dispostos a tratar com os outros de um modo civilizado, surge um conflito que, infelizmente, prejudica a questão em si. Neste caso, a questão é o Reiki. Como há tantos mestres de Reiki, aonde tudo isso vai nos levar?
A coisa que sempre envenena as nossas transações financeiras com as outras pessoas é a ausência de clareza. No caso de uma iniciação ou sessão de Reiki, deve estar claro de antemão o que o “doador” gostaria de receber em troca de seus serviços, seja isso uma certa soma de dinheiro que pareça justa, ou algum outro tipo de compensação. O que outros praticantes de Reiki pedem por seus serviços não deve ser considerado de modo algum. Essa é uma decisão individual.
Há, basicamente, dois campos separados: um considera o dinheiro sujo e mau, acreditando que ele corrompe quem quer que o possua. Acredita no amor como seu deus e não pode unir amor e dinheiro, O outro grupo corre atrás de uma conta bancária que cresça sistematicamente por toda a vida e sente desprezo pelos pobres miseráveis que estão do lado oposto. Neste caso, o amor é apenas um meio para chegar a uma segurança maior. Sabemos que muitos casamentos se desfazem por causa de problemas financeiros. Em inúmeras comunidades, espirituais ou não, o dinheiro leva a lutas pelo poder e a outros desentendimentos.
Desde a infância, todos nós temos, de uma forma ou de outra, contato com os problemas financeiros de nossos pais. O fato de nossa família ter dinheiro de mais ou de menos não faz a menor diferença. As emoções ligadas ao dinheiro fazem com que seja muito difícil lidar com ele. Sugiro que devolvamos ao dinheiro seu propósito original de ferramenta, separando dele nossos sentimentos. Isto não quer dizer que não devamos ficar felizes ou nos aborrecermos em relação ao dinheiro. Entretanto, é aconselhável nos tornarmos tão conscientes quanto possível a respeito de nossos próprios motivos para ganhar dinheiro e de nossas reações em relação a ele. O dinheiro, em si, não é bom nem mau.
Em nossa cultura ocidental, geralmente não valorizamos aquilo que nos chega com pouco ou nenhum gasto de energia. A situação, contudo, poderá ser totalmente diferente em outra cultura. Por exemplo: na Nova Zelândia, uma anciã maori ensinou Reiki a seu povo durante muitos anos sem cobrar nada. Na Áustria há um maravilhoso curador que é pago com orações. Na Finlândia, a professora de Reiki Leila Anderssen afirma que é costume “pagar” parte do que é devido ao professor de Reiki com trabalhos sociais em vez de dinheiro. O motivo é, simplesmente, o fator mais importante. Assim, um aluno de Reiki pode aplicar tratamentos de Reiki gratuitamente em um asilo de velhos ou doar dinheiro a uma organização beneficente. Em um caso assim, não há limites para a imaginação.
Um equívoco muito comum sobre os preços é que alguma coisa muito cara, ou mais cara, deve ser melhor que algo mais barato. Isso pode se aplicar aos itens expostos numa prateleira de supermercado, mas certamente não ao Reiki. Energia é energia: ela não tem nada a ver com a pessoa (sem mencionar o preço) que a está transmitindo.
Por outro lado, os seres humanos parecem ser incapazes de aceitar e dar valor ao que é dado de graça. O melhor exemplo é o nosso corpo, a nossa vida: é surpreendente como nós o apreciamos pouco...
Para evitar que a mesma desvalorização acontecesse com o dom do Reiki, o Dr. Usui, depois de anos de caridade, começou a cobrar pelas sessões e iniciações. Ele descobriu que os tratamentos de Reiki dados de graça agiam meramente como analgésicos ou comprimidos para dormir para as pessoas, sem desafiá-las a mudar e sem responsabilizá-las por sua própria vida.
Presumimos que muitos praticantes do Reiki descobrem ou encontram o conceito da caridade dentro de si mesmos mais cedo ou mais tarde. Nós queremos servir nossos semelhantes e achamos que esse serviço deve ser feito de graça. Milhares de anos de condicionamento criaram esse equívoco, mas parece que cada um de nós tem de aprender isso por si mesmo.
Em alguns casos, o Reiki pode ser passado adiante sem compensação. Dentro da própria família ou círculo de amigos próximos, por exemplo, o fluxo de energia está presente de qualquer jeito. Pode ser uma bela experiência para um praticante transmitir o Reiki aos seus pais ou aos parentes. A meu ver, a única condição para uma sessão ou iniciação de graça deve ser se a outra pessoa realmente quer entrar em contato com o Reiki ou não.
Muito mais importante que o dinheiro é o aluno aprender por si mesmo que a relação energética entre ele e o professor é equilibrada, e que ambos se sintam bem a respeito da troca combinada, seja ela qual for.
As Armadilhas
Muitas vezes temos visto professores de Reiki elevarem a energia do Reiki à categoria de divindade e tentarem, subitamente, evitar que quaisquer influências “não-espirituais” entrem em sua vida. Então eles não bebem mais chá nem café, não falam mais sobre o tempo, não fumam, não comem carne, confiam somente em sua intuição e têm uma explicação “espiritual” para todas as situações da vida!
Apenas o Reiki existe, e o chão subitamente lhes foge dos pés.
O Reiki é uma ferramenta maravilhosa, mas não é a única. Na análise final, sempre depende da pessoa que o está usando e, acima de tudo, de como o está usando. Se o Reiki não nos ajuda a ter mais alegria, mais intensidade, mais harmonia, mais amor, mais sabedoria, mais abertura e mais integridade, talvez seja a “ferramenta” errada ou esteja sendo usada “inadequadamente”. Não quero dizer “errada” de uma forma técnica, mas no sentido espiritual. Se o Reiki torna o canal (o praticante) arrogante e teimoso, então esse canal está no caminho errado.
Como geralmente é muito difícil para nós fazermos uma auto-avaliação, sugiro que, ocasionalmente, você peça a seu companheiro ou a um bom amigo que faça uma “avaliação” completamente clara e honesta de sua atuação: em que você precisa trabalhar, quais as suas áreas problemáticas, onde você encontrou seu caminho, como pode desenvolver-se mais, que mudanças positivas ocorreram e se ainda existe algum obstáculo em algum ponto.
Essa atitude funciona maravilhosamente bem. Aprendemos todos os dias, à medida que conseguimos nos libertar de nossa própria arrogância, nossa estreiteza mental e todas as outras loucuras que arrastamos conosco.
Se você não conhece uma pessoa em quem possa ter tanta confiança, espero que logo encontre alguém ao lado de quem possa crescer como pessoa. A fim de preparar-se para isso, imagine tão precisamente quanto possível o tipo de pessoa que gostaria de conhecer, incluindo aparência, traços de caráter e assim por diante. Com este método, é possível abrir a mente em uma certa direção e a pessoa esperada poderá entrar em sua vida. Você vale a pena!
Apenas o Reiki existe, e o chão subitamente lhes foge dos pés.
O Reiki é uma ferramenta maravilhosa, mas não é a única. Na análise final, sempre depende da pessoa que o está usando e, acima de tudo, de como o está usando. Se o Reiki não nos ajuda a ter mais alegria, mais intensidade, mais harmonia, mais amor, mais sabedoria, mais abertura e mais integridade, talvez seja a “ferramenta” errada ou esteja sendo usada “inadequadamente”. Não quero dizer “errada” de uma forma técnica, mas no sentido espiritual. Se o Reiki torna o canal (o praticante) arrogante e teimoso, então esse canal está no caminho errado.
Como geralmente é muito difícil para nós fazermos uma auto-avaliação, sugiro que, ocasionalmente, você peça a seu companheiro ou a um bom amigo que faça uma “avaliação” completamente clara e honesta de sua atuação: em que você precisa trabalhar, quais as suas áreas problemáticas, onde você encontrou seu caminho, como pode desenvolver-se mais, que mudanças positivas ocorreram e se ainda existe algum obstáculo em algum ponto.
Essa atitude funciona maravilhosamente bem. Aprendemos todos os dias, à medida que conseguimos nos libertar de nossa própria arrogância, nossa estreiteza mental e todas as outras loucuras que arrastamos conosco.
Se você não conhece uma pessoa em quem possa ter tanta confiança, espero que logo encontre alguém ao lado de quem possa crescer como pessoa. A fim de preparar-se para isso, imagine tão precisamente quanto possível o tipo de pessoa que gostaria de conhecer, incluindo aparência, traços de caráter e assim por diante. Com este método, é possível abrir a mente em uma certa direção e a pessoa esperada poderá entrar em sua vida. Você vale a pena!
Para um Mestre formar uma turma:
Ensinar Reiki é extremamente compensador. Ver seus alunos receberem a habilidade de lidar com o Reiki pela primeira vez, preenche seu coração com alegria. Ver a surpresa e encanto com a nova energia que eles estão experimentando pela primeira vez e seguindo sua orientação para dar tratamentos é uma experiência magnífica. Se você é um Mestre, mas ainda não se sente preparado para dar seu primeiro seminário, crie coragem e vá em frente. A recompensa que você receberá por ensinar compensará todos os esforços feitos para seu preparo e pela responsabilidade de fazê-lo bem.
A decisão de tornar-se um Mestre de Reiki e aceitar isso como uma parte importante do seu caminho espiritual, o levará mais rapidamente à experiência de plenitude em sua jornada. Desenvolver o conhecimento necessário e trabalhar com seus alunos irá expandir sua zona de conforto e melhorar sua auto-estima.
Uma aula organizada e facilitada, dada com amor, compaixão, clareza de expressão sobre os ensinamentos e com a adequada demonstração e tempo para a prática, poderá levar seus alunos a um nível inteiramente novo de consciência e auto-estima. Se apresentada dessa forma, eles se motivarão a usar o Reiki em si próprios e em outros.
“O OBJETIVO PRINCIPAL E DIGNO PARA TODOS OS MESTRES DE REIKI É TORNAR-SE O TIPO DE MESTRE DE REIKI QUE VOCÊ GOSTARIA DE TER COMO SEU MESTRE DE REIKI”
A decisão de tornar-se um Mestre de Reiki e aceitar isso como uma parte importante do seu caminho espiritual, o levará mais rapidamente à experiência de plenitude em sua jornada. Desenvolver o conhecimento necessário e trabalhar com seus alunos irá expandir sua zona de conforto e melhorar sua auto-estima.
Uma aula organizada e facilitada, dada com amor, compaixão, clareza de expressão sobre os ensinamentos e com a adequada demonstração e tempo para a prática, poderá levar seus alunos a um nível inteiramente novo de consciência e auto-estima. Se apresentada dessa forma, eles se motivarão a usar o Reiki em si próprios e em outros.
“O OBJETIVO PRINCIPAL E DIGNO PARA TODOS OS MESTRES DE REIKI É TORNAR-SE O TIPO DE MESTRE DE REIKI QUE VOCÊ GOSTARIA DE TER COMO SEU MESTRE DE REIKI”
O que é um Mestre de Reiki
A definição de um Mestre de Reiki é qualquer pessoa que recebeu as sintonizações de Mestre e o símbolo do Mestre e que entende claramente como fazer todas as sintonizações.
Para ser considerado um Mestre, é necessário ensinar Reiki a pelo menos uma pessoa. Todos aqueles que receberam o treinamento de Mestre, mas nunca ensinaram, são considerados Mestres de Reiki Praticantes até que eles comecem a ensinar.
Reiki é uma prática sagrada que requer reverência e grande respeito se quisermos experimentar todo o seu valor. Os benefícios do Reiki são abrangentes, não somente nos dando a habilidade de curarmos, o que para nós é absolutamente magnífico, mas também trazendo orientação para nossas vidas.
O Treinamento de Mestre é um passo sério:
• - requer uma definitiva preparação
• - a prática é absolutamente necessária
• - a experiência com a energia e com os símbolos é fundamental
• - é necessário meditar sobre seus propósitos de vida
• - é necessário estudar sempre
Para tornar-se um Mestre, é fundamental:
• - habilidade para sintonizar outras pessoas
• - encontrar tempo para que seus alunos aprendam
• - assegurar-se que eles praticaram as sintonizações
• - não se importar se seu aluno for melhor que você; seja grato por isso
• - praticar bem as sintonizações antes de sua primeira turma
• - praticar as meditações, estudar, anotar, para melhorar sua aula
• - a sua atitude, pois ela cria os resultados que você recebe; assuma o sucesso e você irá criá-lo
• - tratar seus alunos com respeito e gratidão; todos têm uma centelha de Deus como você
• - nunca usar meios que tornem seus alunos dependentes de você
• - estimular seus alunos a se conectarem com seu próprio poder e liberdade de escolha
• - a dignidade, porque o que você cria para os outros volta para você
• - atuar enriquecendo pessoas, porque assim você será enriquecido
• - ser um bom exemplo e um representante autêntico da energia Reiki
• - desenvolver e expressar qualidades como compaixão, amor, sabedoria, justiça, cooperação, humildade, persistência, bondade, coragem, força e abundância. O Reiki é tudo isso e muito mais
Para ser considerado um Mestre, é necessário ensinar Reiki a pelo menos uma pessoa. Todos aqueles que receberam o treinamento de Mestre, mas nunca ensinaram, são considerados Mestres de Reiki Praticantes até que eles comecem a ensinar.
Reiki é uma prática sagrada que requer reverência e grande respeito se quisermos experimentar todo o seu valor. Os benefícios do Reiki são abrangentes, não somente nos dando a habilidade de curarmos, o que para nós é absolutamente magnífico, mas também trazendo orientação para nossas vidas.
O Treinamento de Mestre é um passo sério:
• - requer uma definitiva preparação
• - a prática é absolutamente necessária
• - a experiência com a energia e com os símbolos é fundamental
• - é necessário meditar sobre seus propósitos de vida
• - é necessário estudar sempre
Para tornar-se um Mestre, é fundamental:
• - habilidade para sintonizar outras pessoas
• - encontrar tempo para que seus alunos aprendam
• - assegurar-se que eles praticaram as sintonizações
• - não se importar se seu aluno for melhor que você; seja grato por isso
• - praticar bem as sintonizações antes de sua primeira turma
• - praticar as meditações, estudar, anotar, para melhorar sua aula
• - a sua atitude, pois ela cria os resultados que você recebe; assuma o sucesso e você irá criá-lo
• - tratar seus alunos com respeito e gratidão; todos têm uma centelha de Deus como você
• - nunca usar meios que tornem seus alunos dependentes de você
• - estimular seus alunos a se conectarem com seu próprio poder e liberdade de escolha
• - a dignidade, porque o que você cria para os outros volta para você
• - atuar enriquecendo pessoas, porque assim você será enriquecido
• - ser um bom exemplo e um representante autêntico da energia Reiki
• - desenvolver e expressar qualidades como compaixão, amor, sabedoria, justiça, cooperação, humildade, persistência, bondade, coragem, força e abundância. O Reiki é tudo isso e muito mais
Aprender e Ensinar
Existem apenas duas exigências para qualquer pessoa que queira aprender a arte do Reiki:
• O desejo de fazer isso com a mente aberta, uma mente pronta para aprender. Acho importante que a intenção de aprender Reiki seja aprender para você mesmo, como um investimento no seu próprio crescimento espiritual. Possíveis aulas futuras ou oportunidades de negócio devem ser, na melhor das hipóteses, considerações secundárias.
• Encontrar um professor qualificado que esteja pronto para ensinar. Ter completado o sistema Reiki não quer dizer necessariamente que alguém será um bom professor, nem significa de modo algum que a pessoa queira ensinar.
Obviamente, o sistema Reiki não pode ser ensinado em poucos dias, semanas ou meses; com o tempo, o próprio Reiki ensina sobre si mesmo ao professor de Reiki de coração e mente abertos. É aconselhável que novos professores de Reiki comecem a ensinar apenas depois de terem entendido o que aprenderam.
Quando falamos sobre praticar Reiki, não significa praticar em prol da competência. A prática do Reiki nos ajuda apenas a nos transformarmos num canal cada vez mais puro para a energia vital universal. Não há ação envolvida de modo algum.
A energia do Reiki não apenas se ajusta às necessidades específicas do corpo em desequilíbrio quando se administra a cura, mas também se ajusta ao estado mental e à formação espiritual e psicológica do professor de Reiki!
• O desejo de fazer isso com a mente aberta, uma mente pronta para aprender. Acho importante que a intenção de aprender Reiki seja aprender para você mesmo, como um investimento no seu próprio crescimento espiritual. Possíveis aulas futuras ou oportunidades de negócio devem ser, na melhor das hipóteses, considerações secundárias.
• Encontrar um professor qualificado que esteja pronto para ensinar. Ter completado o sistema Reiki não quer dizer necessariamente que alguém será um bom professor, nem significa de modo algum que a pessoa queira ensinar.
Obviamente, o sistema Reiki não pode ser ensinado em poucos dias, semanas ou meses; com o tempo, o próprio Reiki ensina sobre si mesmo ao professor de Reiki de coração e mente abertos. É aconselhável que novos professores de Reiki comecem a ensinar apenas depois de terem entendido o que aprenderam.
Quando falamos sobre praticar Reiki, não significa praticar em prol da competência. A prática do Reiki nos ajuda apenas a nos transformarmos num canal cada vez mais puro para a energia vital universal. Não há ação envolvida de modo algum.
A energia do Reiki não apenas se ajusta às necessidades específicas do corpo em desequilíbrio quando se administra a cura, mas também se ajusta ao estado mental e à formação espiritual e psicológica do professor de Reiki!
Professor ou Mestre?
As culturas ocidentais não compreendem o conceito da relação aluno/discípulo e mestre. Durante milhares de anos a mente ocidental foi moldada por sua moral, suas línguas e religiões para constantemente questionar, analisar e racionalizar tudo o que é vivido ou ouvido. Entregar-se a outra pessoa está absolutamente fora de questão. A palavra guru, por exemplo, embora seja um termo de profundo respeito nos países asiáticos, é usado como insulto no Ocidente! Esse pensamento, seguido de suas conclusões lógicas, tem conseqüências extraordinárias
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No Oriente, a situação é quase que diametralmente oposta. No Japão, por exemplo, qualquer pessoa que tenha alguma habilidade e a demonstra abertamente é chamado respeitosamente de sensei (professor). O título de mestre não está à disposição tão facilmente. Mestre é alguém que conseguiu dominar a si mesmo, alguém cuja jornada espiritual resultou em gozo contínuo. Tem muito pouco, ou nada, a ver com uma habilidade ou profissão. Há apenas duas formas de se conseguir o título de mestre. Ou os alunos/discípulos de um professor o chamam de mestre por causa de seu profundo respeito, ou um aluno/discípulo recebe o título do seu mestre, depois de ter conseguido dominar a si mesmo.
Por esse motivo, muitos professores de Reiki não chamam a si mesmos de mestres para evitar mal-entendidos. A maestria não pode ser conseguida ou recebida de nenhum modo.
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No Oriente, a situação é quase que diametralmente oposta. No Japão, por exemplo, qualquer pessoa que tenha alguma habilidade e a demonstra abertamente é chamado respeitosamente de sensei (professor). O título de mestre não está à disposição tão facilmente. Mestre é alguém que conseguiu dominar a si mesmo, alguém cuja jornada espiritual resultou em gozo contínuo. Tem muito pouco, ou nada, a ver com uma habilidade ou profissão. Há apenas duas formas de se conseguir o título de mestre. Ou os alunos/discípulos de um professor o chamam de mestre por causa de seu profundo respeito, ou um aluno/discípulo recebe o título do seu mestre, depois de ter conseguido dominar a si mesmo.
Por esse motivo, muitos professores de Reiki não chamam a si mesmos de mestres para evitar mal-entendidos. A maestria não pode ser conseguida ou recebida de nenhum modo.
Tempo para experimentar
O Reiki vem sendo oferecido em toda parte como um curso rápido. Chamo isto de método de “acrescentar-água”, destinado a criar um maravilhoso menu de Reiki dentro do mínimo tempo possível. Posso entender que estamos todos com pressa e sempre desejamos que as coisas aconteçam com a maior rapidez, mas acho que é melhor levar o tempo que for possível na abordagem dos vários níveis de Reiki. Esse espaço de tempo é diferente para cada pessoa.
Já ouvimos dizer que não se deve passar mais de dois dias entre as iniciações do Primeiro Grau, uma vez que, de outra forma, a energia virará fumaça. Antigamente, no Japão, as pessoas reuniam-se uma vez por mês durante seis meses a fim de aprender o Primeiro Grau Nós o ensinamos em um ou dois dias, podendo haver entre eles um intervalo de uma semana.
Há várias formas de ensinar o Segundo Grau. Alguns professores sintonizam uma vez durante o Segundo Grau, outros fazem-no três vezes. As três sintonizações podem ser divididas em três semanas, o que dará ao aluno muito mais tempo para experimentar o poder do Reiki e os símbolos individuais, ou, se apenas uma sintonização for feita, o professor poderá ensinar apenas um símbolo por semana.
A Sra. Shizuko Akimoto, uma curadora maravilhosa a quem devemos agradecer por grande parte das novidades sobre o Reiki, diz que cada um dos níveis de Reiki tem um valor especifico. Se os Primeiro e Segundo Grau de Reiki forem ensinados com um intervalo muito pequeno, o valor do Primeiro Grau não é adequadamente captado, e isto significa jogar pérolas aos porcos. Entretanto, pode não ser errado um treinamento rápido de Reiki.
Também poderá ser necessário ensinar a uma pessoa todo o sistema do Reiki ou uma grande parte dele em pouco tempo, especialmente se a pessoa estiver seriamente enferma.
Reiki significa energia, por isso não pode ser ensinado. Ele se revela se estivermos atentos. E é essa atenção que o professor promove no aluno.”
Já ouvimos dizer que não se deve passar mais de dois dias entre as iniciações do Primeiro Grau, uma vez que, de outra forma, a energia virará fumaça. Antigamente, no Japão, as pessoas reuniam-se uma vez por mês durante seis meses a fim de aprender o Primeiro Grau Nós o ensinamos em um ou dois dias, podendo haver entre eles um intervalo de uma semana.
Há várias formas de ensinar o Segundo Grau. Alguns professores sintonizam uma vez durante o Segundo Grau, outros fazem-no três vezes. As três sintonizações podem ser divididas em três semanas, o que dará ao aluno muito mais tempo para experimentar o poder do Reiki e os símbolos individuais, ou, se apenas uma sintonização for feita, o professor poderá ensinar apenas um símbolo por semana.
A Sra. Shizuko Akimoto, uma curadora maravilhosa a quem devemos agradecer por grande parte das novidades sobre o Reiki, diz que cada um dos níveis de Reiki tem um valor especifico. Se os Primeiro e Segundo Grau de Reiki forem ensinados com um intervalo muito pequeno, o valor do Primeiro Grau não é adequadamente captado, e isto significa jogar pérolas aos porcos. Entretanto, pode não ser errado um treinamento rápido de Reiki.
Também poderá ser necessário ensinar a uma pessoa todo o sistema do Reiki ou uma grande parte dele em pouco tempo, especialmente se a pessoa estiver seriamente enferma.
Reiki significa energia, por isso não pode ser ensinado. Ele se revela se estivermos atentos. E é essa atenção que o professor promove no aluno.”
A preparação do Mestre para fazer as iniciações
Durante nossa vida temos muitos mestres. Por exemplo, os pais, irmãos, parentes, professores, instrutores, conhecidos casuais, conselheiros, colegas, coordenadores de seminários e autores que nos falam através de livros, artigos de revistas, filmes e obras teatrais. Alguns deles também nos transmitem ensinamentos espirituais ou pelo menos algo que nos ajuda a seguir nosso caminho espiritual, ou seja, nosso caminho para a luz e para o amor. Ouvimos atentamente alguns deles, quando nos transmitem algo realmente importante.
Junto a esses guias espirituais informais existem outros, a quem elegemos de maneira mais ou menos consciente para que nos ajudem em nosso caminho. Alguns nos acompanham por um período curto de tempo, outros durante muitos anos. O que um guia espiritual pode fazer por nós depende de sua competência, de seu compromisso, das condições em que o encontro acontece, da nossa vontade em nos deixarmos guiar e da persistência que tenhamos a cada dia como alunos.
Um mestre de Reiki não é necessariamente um guia espiritual. Tampouco deve necessariamente sê-lo. Os requisitos mínimos devem incluir a capacidade e o conhecimento para iniciar outras pessoas e formá-las no uso da energia universal de vida. Contudo, qualquer mestre de Reiki pode tornar-se um guia espiritual, na medida em que se preocupe com seu desenvolvimento pessoal. Pode acontecer de um mestre de Reiki, com muito pouco tempo de exercício da profissão, ensinar de maneira muito espiritual. Do mesmo modo ocorre que outro com muitos anos de prática em sessões e seminários de Reiki, apesar de tudo, entenda muito pouco das dimensões espirituais do sistema Usui de cura natural.
Os professores orientados espiritualmente não trabalham com verdades definitivas ou com formas padronizadas de solucionar problemas, mas sim com contatos humanos autênticos e informações e habilidades de valor prático que eles transmitem e desenvolvem continuamente.
Um guia espiritual não tenta atrair seus alunos com preços baixos ou com falsas inovações, mas sim com aquilo que ele é e com a mensagem que oferece. Um professor, por melhor que seja não consegue nada se seu aluno não se compromete e este, por sua vez, deve duvidar com seriedade do caminho e do seu mestre, pois a duração da relação entre eles depende de quão longe queira chegar o aluno.
A tarefa essencial de um guia espiritual não é oferecer respostas, mas sim, formular perguntas.
Junto a esses guias espirituais informais existem outros, a quem elegemos de maneira mais ou menos consciente para que nos ajudem em nosso caminho. Alguns nos acompanham por um período curto de tempo, outros durante muitos anos. O que um guia espiritual pode fazer por nós depende de sua competência, de seu compromisso, das condições em que o encontro acontece, da nossa vontade em nos deixarmos guiar e da persistência que tenhamos a cada dia como alunos.
Um mestre de Reiki não é necessariamente um guia espiritual. Tampouco deve necessariamente sê-lo. Os requisitos mínimos devem incluir a capacidade e o conhecimento para iniciar outras pessoas e formá-las no uso da energia universal de vida. Contudo, qualquer mestre de Reiki pode tornar-se um guia espiritual, na medida em que se preocupe com seu desenvolvimento pessoal. Pode acontecer de um mestre de Reiki, com muito pouco tempo de exercício da profissão, ensinar de maneira muito espiritual. Do mesmo modo ocorre que outro com muitos anos de prática em sessões e seminários de Reiki, apesar de tudo, entenda muito pouco das dimensões espirituais do sistema Usui de cura natural.
Os professores orientados espiritualmente não trabalham com verdades definitivas ou com formas padronizadas de solucionar problemas, mas sim com contatos humanos autênticos e informações e habilidades de valor prático que eles transmitem e desenvolvem continuamente.
Um guia espiritual não tenta atrair seus alunos com preços baixos ou com falsas inovações, mas sim com aquilo que ele é e com a mensagem que oferece. Um professor, por melhor que seja não consegue nada se seu aluno não se compromete e este, por sua vez, deve duvidar com seriedade do caminho e do seu mestre, pois a duração da relação entre eles depende de quão longe queira chegar o aluno.
A tarefa essencial de um guia espiritual não é oferecer respostas, mas sim, formular perguntas.
Iniciações
Os autênticos símbolos do Reiki não podem ser usados negativamente; eles têm uma proteção interna. Existem conversas e textos não comprovados que havia originariamente trezentos e cincoenta e três símbolos do Reiki, 22 dos quais atualmente estavam sendo usados. Eles estariam arquivados em bibliotecas no Tibet e na Índia.
Diz-se que: “Quando chegar a hora de o Ocidente e de o Reiki terem esses símbolos de volta, ser-nos-ão dados de tal forma que poderão ser imediatamente reconhecidos como os autênticos símbolos do Reiki”. O futuro dirá.
Quanto aos símbolos do Mestrado em Reiki, o assunto se esgota por aqui.
Apesar de que Reiki não é uma religião e sim uma manifestação, o grande problema com a religião/manifestação são as pessoas. Um grande número de pessoas, na atualidade, querem dar a impressão de ser os novos “Mikaos Usuis”, haja vista o grande número de símbolos “canalizados” e que são absorvidos pela massa e usados imediatamente, à parte do longo processo de estudo que Mikao Usui empreendeu para chegar ao ponto que hoje estamos.
No começo dos ensinamentos sobre o Reiki, os alunos em geral perguntam o que é uma iniciação. Diga-lhes que só pode descrever o processo como sendo um pequeno milagre. A iniciação tem de ser vivida — não pode ser descrita racionalmente. Ninguém sabe por que ou como a iniciação em Reiki funciona, ou por que a combinação das mãos, dos símbolos, da respiração e de outros controles tem um efeito tão profundo.
Os que já receberam iniciações em Reiki sabem que sua vida se altera profundamente. As iniciações são um ponto alto na vida de muitas pessoas, e a maioria de nós, que já passamos por elas, fica completamente deslumbrada durante o processo.
A diferença entre o Reiki e outros sistemas de cura pela imposição das mãos é a iniciação. Outros sistemas podem usar a imposição das mãos sobre os chakras e trabalhar com a energia do Ki, mas só o Reiki tem o benefício extraordinário da iniciação. Nas iniciações Tradicionais do Reiki, existem quatro iniciações para o Primeiro Grau e duas únicas iniciações para o Segundo Grau e o Mestrado.
As iniciações em Reiki abrem e expandem o Ki, mantêm a capacidade da Linha do Hara e eliminam os bloqueios dos canais energéticos, além de equilibrar e iluminar os chakras da Linha do Hara e do duplo etérico. Durante uma iniciação, o Ki Celeste, carregando os cinco símbolos do Reiki, desloca-se do chakra da coroa para o do coração do receptor. O Ki Terrestre é absorvido pelas pernas e pelos chakras inferiores, sendo levado do Hara ao chakra do coração. O suprimento de Ki Original é restabelecido no Hara, e qualquer bloqueio ao uso da energia se desfaz. Tudo isso ocorre em poucos minutos.
A iniciação é uma forma de pagamento kármico. Durante o processo, o karma é retirado do receptor como pagamento por se tomar um curador. Isso ocorre quando o Mestre/Instrutor permanece num nível energético muito elevado durante a iniciação, o que também eleva o nível do Ki no receptor. A ocorrência é automática, sem a intenção ou interferência do Mestre, apenas fluindo através dele. O ego não é envolvido. O Mestre simplesmente faz os movimentos físicos, e tudo o mais se segue.
O processo iniciático pode ser considerado hoje uma das coisas mais sagradas na Terra. Desde o momento da iniciação, um novo curador é criado — ou melhor, despertado. A capacidade de curar faz parte do código genético humano impresso no nosso DNA. A iniciação Reiki acende uma luz numa casa escura, reativando dons que um dia foram universais, mas que hoje estão praticamente esquecidos. O Reiki é uma das maiores forças deste planeta na evolução das pessoas. As iniciações curam o nosso DNA, ligando-nos novamente à Luz.
Ao receber a iniciação em Reiki, cada pessoa tem uma experiência diferente. Ela pode ver cores, ter sensações estranhas, visualizar a imagem de si mesma em vidas passadas ou entrar em contacto com espíritos-guias, ou encher-se de felicidade e alegria. Algumas pessoas choram ou tremem. Outras dizem que não sentiram nada, mas apresentam as faces coradas e um largo sorriso. A abertura para a energia é evidente ao se olhar para elas. A maioria das pessoas sente imediatamente as mãos quentes, o que é típico do canal Reiki, embora algumas possam levar mais tempo até manifestarem o calor nas mãos, à medida que as utilizarem na cura.
O Mestre, ao fazer a iniciação, sempre sente algo diferente, mas em geral o sentimento é de uma alegria intensa. O processo transforma o corpo num pára-raios. A energia do Ki primeiro se movimenta no corpo do Mestre/Instrutor, para depois ser transmitida ao aluno. Este é um processo fisicamente cansativo, razão de não haver tempo para se pensar durante a iniciação, só para movimentar a energia pelo corpo. Não há outras considerações além dos movimentos físicos; a energia toma conta de si própria.
A iniciação é uma experiência que envolve a Kundalini, atinge os níveis do Hara e do duplo etérico.
Qualquer pessoa que queira transmitir o Reiki aos outros recebe toda a ajuda necessária. Faça o máximo. Quando se tem a intenção de ensinar o Reiki, recebe-se a ajuda.
O método de iniciação que se segue apresenta uma iniciação para cada um dos graus do Reiki. Também se trata da mesma iniciação para os três graus e ele tem sido transmitido oralmente.
A iniciação para o reikiano até o Grau de Mestre é a mesma. Isso ocorre, em parte, devido à intenção e à capacidade que o receptor tem de conservar o Ki. Ao fazer a iniciação para o Reiki Primeiro Grau, provoca-se uma abertura na aura, pois a expansão áurica ainda não se iniciou. O aluno que está recebendo o Primeiro Grau não se abre totalmente durante a iniciação. À medida que seus corpos energéticos se expandem e se ajustam a uma maior quantidade de Ki, ele se torna capaz de lidar com mais energia e, portanto, começa a se abrir. A abertura completa para o Primeiro Grau leva de três a quatro semanas, num ciclo que leva de três a quatro dias em cada chakra.
Quando se faz a iniciação no Reiki Segundo Grau, acontece o mesmo. O reikiano do Primeiro Grau atinge um grau de abertura da Linha do Hara, e é assim que o Segundo Grau se manifesta. Diz-se que o nível de energia no Reiki Segundo Grau é matematicamente elevado à segunda potência. Novamente, o aluno passa por um período de adaptação, à medida que aumenta sua capacidade de canalizar o Ki. No Mestrado, o nível de energia se expande novamente, a partir do ponto atingido no Reiki Segundo Grau. O processo é semelhante ao Primeiro e Segundo Grau, num nível energético mais expandido, pois o reikiano pode manipular uma maior quantidade de energia.
Esses períodos de adaptação são a causa da reação de desintoxicação que alguns reikianos sentem depois de receber as iniciações. Se há bloqueios energéticos nos chakras, na Linha do Hara, ou na capacidade para canalizar o Ki, eles se dissolvem pela energia das iniciações e essa dissolução causa reações.
Se os bloqueios são eliminados do corpo etérico, as reações são físicas — diarréia, coriza, inapetência por alguns dias, ou dor de cabeça. E isso é mais freqüente no Primeiro Grau. Se os bloqueios se deslocam dos níveis emocional ou mental, a desintoxicação também ocorre nesses níveis. Essa é a desintoxicação que ocorre no Segundo Grau, e pode demorar vários meses, causando o desenvolvimento e as mudanças de vida.
Alterações no corpo espiritual ocorrem no Mestrado. Na maior parte das vezes, não se manifestam como desintoxicação, mas na forma de um autoconhecimento cada vez maior, e uma impressão de comunhão e união com o Universo. Para a maioria dos iniciados, a reação mais freqüente no Mestrado é a alegria pura. A purificação já ocorreu. Às vezes, o novo Mestre Reiki necessita de mais horas de sono durante os dias subseqüentes, à medida que seus níveis energéticos e corpos vibracionais se reajustam para se adaptar à expansão da energia.
Tradicionalmente, de acordo com a maioria dos instrutores de Reiki da atualidade, o Daí Koo Myo só é colocado nas mãos durante a iniciação em Mestrado. Nos três graus, ele é introduzido no chakra da coroa, mas no Primeiro e Segundo Grau ele não é colocado na palma das mãos.
Tradicionalmente, outros símbolos do Reiki são colocados no Chakra Coronal, mas existem tendências que no Segundo Grau eles só são colocados numa das mãos, que é chamada de “mão dominante”.
Isso não deve ser feito, pois resulta num desequilíbrio energético, que pode ser um tanto incômodo. As duas mãos devem ser iniciadas para se obter o equilíbrio energético do Ki e também pela praticidade durante as aplicações.
Ao tomar-se Mestre, comece a fazer iniciações para uma pessoa de cada vez. Não inicie os cursos enquanto não tiver aprendido corretamente a forma de fazer a iniciação. O primeiro grupo deve ser pequeno — no máximo, quatro pessoas; aumente o número delas à medida que se tomar mais forte.
Imagina-se que até dez pessoas seria adequado, pois o desgaste físico grande e muitos Mestres só o sentem posteriormente. Durante as iniciações, ocorre apenas uma grande elevação da energia. A pessoa ignora o excesso de tempo despendido; portanto, deve dar ouvidos à sua intuição para saber se está indo longe demais.
Seria de grande importância fazer iniciações para pessoas que estejam à beira da morte, gravemente doentes ou passando por grandes crises. Se a pessoa for capaz de usar o Reiki Primeiro Grau para se curar, isso seria ótimo, mas a iniciação, em si, já é uma grande cura. Não importa que essas pessoas não se tomem reikianos, chamados de agentes de cura, embora algum dia talvez o sejam. O que importa é a cura e o grande benefício que uma iniciação proporciona no momento em que tanto se necessita.
Frequentemente, os alunos que já passaram por instruções voltam apenas para repetir as iniciações. Isso não é necessário, pois as iniciações se fixam para sempre, o que não invalida a iniciativa do Mestre em refazê-la, apenas pelo prazer e respeito que alguns sentem a mais pela energia Reiki. Também é perfeitamente correto que um novo Mestre pratique o modo de fazer as iniciações e isso deve ser estimulado.
Ao começar a realizar iniciações em Reiki, inicie pelo Primeiro Grau. Depois de ter dado várias instruções e sentir-se completamente à vontade com o processo iniciático do Primeiro Grau, passe ao Segundo Grau. Siga adiante só quando sentir que pode lidar bem com qualquer problema relacionado com o Primeiro Grau. O ensino do Reiki já é a sala de aula do Mestre em Reiki, contudo convém começar pelos ensinamentos básicos e depois passar aos estágios mais avançados.
A melhor maneira de se preparar para as instruções do Reiki é fazer tanto o trabalho de cura direta como a distância o quanto mais possível, e praticar o processo iniciático. Conhecendo o Reiki profundamente, você se prepara para ensiná-lo aos outros.
A maioria dos iniciados Mestres se pergunta: "Como sei que alguém se abriu à energia depois de ter recebido a iniciação?". A resposta é muito simples: olhe para o rosto deles depois da iniciação e saberá.
Uma maneira simples, de especial ajuda aos novos Mestres, é perguntar. Depois de fazer a iniciação a todos no grupo, perguntar que viram ou o que sentiram. Se alguém não quiser falar, não insistir. Depois de uma ou duas pessoas terem se manifestado, outras, em geral, fazem o mesmo. Dizer a elas que fiquem alerta para sensações sutis, em vez de esperarem grandes acontecimentos; e, quando compreenderem que algo aconteceu, poderão querer participar da discussão. Ao descreverem o que se passou, o Mestre saberá que elas se abriram à energia. As pessoas descrevem uma grande variedade de sensações, particularmente no Primeiro Grau. Em seguida, perguntar: "Há alguém que não tenha sentido nada?".
De vez em quando, um entre 8 ou 10 alunos diz que não sentiu nada. Primeiramente, pedir para sentir as mãos da pessoa — se elas estiverem quentes, ela definitivamente se abriu à energia, quer ela compreenda ou não. Entretanto, a rigor, mãos quentes não denunciam por si só, a abertura à energia Rei.
Perguntar o que ela sentiu ou viu durante a iniciação — alguns alunos esperam acontecimentos grandiosos, em vez de sensações sutis, de quietude. Em geral, quase todos os problemas são resolvidos dessa forma. Se as mãos continuarem frias e o aluno não sentiu nada durante a iniciação, perguntar se ele tem alguma dúvida em relação à energia. Os alunos que tiveram educação fundamentalista, embora possam tê-la rejeitado, podem ter dificuldade ou medo de aceitar a cura psíquica. Porém, isso não importa, pois a iniciação é para sempre e não pode ser desfeita.
Antes de descrever o processo iniciático, é necessária a esta altura uma reflexão sobre as iniciações. A palavra iniciação também significa sintonização. E essa palavra, em sânscrito, significa fortalecimento.
O Reiki dá forças a quem quer que o receba e também ao Mestre que o difunde. Um instrutor de Reiki é chamado de Mestre ou Shihan, mas o termo não tem a conotação de alguém que tem poder sobre outrem, nem de hierarquia. O Mestre é simplesmente um instrutor. Se alguma honra acompanha o título, é a de ter o Reiki em si. Recebendo as instruções e iniciações de um Mestre, o aluno pode chegar até o Mestrado, mas é através do seu compromisso e empenho que alguém se transforma num Mestre. Nenhum instrutor pode torná-lo um Mestre — o aluno só pode se tomar um Mestre depois de passar pelas iniciações e ensinar o Reiki com sucesso.
Na Índia e no Tibet, um guru Vajrayana (Mestre/Instrutor de Budismo Tântrico), é honrado por fazer parte de uma linha de adeptos que se estende a Sidarta Gautama, o Buddha, ou nele tem sua origem. Na Índia, um guru assume essa responsabilidade seriamente, sem egocentrismo e sem violar a confiança que existe entre aluno e instrutor.
Atualmente, o Mestre em Reiki também se enquadra numa linhagem que passa por Hawayo Takata e por Buddha Sakyamuni, e tem origem, segundo a crença indiana, no deus Shiva e nas estrelas.
Os alunos e Mestres em Reiki Tradicional também seguem uma linha de ensinamentos. O aluno identifica seu status dentro do Reiki pelo de seu instrutor e pelo instrutor do seu instrutor e por sua relação com Takata. O aluno foi treinado pelo Mestre A, que foi treinado pelo Mestre B, que foi treinado pelo Mestre C — até chegar na Senhora Takata, que foi treinada por Chujiro Hayashi, que foi treinado por Mikao Usui. Essa é a linhagem do estudante.
Porém, que realmente importa no Reiki é que o aluno ou Mestre receba o treinamento; não importa de quem. Um Mestre de qualquer linhagem tem como principal responsabilidade a prática do Reiki e sua disseminação através do ensino, e isso é o que importa.
No Budismo Tântrico existem muitos níveis de iniciação. O termo em sânscrito é "abhiseka"; em tibetano é "wong". Na Índia, diz-se que a pessoa recebe "Shaktipat". O processo iniciático é um sacramento, e suspeito-se que as iniciações em Reiki ou budistas tenham dado origem aos sacramentos do Cristianismo e, talvez, a todos os ritos de passagem.
Ao receber a abhiseka — uma iniciação ou fortalecimento — poderes sagrados entram no corpo e aí permanecem. No Budismo Tântrico Vajrayana, uma iniciação sempre precede o início de um nível de ensinamento. Os quatro níveis do fortalecimento budista refletem exatamente os três graus do Reiki.
As três primeiras iniciações budistas acabam com os bloqueios kármicos, a quarta cura a consciência. As quatro iniciações oferecem as seguintes expansões do Ki: l) Abertura de bloqueios energéticos; 2) Aumento de poder; 3) Acesso a novas instruções; 4) Permissão ao aluno de praticar certos processos ou rituais. Esses quatro benefícios também são trazidos com as iniciações Reiki, cada grau elevando a um nível mais complexo. As quatro iniciações são as seguintes:
1. O Fortalecimento do Vaso limpa os canais psíquicos e o corpo físico de obstruções kármicas. Permite ao aluno visualizar certas divindades (Deuses). Outros benefícios são mantidos em segredo.
2. O Fortalecimento místico abre o fluxo do Ki e o poder da palavra dá eficácia aos mantras. Novamente, existem outros benefícios secretos.
3. O Fortalecimento do Conhecimento Divino purifica o corpo mental e permite a prática da Hatha Ioga, além de outras coisas.
4. O Fortalecimento Absoluto leva ao reconhecimento da verdadeira essência espiritual e à experiência direta do que, até então, era um conhecimento apenas simbólico. Esse fortalecimento permite o estudo da Ata Yoga e "tem resultados místicos profundos".
Pode-se o primeiro fortalecimento budista à iniciação em Reiki Primeiro Grau: ele abre os canais do Hara e purifica a pessoa no nível do corpo físico. Os Fortalecimentos Místico e Divino correspondem ao Segundo Grau; os símbolos correspondem ao poder da palavra, como os bijas são as formas simbólicas escritas dos sons. Os corpos mental e emocional são purificados, e os exercícios de Hatha Ioga correspondem aos exercícios de Ki.
O Fortalecimento Absoluto corresponde ao Terceiro Grau do Reiki. Ele vai direto à essência espiritual, ao corpo espiritual e promove a compreensão de todo o processo. Resultados místicos profundos são uma boa descrição do que ocorre depois de receber o Mestrado. O aluno que se transforma num Mestre em Reiki passa por profundas transformações em sua vida.
Assim como tudo no Reiki, o processo para fazer as iniciações é extremamente simples. Envolve uma série de movimentos do corpo físico que, quando feitos em certa seqüência, têm efeitos espirituais duradouros de transformação. O Mestre/Instrutor não precisa se preocupar com o que ocorre durante o processo, só precisa executar a seqüência correta. Coisas muito complexas ocorrem durante a iniciação em Reiki, mas o Mestre nem precisa saber o que são. Ele apenas realiza a iniciação. Os guias e a energia Reiki tomam conta de tudo o que se segue.
Para realizar qualquer iniciação, o Mestre deve ser capaz de manter a língua tocando o céu da boca durante todo o processo. Deve segurar a respiração, enquanto não assopra e, ao fazê-lo, a língua fica no céu da boca — ele assopra em tomo dela. Depois de assoprar, deve respirar profundamente de novo. Ao assoprar, transmite-se o Ki, e a primeira definição do Ki é "sopro vital".
Para receber a iniciação, o aluno senta-se numa cadeira, com as costas retas e os pés no chão. Pode tirar o sapato se quiser. A energia de alguns Mestres em Reiki é tão forte que eles chegam a quebrar relógios durante as iniciações. Se o Mestre for um desses, deve pedir ao aluno que o tire, e tirar o seu também.
Pedir aos alunos que coloquem a palma das mãos, uma contra a outra, na altura do peito, e diga que manipulará suas mãos. Se o Mestre tiver de procurar pelas mãos do aluno durante a iniciação, toma-se muito difícil uma linha única de trabalho.
As iniciações devem ser realizadas individualmente. Coloque de dois a quatro alunos sentados em cadeiras formando uma fileira. Até quatro é o ideal. O Mestre deve ver o que é mais conveniente para ele. Deve lembra-se de que estará cansado no final — o estado energético alterado termina depois de uma hora, aproximadamente.
Colocar música suave durante a iniciação, se quiser, mas a sala deve estar em total silêncio. Esse é um momento em que não deve haver nenhuma interrupção. A sala onde ocorre o processo iniciático fica energizada por um bom tempo depois dele. A temperatura da sala poderá aumentar consideravelmente durante a iniciação. Num ambiente com ar condicionado, a temperatura inicial de 23 graus centígrados, podem aumentar em alguns graus, no final.
Durante as iniciações, os alunos do Primeiro Grau que estão à espera precisam fazer algo. Depois da iniciação de cada grupo, é extremamente importante que cada aluno faça a imposição das mãos sobre outra pessoa por vários minutos.
Trabalhar os ombros e as costas da pessoa é uma boa sugestão. Isso traz a energia Reiki através da Linha do Hara da pessoa que recebe a energia. Também previne dores de cabeça e a sensação de atordoamento que ocorre posteriormente. O Mestre deve saber quem deixou de tocar alguém depois da iniciação por causa das reclamações que fazem mais tarde — e já lhes deve dizer de antemão, que não se compadece daqueles que se recusam a ouvi-lo.
No Reiki, as iniciações são realizadas individualmente. A pessoa recebe a energia separada das outras, onde a iniciação é realizada com estilo e de forma agradável. Mas não importa o estilo; a iniciação, em si, é um acontecimento sagrado.
Fazer da iniciação um ritual — como era no Budismo Tântrico — cria uma atmosfera sagrada de grande beleza, que apela a todos os sentidos. Começar com a porta fechada, sem que haja interrupções, numa sala suavemente iluminada. Tirar o telefone do gancho. Acender velas e colocá-las fora do alcance das pessoas, para que elas se movam à vontade. Queimar incenso, mas certificar-se de que ninguém é alérgico a ele. Lavanda, alfazema ou sândalo são especialmente agradáveis. Colocar música de fundo bem calma, apropriada aos estados alterados de consciência.
O Mestre pode construir um altar para meditação, sem conotação religiosa, lembrando-se de que o Reiki é sagrado, mas não é uma religião.
Começar o processo iniciático com a meditação Gassho. Primeiramente, faça uma seqüência completa de relaxamento corporal e, então, dirija a meditação aos chakras dos alunos, para que recebam a energia Reiki.
Quando os alunos já tiverem entrado em algum estágio particular nos estados alterados de consciência, começar a fazer as iniciações.
O Mestre pode colocar uma gota de essência de amêndoas, de rosas, de lavanda ou de menta sob a língua. Usar essências puras, mas certificar-se de que é seguro colocá-las na boca. Arde um pouco, mas seu aroma é transportado para dentro da aura do aluno, com a respiração. Lembrar-se de manter a língua tocando o céu da boca. Realize as iniciações. Termine o ritual com outra meditação Gassho e uma bênção final. Os budistas Vajrayanas, que desenvolveram o Reiki, usam rituais, simbolismo e misticismo em suas práticas. Estas podem ser traduzidas para qualquer sistema de crenças.
Diz-se que: “Quando chegar a hora de o Ocidente e de o Reiki terem esses símbolos de volta, ser-nos-ão dados de tal forma que poderão ser imediatamente reconhecidos como os autênticos símbolos do Reiki”. O futuro dirá.
Quanto aos símbolos do Mestrado em Reiki, o assunto se esgota por aqui.
Apesar de que Reiki não é uma religião e sim uma manifestação, o grande problema com a religião/manifestação são as pessoas. Um grande número de pessoas, na atualidade, querem dar a impressão de ser os novos “Mikaos Usuis”, haja vista o grande número de símbolos “canalizados” e que são absorvidos pela massa e usados imediatamente, à parte do longo processo de estudo que Mikao Usui empreendeu para chegar ao ponto que hoje estamos.
No começo dos ensinamentos sobre o Reiki, os alunos em geral perguntam o que é uma iniciação. Diga-lhes que só pode descrever o processo como sendo um pequeno milagre. A iniciação tem de ser vivida — não pode ser descrita racionalmente. Ninguém sabe por que ou como a iniciação em Reiki funciona, ou por que a combinação das mãos, dos símbolos, da respiração e de outros controles tem um efeito tão profundo.
Os que já receberam iniciações em Reiki sabem que sua vida se altera profundamente. As iniciações são um ponto alto na vida de muitas pessoas, e a maioria de nós, que já passamos por elas, fica completamente deslumbrada durante o processo.
A diferença entre o Reiki e outros sistemas de cura pela imposição das mãos é a iniciação. Outros sistemas podem usar a imposição das mãos sobre os chakras e trabalhar com a energia do Ki, mas só o Reiki tem o benefício extraordinário da iniciação. Nas iniciações Tradicionais do Reiki, existem quatro iniciações para o Primeiro Grau e duas únicas iniciações para o Segundo Grau e o Mestrado.
As iniciações em Reiki abrem e expandem o Ki, mantêm a capacidade da Linha do Hara e eliminam os bloqueios dos canais energéticos, além de equilibrar e iluminar os chakras da Linha do Hara e do duplo etérico. Durante uma iniciação, o Ki Celeste, carregando os cinco símbolos do Reiki, desloca-se do chakra da coroa para o do coração do receptor. O Ki Terrestre é absorvido pelas pernas e pelos chakras inferiores, sendo levado do Hara ao chakra do coração. O suprimento de Ki Original é restabelecido no Hara, e qualquer bloqueio ao uso da energia se desfaz. Tudo isso ocorre em poucos minutos.
A iniciação é uma forma de pagamento kármico. Durante o processo, o karma é retirado do receptor como pagamento por se tomar um curador. Isso ocorre quando o Mestre/Instrutor permanece num nível energético muito elevado durante a iniciação, o que também eleva o nível do Ki no receptor. A ocorrência é automática, sem a intenção ou interferência do Mestre, apenas fluindo através dele. O ego não é envolvido. O Mestre simplesmente faz os movimentos físicos, e tudo o mais se segue.
O processo iniciático pode ser considerado hoje uma das coisas mais sagradas na Terra. Desde o momento da iniciação, um novo curador é criado — ou melhor, despertado. A capacidade de curar faz parte do código genético humano impresso no nosso DNA. A iniciação Reiki acende uma luz numa casa escura, reativando dons que um dia foram universais, mas que hoje estão praticamente esquecidos. O Reiki é uma das maiores forças deste planeta na evolução das pessoas. As iniciações curam o nosso DNA, ligando-nos novamente à Luz.
Ao receber a iniciação em Reiki, cada pessoa tem uma experiência diferente. Ela pode ver cores, ter sensações estranhas, visualizar a imagem de si mesma em vidas passadas ou entrar em contacto com espíritos-guias, ou encher-se de felicidade e alegria. Algumas pessoas choram ou tremem. Outras dizem que não sentiram nada, mas apresentam as faces coradas e um largo sorriso. A abertura para a energia é evidente ao se olhar para elas. A maioria das pessoas sente imediatamente as mãos quentes, o que é típico do canal Reiki, embora algumas possam levar mais tempo até manifestarem o calor nas mãos, à medida que as utilizarem na cura.
O Mestre, ao fazer a iniciação, sempre sente algo diferente, mas em geral o sentimento é de uma alegria intensa. O processo transforma o corpo num pára-raios. A energia do Ki primeiro se movimenta no corpo do Mestre/Instrutor, para depois ser transmitida ao aluno. Este é um processo fisicamente cansativo, razão de não haver tempo para se pensar durante a iniciação, só para movimentar a energia pelo corpo. Não há outras considerações além dos movimentos físicos; a energia toma conta de si própria.
A iniciação é uma experiência que envolve a Kundalini, atinge os níveis do Hara e do duplo etérico.
Qualquer pessoa que queira transmitir o Reiki aos outros recebe toda a ajuda necessária. Faça o máximo. Quando se tem a intenção de ensinar o Reiki, recebe-se a ajuda.
O método de iniciação que se segue apresenta uma iniciação para cada um dos graus do Reiki. Também se trata da mesma iniciação para os três graus e ele tem sido transmitido oralmente.
A iniciação para o reikiano até o Grau de Mestre é a mesma. Isso ocorre, em parte, devido à intenção e à capacidade que o receptor tem de conservar o Ki. Ao fazer a iniciação para o Reiki Primeiro Grau, provoca-se uma abertura na aura, pois a expansão áurica ainda não se iniciou. O aluno que está recebendo o Primeiro Grau não se abre totalmente durante a iniciação. À medida que seus corpos energéticos se expandem e se ajustam a uma maior quantidade de Ki, ele se torna capaz de lidar com mais energia e, portanto, começa a se abrir. A abertura completa para o Primeiro Grau leva de três a quatro semanas, num ciclo que leva de três a quatro dias em cada chakra.
Quando se faz a iniciação no Reiki Segundo Grau, acontece o mesmo. O reikiano do Primeiro Grau atinge um grau de abertura da Linha do Hara, e é assim que o Segundo Grau se manifesta. Diz-se que o nível de energia no Reiki Segundo Grau é matematicamente elevado à segunda potência. Novamente, o aluno passa por um período de adaptação, à medida que aumenta sua capacidade de canalizar o Ki. No Mestrado, o nível de energia se expande novamente, a partir do ponto atingido no Reiki Segundo Grau. O processo é semelhante ao Primeiro e Segundo Grau, num nível energético mais expandido, pois o reikiano pode manipular uma maior quantidade de energia.
Esses períodos de adaptação são a causa da reação de desintoxicação que alguns reikianos sentem depois de receber as iniciações. Se há bloqueios energéticos nos chakras, na Linha do Hara, ou na capacidade para canalizar o Ki, eles se dissolvem pela energia das iniciações e essa dissolução causa reações.
Se os bloqueios são eliminados do corpo etérico, as reações são físicas — diarréia, coriza, inapetência por alguns dias, ou dor de cabeça. E isso é mais freqüente no Primeiro Grau. Se os bloqueios se deslocam dos níveis emocional ou mental, a desintoxicação também ocorre nesses níveis. Essa é a desintoxicação que ocorre no Segundo Grau, e pode demorar vários meses, causando o desenvolvimento e as mudanças de vida.
Alterações no corpo espiritual ocorrem no Mestrado. Na maior parte das vezes, não se manifestam como desintoxicação, mas na forma de um autoconhecimento cada vez maior, e uma impressão de comunhão e união com o Universo. Para a maioria dos iniciados, a reação mais freqüente no Mestrado é a alegria pura. A purificação já ocorreu. Às vezes, o novo Mestre Reiki necessita de mais horas de sono durante os dias subseqüentes, à medida que seus níveis energéticos e corpos vibracionais se reajustam para se adaptar à expansão da energia.
Tradicionalmente, de acordo com a maioria dos instrutores de Reiki da atualidade, o Daí Koo Myo só é colocado nas mãos durante a iniciação em Mestrado. Nos três graus, ele é introduzido no chakra da coroa, mas no Primeiro e Segundo Grau ele não é colocado na palma das mãos.
Tradicionalmente, outros símbolos do Reiki são colocados no Chakra Coronal, mas existem tendências que no Segundo Grau eles só são colocados numa das mãos, que é chamada de “mão dominante”.
Isso não deve ser feito, pois resulta num desequilíbrio energético, que pode ser um tanto incômodo. As duas mãos devem ser iniciadas para se obter o equilíbrio energético do Ki e também pela praticidade durante as aplicações.
Ao tomar-se Mestre, comece a fazer iniciações para uma pessoa de cada vez. Não inicie os cursos enquanto não tiver aprendido corretamente a forma de fazer a iniciação. O primeiro grupo deve ser pequeno — no máximo, quatro pessoas; aumente o número delas à medida que se tomar mais forte.
Imagina-se que até dez pessoas seria adequado, pois o desgaste físico grande e muitos Mestres só o sentem posteriormente. Durante as iniciações, ocorre apenas uma grande elevação da energia. A pessoa ignora o excesso de tempo despendido; portanto, deve dar ouvidos à sua intuição para saber se está indo longe demais.
Seria de grande importância fazer iniciações para pessoas que estejam à beira da morte, gravemente doentes ou passando por grandes crises. Se a pessoa for capaz de usar o Reiki Primeiro Grau para se curar, isso seria ótimo, mas a iniciação, em si, já é uma grande cura. Não importa que essas pessoas não se tomem reikianos, chamados de agentes de cura, embora algum dia talvez o sejam. O que importa é a cura e o grande benefício que uma iniciação proporciona no momento em que tanto se necessita.
Frequentemente, os alunos que já passaram por instruções voltam apenas para repetir as iniciações. Isso não é necessário, pois as iniciações se fixam para sempre, o que não invalida a iniciativa do Mestre em refazê-la, apenas pelo prazer e respeito que alguns sentem a mais pela energia Reiki. Também é perfeitamente correto que um novo Mestre pratique o modo de fazer as iniciações e isso deve ser estimulado.
Ao começar a realizar iniciações em Reiki, inicie pelo Primeiro Grau. Depois de ter dado várias instruções e sentir-se completamente à vontade com o processo iniciático do Primeiro Grau, passe ao Segundo Grau. Siga adiante só quando sentir que pode lidar bem com qualquer problema relacionado com o Primeiro Grau. O ensino do Reiki já é a sala de aula do Mestre em Reiki, contudo convém começar pelos ensinamentos básicos e depois passar aos estágios mais avançados.
A melhor maneira de se preparar para as instruções do Reiki é fazer tanto o trabalho de cura direta como a distância o quanto mais possível, e praticar o processo iniciático. Conhecendo o Reiki profundamente, você se prepara para ensiná-lo aos outros.
A maioria dos iniciados Mestres se pergunta: "Como sei que alguém se abriu à energia depois de ter recebido a iniciação?". A resposta é muito simples: olhe para o rosto deles depois da iniciação e saberá.
Uma maneira simples, de especial ajuda aos novos Mestres, é perguntar. Depois de fazer a iniciação a todos no grupo, perguntar que viram ou o que sentiram. Se alguém não quiser falar, não insistir. Depois de uma ou duas pessoas terem se manifestado, outras, em geral, fazem o mesmo. Dizer a elas que fiquem alerta para sensações sutis, em vez de esperarem grandes acontecimentos; e, quando compreenderem que algo aconteceu, poderão querer participar da discussão. Ao descreverem o que se passou, o Mestre saberá que elas se abriram à energia. As pessoas descrevem uma grande variedade de sensações, particularmente no Primeiro Grau. Em seguida, perguntar: "Há alguém que não tenha sentido nada?".
De vez em quando, um entre 8 ou 10 alunos diz que não sentiu nada. Primeiramente, pedir para sentir as mãos da pessoa — se elas estiverem quentes, ela definitivamente se abriu à energia, quer ela compreenda ou não. Entretanto, a rigor, mãos quentes não denunciam por si só, a abertura à energia Rei.
Perguntar o que ela sentiu ou viu durante a iniciação — alguns alunos esperam acontecimentos grandiosos, em vez de sensações sutis, de quietude. Em geral, quase todos os problemas são resolvidos dessa forma. Se as mãos continuarem frias e o aluno não sentiu nada durante a iniciação, perguntar se ele tem alguma dúvida em relação à energia. Os alunos que tiveram educação fundamentalista, embora possam tê-la rejeitado, podem ter dificuldade ou medo de aceitar a cura psíquica. Porém, isso não importa, pois a iniciação é para sempre e não pode ser desfeita.
Antes de descrever o processo iniciático, é necessária a esta altura uma reflexão sobre as iniciações. A palavra iniciação também significa sintonização. E essa palavra, em sânscrito, significa fortalecimento.
O Reiki dá forças a quem quer que o receba e também ao Mestre que o difunde. Um instrutor de Reiki é chamado de Mestre ou Shihan, mas o termo não tem a conotação de alguém que tem poder sobre outrem, nem de hierarquia. O Mestre é simplesmente um instrutor. Se alguma honra acompanha o título, é a de ter o Reiki em si. Recebendo as instruções e iniciações de um Mestre, o aluno pode chegar até o Mestrado, mas é através do seu compromisso e empenho que alguém se transforma num Mestre. Nenhum instrutor pode torná-lo um Mestre — o aluno só pode se tomar um Mestre depois de passar pelas iniciações e ensinar o Reiki com sucesso.
Na Índia e no Tibet, um guru Vajrayana (Mestre/Instrutor de Budismo Tântrico), é honrado por fazer parte de uma linha de adeptos que se estende a Sidarta Gautama, o Buddha, ou nele tem sua origem. Na Índia, um guru assume essa responsabilidade seriamente, sem egocentrismo e sem violar a confiança que existe entre aluno e instrutor.
Atualmente, o Mestre em Reiki também se enquadra numa linhagem que passa por Hawayo Takata e por Buddha Sakyamuni, e tem origem, segundo a crença indiana, no deus Shiva e nas estrelas.
Os alunos e Mestres em Reiki Tradicional também seguem uma linha de ensinamentos. O aluno identifica seu status dentro do Reiki pelo de seu instrutor e pelo instrutor do seu instrutor e por sua relação com Takata. O aluno foi treinado pelo Mestre A, que foi treinado pelo Mestre B, que foi treinado pelo Mestre C — até chegar na Senhora Takata, que foi treinada por Chujiro Hayashi, que foi treinado por Mikao Usui. Essa é a linhagem do estudante.
Porém, que realmente importa no Reiki é que o aluno ou Mestre receba o treinamento; não importa de quem. Um Mestre de qualquer linhagem tem como principal responsabilidade a prática do Reiki e sua disseminação através do ensino, e isso é o que importa.
No Budismo Tântrico existem muitos níveis de iniciação. O termo em sânscrito é "abhiseka"; em tibetano é "wong". Na Índia, diz-se que a pessoa recebe "Shaktipat". O processo iniciático é um sacramento, e suspeito-se que as iniciações em Reiki ou budistas tenham dado origem aos sacramentos do Cristianismo e, talvez, a todos os ritos de passagem.
Ao receber a abhiseka — uma iniciação ou fortalecimento — poderes sagrados entram no corpo e aí permanecem. No Budismo Tântrico Vajrayana, uma iniciação sempre precede o início de um nível de ensinamento. Os quatro níveis do fortalecimento budista refletem exatamente os três graus do Reiki.
As três primeiras iniciações budistas acabam com os bloqueios kármicos, a quarta cura a consciência. As quatro iniciações oferecem as seguintes expansões do Ki: l) Abertura de bloqueios energéticos; 2) Aumento de poder; 3) Acesso a novas instruções; 4) Permissão ao aluno de praticar certos processos ou rituais. Esses quatro benefícios também são trazidos com as iniciações Reiki, cada grau elevando a um nível mais complexo. As quatro iniciações são as seguintes:
1. O Fortalecimento do Vaso limpa os canais psíquicos e o corpo físico de obstruções kármicas. Permite ao aluno visualizar certas divindades (Deuses). Outros benefícios são mantidos em segredo.
2. O Fortalecimento místico abre o fluxo do Ki e o poder da palavra dá eficácia aos mantras. Novamente, existem outros benefícios secretos.
3. O Fortalecimento do Conhecimento Divino purifica o corpo mental e permite a prática da Hatha Ioga, além de outras coisas.
4. O Fortalecimento Absoluto leva ao reconhecimento da verdadeira essência espiritual e à experiência direta do que, até então, era um conhecimento apenas simbólico. Esse fortalecimento permite o estudo da Ata Yoga e "tem resultados místicos profundos".
Pode-se o primeiro fortalecimento budista à iniciação em Reiki Primeiro Grau: ele abre os canais do Hara e purifica a pessoa no nível do corpo físico. Os Fortalecimentos Místico e Divino correspondem ao Segundo Grau; os símbolos correspondem ao poder da palavra, como os bijas são as formas simbólicas escritas dos sons. Os corpos mental e emocional são purificados, e os exercícios de Hatha Ioga correspondem aos exercícios de Ki.
O Fortalecimento Absoluto corresponde ao Terceiro Grau do Reiki. Ele vai direto à essência espiritual, ao corpo espiritual e promove a compreensão de todo o processo. Resultados místicos profundos são uma boa descrição do que ocorre depois de receber o Mestrado. O aluno que se transforma num Mestre em Reiki passa por profundas transformações em sua vida.
Assim como tudo no Reiki, o processo para fazer as iniciações é extremamente simples. Envolve uma série de movimentos do corpo físico que, quando feitos em certa seqüência, têm efeitos espirituais duradouros de transformação. O Mestre/Instrutor não precisa se preocupar com o que ocorre durante o processo, só precisa executar a seqüência correta. Coisas muito complexas ocorrem durante a iniciação em Reiki, mas o Mestre nem precisa saber o que são. Ele apenas realiza a iniciação. Os guias e a energia Reiki tomam conta de tudo o que se segue.
Para realizar qualquer iniciação, o Mestre deve ser capaz de manter a língua tocando o céu da boca durante todo o processo. Deve segurar a respiração, enquanto não assopra e, ao fazê-lo, a língua fica no céu da boca — ele assopra em tomo dela. Depois de assoprar, deve respirar profundamente de novo. Ao assoprar, transmite-se o Ki, e a primeira definição do Ki é "sopro vital".
Para receber a iniciação, o aluno senta-se numa cadeira, com as costas retas e os pés no chão. Pode tirar o sapato se quiser. A energia de alguns Mestres em Reiki é tão forte que eles chegam a quebrar relógios durante as iniciações. Se o Mestre for um desses, deve pedir ao aluno que o tire, e tirar o seu também.
Pedir aos alunos que coloquem a palma das mãos, uma contra a outra, na altura do peito, e diga que manipulará suas mãos. Se o Mestre tiver de procurar pelas mãos do aluno durante a iniciação, toma-se muito difícil uma linha única de trabalho.
As iniciações devem ser realizadas individualmente. Coloque de dois a quatro alunos sentados em cadeiras formando uma fileira. Até quatro é o ideal. O Mestre deve ver o que é mais conveniente para ele. Deve lembra-se de que estará cansado no final — o estado energético alterado termina depois de uma hora, aproximadamente.
Colocar música suave durante a iniciação, se quiser, mas a sala deve estar em total silêncio. Esse é um momento em que não deve haver nenhuma interrupção. A sala onde ocorre o processo iniciático fica energizada por um bom tempo depois dele. A temperatura da sala poderá aumentar consideravelmente durante a iniciação. Num ambiente com ar condicionado, a temperatura inicial de 23 graus centígrados, podem aumentar em alguns graus, no final.
Durante as iniciações, os alunos do Primeiro Grau que estão à espera precisam fazer algo. Depois da iniciação de cada grupo, é extremamente importante que cada aluno faça a imposição das mãos sobre outra pessoa por vários minutos.
Trabalhar os ombros e as costas da pessoa é uma boa sugestão. Isso traz a energia Reiki através da Linha do Hara da pessoa que recebe a energia. Também previne dores de cabeça e a sensação de atordoamento que ocorre posteriormente. O Mestre deve saber quem deixou de tocar alguém depois da iniciação por causa das reclamações que fazem mais tarde — e já lhes deve dizer de antemão, que não se compadece daqueles que se recusam a ouvi-lo.
No Reiki, as iniciações são realizadas individualmente. A pessoa recebe a energia separada das outras, onde a iniciação é realizada com estilo e de forma agradável. Mas não importa o estilo; a iniciação, em si, é um acontecimento sagrado.
Fazer da iniciação um ritual — como era no Budismo Tântrico — cria uma atmosfera sagrada de grande beleza, que apela a todos os sentidos. Começar com a porta fechada, sem que haja interrupções, numa sala suavemente iluminada. Tirar o telefone do gancho. Acender velas e colocá-las fora do alcance das pessoas, para que elas se movam à vontade. Queimar incenso, mas certificar-se de que ninguém é alérgico a ele. Lavanda, alfazema ou sândalo são especialmente agradáveis. Colocar música de fundo bem calma, apropriada aos estados alterados de consciência.
O Mestre pode construir um altar para meditação, sem conotação religiosa, lembrando-se de que o Reiki é sagrado, mas não é uma religião.
Começar o processo iniciático com a meditação Gassho. Primeiramente, faça uma seqüência completa de relaxamento corporal e, então, dirija a meditação aos chakras dos alunos, para que recebam a energia Reiki.
Quando os alunos já tiverem entrado em algum estágio particular nos estados alterados de consciência, começar a fazer as iniciações.
O Mestre pode colocar uma gota de essência de amêndoas, de rosas, de lavanda ou de menta sob a língua. Usar essências puras, mas certificar-se de que é seguro colocá-las na boca. Arde um pouco, mas seu aroma é transportado para dentro da aura do aluno, com a respiração. Lembrar-se de manter a língua tocando o céu da boca. Realize as iniciações. Termine o ritual com outra meditação Gassho e uma bênção final. Os budistas Vajrayanas, que desenvolveram o Reiki, usam rituais, simbolismo e misticismo em suas práticas. Estas podem ser traduzidas para qualquer sistema de crenças.
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Meridianos, Auras e Chakras
Os Meridianos:
Para entender melhor as técnicas japonesas do Reiki do Dr. Usui é necessário que analisemos mais precisamente o sistema chinês de meridianos.
A medicina tradicional chinesa estabelece a existência de, além dos doze meridianos, de oito meridianos especiais (chamados canais físicos), doze meridianos desviantes, quinze canais energéticos adicionais, doze regiões musculares e doze regiões dérmicas. Dito de uma forma simples, os meridianos são caminhos energéticos que fornecem energia ao nosso corpo de forma física e espiritual. Se o fluxo energético está danificado ou interrompido, instala-se o mal estar, a enfermidade e finalmente a morte. Os meridianos se encontram debaixo da pele e nos lugares em que alcançam a superfície tomam em geral o nome de ponto de acupuntura, acupressão ou pressão.
Já existem muitas informações precisas sobre esse tema e, sendo assim, não é conveniente entrar em todos os detalhes aqui. Quem se interessar pode encontrar informações nos manuais de acupuntura, medicina chinesa, Qi Gong ou Tai Chi. Para poder exercitar estas artes curativas é necessário aprender com um professor habilitado.
O Dr. Usui era um estudioso do budismo esotérico que chegou ao Japão vindo da China. Em razão disso, não baseou seu sistema de Reiki na teoria indiana dos chakras nem no método ocidental das glândulas endócrinas. Ele fundamentou-se na medicina chinesa tradicional e no Qi Gong. Talvez você conheça os doze meridianos do corpo, mas se isso não é verdade, talvez se surpreenda com a forma como a energia que circula em você é muito conhecida na Ásia.
A Aura
A aura é um campo de energia sutil que se estende pelo corpo físico e o atravessa. Possui uma consciência própria semelhante à sua consciência e é possível que possamos perceber isto. Se meditarmos sobre a aura, pode ocorrer que comecemos a senti-la e vê-la. Dessa maneira é possível que nossa consciência permita que penetremos nossa aura de uma forma similar a como podemos ter consciência da planta de nossos pés ou da nuca, quando simplesmente pensamos nessas partes do nosso corpo. Assim talvez possamos sentir realmente que aquilo que somos não termina em nossa pele, mas se estende bastante mais além no espaço que nos rodeia. A percepção da aura pode ser uma maravilhosa experiência que nos dará forças.
Em nossa aura está impresso tudo que alguma vez tenhamos experimentado nesta ou em todas as vidas passadas. As pessoas dotadas de capacidade mediúnica ou clarividente podem perceber realmente essas experiências na aura de outras pessoas, como se fossem imagens ou filmes que contêm também sentimentos e outras formas de consciência.
A doença começa em primeiro lugar na aura, freqüentemente em forma de karma proveniente de vidas passadas, ou de Ki negativo surgido nessa vida por meio do inconsciente. Com o passar do tempo esta “sementes” situadas na aura podem fortalecer-se através da energia e experiências negativas que elas mesmas atraem. Quando isso ocorre, as “sementes” começam a crescer e estendem suas raízes até os chakras. Se não são tratadas podem chegar finalmente ao corpo físico e manifestar-se nele como uma disfunção ou doença. Esta é a causa pela qual a cura duradoura não pode se limitar ao corpo físico e aos chakras. Ela deve estender-se até a aura, onde reside a causa originária da doença.
Para estabelecer quais zonas da aura requerem tratamento, pode ser utilizada a técnica de escaneamento Byosen, da mesma maneira que para os chakra e o corpo físico. O valor do Reiki reside em que ele não só atua sobre o corpo físico, mas também em todos os níveis do nosso ser e pode produzir resultados duradouros.
A aura se compõe de muitas camadas ou níveis de vibração. Esses níveis de penetram entre si e consistem realmente de diferentes formas de consciência. Cada camada da aura está conectada com seu chakra correspondente e possui uma mesma energia e vibração. Por exemplo, a camada mais interna da aura que está muito perto da superfície do corpo físico está conectada com o chakra básico ou raiz. Esse campo da aura se relaciona com a saúde física e a vitalidade e, dessa maneira, se assemelha à energia do chakra raiz.
A camada seguinte é mais externa e está conectada com o segundo chakra, o sacral. Como ele, se relaciona com as alegrias e os estímulos corporais. Cada uma das camadas seguintes da aura se relaciona com o chakra seguinte na escala ascendente, tem uma energia similar a ele e está um pouco mais distante do corpo. A sétima, a mais externa das camadas está a uma distância entre 1, 20 e 1, 50 metros.
O tamanho total da aura pode aumentar ou diminuir segundo a composição dos pensamentos e dos sentimentos, ou segundo algum tipo de experiência que se tenha vivido anteriormente. Por exemplo, se tivemos um dia ruim o se nos sentimos cansados e abatidos, a aura pode retrair-se a uma extensão de apenas 60 a 90 centímetros ao redor do corpo. Por outro lado, se recebemos um tratamento de Reiki ou uma sintonização energética, a aura pode estender-se muito mais além do normal, às vezes até vários metros. Como podemos ver, a aura reage não somente em relação a nosso atual estado de consciência em todos os níveis, mas também no sentido profundo é realmente nosso estado de consciência.
Uma vez que os chakras e a aura estão conectados entre si e têm uma energia e uma função similar, não é necessário descrever aqui cada uma das camadas da aura, já que sua descrição e dos chakras são semelhantes.
Yin e o Yang.
A teoria do Yin e Yang é a base tanto da filosofia chinesa como também da medicina tradicional chinesa. O Yin e o Yang foram mencionados pela primeira vez no Livro das Transformações, o I Ching. Por isso se diz que o Yin e o Yang são o elo condutor que atravessa vários milênios da literatura chinesa.
O Yin e o Yang não apenas opostos como o preto e o branco ou o dia e a noite, mas também devem ser considerados como complementares. São um casal como o homem e a mulher, são como a maré cheia e a maré vazante. Um não pode existir sem o outro. Eles cantam em dueto no cenário da vida, dependem um do outro e conservam entre si sua harmonia. Eles geram um movimento permanente. Não há na vida nenhuma situação de parada nem fim, até que deixemos de respirar. E quem sabe se este é realmente o fim, já que a consciência é imortal?
Em nosso corpo o princípio do Yin e Yang de manifesta através do frio (Yin) e do calor (Yang), da energia ascendente (Yang) e da energia descendente (Yin), da acumulação de substância (Yin) e do processamento dessas substâncias por meio da atividade corporal (Yang).
Determinadas partes do corpo e determinados órgãos internos correspondem ao Yin, enquanto outros se relacionam ao Yang. A parte superior do corpo é considerada fundamentalmente Yang e a parte inferior como Yin. As partes externas das extremidades são Yang e as partes internas são Yin.
Os chamados órgãos Fu (bexiga, intestino delgado, intestino grosso, vesícula biliar, estômago) são Yang; os órgãos chamados Zang (fígado, coração, pulmões, rins, baço) são fundamentalmente Yin.
Um corpo sadio se encontra em um perfeito equilíbrio entre Yin e Yang. Se esse equilíbrio se altera, ou seja, se mais Yin que Yang ou vice-versa, ele pode ser restabelecido por meio de acupuntura, moxabustão, alimentação correta, meditação, Qi Gong, Tai Chi, Reiki ou uma combinação de tudo isso.
Os Cinco Elementos
Na China se diz que tudo que existe no universo está em estreita relação com os cinco elementos: terra, fogo, madeira, metal e água. Os órgãos internos se relacionam com os seguintes elementos:
• Terra: estômago, baço, pâncreas
• Fogo:: coração, intestino delgado
• Madeira: fígado, vesícula biliar
• Metal: pulmões, intestino grosso
• Água: rins, bexiga
Cada meridiano corresponde ao Yin ou Yang, a um dos órgãos internos e a um dos cinco elementos:
• Meridiano dos pulmões: Yin / metal
• Meridiano do intestino grosso: Yang / metal
• Meridiano do intestino delgado: Yang / fogo
• Meridiano do estômago: Yang / terra
• Meridiano da bexiga: Yang / água
• Meridiano da vesícula biliar: Yang / madeira
• Meridiano dos rins: Yin / água
• Meridiano do baço e do pâncreas: Yin / terra
• Meridiano do fígado: Yin / madeira
• Meridiano do coração: Yin / fogo
• Meridiano do pericárdio: Yin / Fogo
• Meridiano do triplo aquecedor: Yang / Fogo
Na acupuntura, moxabustão e shiatsu se estimulam determinados pontos localizados sobre estes meridianos, por meio de agulhas, calor ou pressão, de maneira a restabelecer o equilíbrio entre o Yin e o Yang. Na acupuntura se deixa sair a energia supérflua introduzindo uma agulha e retirando-a de imediato. A falta de energia se trata introduzindo uma agulha e deixando-a alguns minutos nesse lugar.
Também o nosso objetivo com o Reiki é restabelecer o equilíbrio entre o Yin e o Yang. Pode-se estimular facilmente determinados pontos de acupuntura apoiando simplesmente os dedos ou as mãos, ou massageando suavemente os pontos ou os meridianos completos. (técnica Hanshin Chiryo – tratamento da metade do corpo; Hanshin Koketsu-Ho – técnica da troca de sangue; Kenyoku – técnica do banho seco)
Os Chakras Secundários e os dois Pa Kuas
Os Chakras das Têmporas
A flexibilidade para mudar seu ponto de vista, a perspectiva de julgar algo.
Os Chakras da Nutrição/Responsabilidade
Posição: Bicos dos Seios: Esses chakras organizam energias que são relacionadas com a nossa nutrição – em todos os níveis possíveis! – E a nutrição das pessoas das quais gostamos. Também organiza a maneira com que lidamos com a responsabilidade.
Os Chakras Yin/Yang
Posição: No centro de cada ombro. A energia é direcionada para o céu. No ombro direito fica o Chakra Yang. No ombro esquerdo fica o Chakra Yin.
O Chakra Yang organiza o 1º, 3º e 5º chakras principais. O Chakra Yin organiza o 2º, 4º e 6º chakras principais.
Os Chakras Yin/Yang trabalham com os respectivos chakras principais relacionados acima, de forma semelhante àquela com a qual o 7º chakra trabalha com todos os chakras principais.
Os Chakras das Mãos
Consciência sensual de outros seres. Lidando com assuntos sociais com bom senso e de maneira sofisticada.
Os Chakras dos Cotovelos
Delimitação e engajamento. Algumas habilidades de luta.
Os Chakras dos Joelhos
Aprendendo e ensinando. Flexibilidade em lidar com grandes quantidades de energia.
Os Chakras dos Tornozelos
A flexibilidade de ficar centrado durante mudanças na vida. Flexibilidade em como ganhar a vida.
Os Chakras das Solas dos Pés
Aterramento. Relação com a Mãe Terra. Estabilidade em geral.
O Pa Kua Superior
Organiza o fluxo de energia para o tórax, ombros, braços, pescoço e cabeça.
O Pa Kua Inferior
Organiza o fluxo de energia para as pernas, pélvis, espinha em geral e barriga.
Para entender melhor as técnicas japonesas do Reiki do Dr. Usui é necessário que analisemos mais precisamente o sistema chinês de meridianos.
A medicina tradicional chinesa estabelece a existência de, além dos doze meridianos, de oito meridianos especiais (chamados canais físicos), doze meridianos desviantes, quinze canais energéticos adicionais, doze regiões musculares e doze regiões dérmicas. Dito de uma forma simples, os meridianos são caminhos energéticos que fornecem energia ao nosso corpo de forma física e espiritual. Se o fluxo energético está danificado ou interrompido, instala-se o mal estar, a enfermidade e finalmente a morte. Os meridianos se encontram debaixo da pele e nos lugares em que alcançam a superfície tomam em geral o nome de ponto de acupuntura, acupressão ou pressão.
Já existem muitas informações precisas sobre esse tema e, sendo assim, não é conveniente entrar em todos os detalhes aqui. Quem se interessar pode encontrar informações nos manuais de acupuntura, medicina chinesa, Qi Gong ou Tai Chi. Para poder exercitar estas artes curativas é necessário aprender com um professor habilitado.
O Dr. Usui era um estudioso do budismo esotérico que chegou ao Japão vindo da China. Em razão disso, não baseou seu sistema de Reiki na teoria indiana dos chakras nem no método ocidental das glândulas endócrinas. Ele fundamentou-se na medicina chinesa tradicional e no Qi Gong. Talvez você conheça os doze meridianos do corpo, mas se isso não é verdade, talvez se surpreenda com a forma como a energia que circula em você é muito conhecida na Ásia.
A Aura
A aura é um campo de energia sutil que se estende pelo corpo físico e o atravessa. Possui uma consciência própria semelhante à sua consciência e é possível que possamos perceber isto. Se meditarmos sobre a aura, pode ocorrer que comecemos a senti-la e vê-la. Dessa maneira é possível que nossa consciência permita que penetremos nossa aura de uma forma similar a como podemos ter consciência da planta de nossos pés ou da nuca, quando simplesmente pensamos nessas partes do nosso corpo. Assim talvez possamos sentir realmente que aquilo que somos não termina em nossa pele, mas se estende bastante mais além no espaço que nos rodeia. A percepção da aura pode ser uma maravilhosa experiência que nos dará forças.
Em nossa aura está impresso tudo que alguma vez tenhamos experimentado nesta ou em todas as vidas passadas. As pessoas dotadas de capacidade mediúnica ou clarividente podem perceber realmente essas experiências na aura de outras pessoas, como se fossem imagens ou filmes que contêm também sentimentos e outras formas de consciência.
A doença começa em primeiro lugar na aura, freqüentemente em forma de karma proveniente de vidas passadas, ou de Ki negativo surgido nessa vida por meio do inconsciente. Com o passar do tempo esta “sementes” situadas na aura podem fortalecer-se através da energia e experiências negativas que elas mesmas atraem. Quando isso ocorre, as “sementes” começam a crescer e estendem suas raízes até os chakras. Se não são tratadas podem chegar finalmente ao corpo físico e manifestar-se nele como uma disfunção ou doença. Esta é a causa pela qual a cura duradoura não pode se limitar ao corpo físico e aos chakras. Ela deve estender-se até a aura, onde reside a causa originária da doença.
Para estabelecer quais zonas da aura requerem tratamento, pode ser utilizada a técnica de escaneamento Byosen, da mesma maneira que para os chakra e o corpo físico. O valor do Reiki reside em que ele não só atua sobre o corpo físico, mas também em todos os níveis do nosso ser e pode produzir resultados duradouros.
A aura se compõe de muitas camadas ou níveis de vibração. Esses níveis de penetram entre si e consistem realmente de diferentes formas de consciência. Cada camada da aura está conectada com seu chakra correspondente e possui uma mesma energia e vibração. Por exemplo, a camada mais interna da aura que está muito perto da superfície do corpo físico está conectada com o chakra básico ou raiz. Esse campo da aura se relaciona com a saúde física e a vitalidade e, dessa maneira, se assemelha à energia do chakra raiz.
A camada seguinte é mais externa e está conectada com o segundo chakra, o sacral. Como ele, se relaciona com as alegrias e os estímulos corporais. Cada uma das camadas seguintes da aura se relaciona com o chakra seguinte na escala ascendente, tem uma energia similar a ele e está um pouco mais distante do corpo. A sétima, a mais externa das camadas está a uma distância entre 1, 20 e 1, 50 metros.
O tamanho total da aura pode aumentar ou diminuir segundo a composição dos pensamentos e dos sentimentos, ou segundo algum tipo de experiência que se tenha vivido anteriormente. Por exemplo, se tivemos um dia ruim o se nos sentimos cansados e abatidos, a aura pode retrair-se a uma extensão de apenas 60 a 90 centímetros ao redor do corpo. Por outro lado, se recebemos um tratamento de Reiki ou uma sintonização energética, a aura pode estender-se muito mais além do normal, às vezes até vários metros. Como podemos ver, a aura reage não somente em relação a nosso atual estado de consciência em todos os níveis, mas também no sentido profundo é realmente nosso estado de consciência.
Uma vez que os chakras e a aura estão conectados entre si e têm uma energia e uma função similar, não é necessário descrever aqui cada uma das camadas da aura, já que sua descrição e dos chakras são semelhantes.
Yin e o Yang.
A teoria do Yin e Yang é a base tanto da filosofia chinesa como também da medicina tradicional chinesa. O Yin e o Yang foram mencionados pela primeira vez no Livro das Transformações, o I Ching. Por isso se diz que o Yin e o Yang são o elo condutor que atravessa vários milênios da literatura chinesa.
O Yin e o Yang não apenas opostos como o preto e o branco ou o dia e a noite, mas também devem ser considerados como complementares. São um casal como o homem e a mulher, são como a maré cheia e a maré vazante. Um não pode existir sem o outro. Eles cantam em dueto no cenário da vida, dependem um do outro e conservam entre si sua harmonia. Eles geram um movimento permanente. Não há na vida nenhuma situação de parada nem fim, até que deixemos de respirar. E quem sabe se este é realmente o fim, já que a consciência é imortal?
Em nosso corpo o princípio do Yin e Yang de manifesta através do frio (Yin) e do calor (Yang), da energia ascendente (Yang) e da energia descendente (Yin), da acumulação de substância (Yin) e do processamento dessas substâncias por meio da atividade corporal (Yang).
Determinadas partes do corpo e determinados órgãos internos correspondem ao Yin, enquanto outros se relacionam ao Yang. A parte superior do corpo é considerada fundamentalmente Yang e a parte inferior como Yin. As partes externas das extremidades são Yang e as partes internas são Yin.
Os chamados órgãos Fu (bexiga, intestino delgado, intestino grosso, vesícula biliar, estômago) são Yang; os órgãos chamados Zang (fígado, coração, pulmões, rins, baço) são fundamentalmente Yin.
Um corpo sadio se encontra em um perfeito equilíbrio entre Yin e Yang. Se esse equilíbrio se altera, ou seja, se mais Yin que Yang ou vice-versa, ele pode ser restabelecido por meio de acupuntura, moxabustão, alimentação correta, meditação, Qi Gong, Tai Chi, Reiki ou uma combinação de tudo isso.
Os Cinco Elementos
Na China se diz que tudo que existe no universo está em estreita relação com os cinco elementos: terra, fogo, madeira, metal e água. Os órgãos internos se relacionam com os seguintes elementos:
• Terra: estômago, baço, pâncreas
• Fogo:: coração, intestino delgado
• Madeira: fígado, vesícula biliar
• Metal: pulmões, intestino grosso
• Água: rins, bexiga
Cada meridiano corresponde ao Yin ou Yang, a um dos órgãos internos e a um dos cinco elementos:
• Meridiano dos pulmões: Yin / metal
• Meridiano do intestino grosso: Yang / metal
• Meridiano do intestino delgado: Yang / fogo
• Meridiano do estômago: Yang / terra
• Meridiano da bexiga: Yang / água
• Meridiano da vesícula biliar: Yang / madeira
• Meridiano dos rins: Yin / água
• Meridiano do baço e do pâncreas: Yin / terra
• Meridiano do fígado: Yin / madeira
• Meridiano do coração: Yin / fogo
• Meridiano do pericárdio: Yin / Fogo
• Meridiano do triplo aquecedor: Yang / Fogo
Na acupuntura, moxabustão e shiatsu se estimulam determinados pontos localizados sobre estes meridianos, por meio de agulhas, calor ou pressão, de maneira a restabelecer o equilíbrio entre o Yin e o Yang. Na acupuntura se deixa sair a energia supérflua introduzindo uma agulha e retirando-a de imediato. A falta de energia se trata introduzindo uma agulha e deixando-a alguns minutos nesse lugar.
Também o nosso objetivo com o Reiki é restabelecer o equilíbrio entre o Yin e o Yang. Pode-se estimular facilmente determinados pontos de acupuntura apoiando simplesmente os dedos ou as mãos, ou massageando suavemente os pontos ou os meridianos completos. (técnica Hanshin Chiryo – tratamento da metade do corpo; Hanshin Koketsu-Ho – técnica da troca de sangue; Kenyoku – técnica do banho seco)
Os Chakras Secundários e os dois Pa Kuas
Os Chakras das Têmporas
A flexibilidade para mudar seu ponto de vista, a perspectiva de julgar algo.
Os Chakras da Nutrição/Responsabilidade
Posição: Bicos dos Seios: Esses chakras organizam energias que são relacionadas com a nossa nutrição – em todos os níveis possíveis! – E a nutrição das pessoas das quais gostamos. Também organiza a maneira com que lidamos com a responsabilidade.
Os Chakras Yin/Yang
Posição: No centro de cada ombro. A energia é direcionada para o céu. No ombro direito fica o Chakra Yang. No ombro esquerdo fica o Chakra Yin.
O Chakra Yang organiza o 1º, 3º e 5º chakras principais. O Chakra Yin organiza o 2º, 4º e 6º chakras principais.
Os Chakras Yin/Yang trabalham com os respectivos chakras principais relacionados acima, de forma semelhante àquela com a qual o 7º chakra trabalha com todos os chakras principais.
Os Chakras das Mãos
Consciência sensual de outros seres. Lidando com assuntos sociais com bom senso e de maneira sofisticada.
Os Chakras dos Cotovelos
Delimitação e engajamento. Algumas habilidades de luta.
Os Chakras dos Joelhos
Aprendendo e ensinando. Flexibilidade em lidar com grandes quantidades de energia.
Os Chakras dos Tornozelos
A flexibilidade de ficar centrado durante mudanças na vida. Flexibilidade em como ganhar a vida.
Os Chakras das Solas dos Pés
Aterramento. Relação com a Mãe Terra. Estabilidade em geral.
O Pa Kua Superior
Organiza o fluxo de energia para o tórax, ombros, braços, pescoço e cabeça.
O Pa Kua Inferior
Organiza o fluxo de energia para as pernas, pélvis, espinha em geral e barriga.
Zenshin Ketsueki Kokan Ho
Zen significa “total” ou “integral”, Shin significa “corpo”, Ketsueki-Kokan significa “troca de sangue” e Ho significa “técnica”. Esta sessão deve durar aproximadamente 30min, sendo muito eficaz para pessoas idosas e debilitadas, doentes e impossibilitadas de sair da cama.
Ketsueki Kokan é uma das principais técnicas aplicadas pelo Dr. Hayashi, pertencente ao Segundo Grau do Reiki. Uma tradução literal seria “trocas sanguíneas”, mas o seu real significado é “circulação sanguínea”. Por ser de difícil pronúncia, os japoneses normalmente a chamam de Keko. O Dr. Hayashi sugeria o uso da Keko ao final de cada tratamento. Trata-se de um processo bastante demorado; pratique-o, portanto, diligentemente:
Aplique Reiki em quatro regiões da cabeça: têmporas, posterior, medula e topo.
Em seguida aplicar acima dos pulmões, coração, estômago e intestinos;
Pressione o símbolo do poder em direção ao pescoço em C2 (a segunda vértebra cervical) com o polegar e o indicador da sua mão dominante.
Assegure-se da posição exata da espinha do cliente.
Com o primeiro e o segundo dedo, friccione a região vizinha da espinha vagarosamente e, igualmente, de duas a três vezes, a primeira vértebra cervical às vértebras lombares.
Uma vez familiarizado com a espinha do cliente, friccione vigorosamente as áreas próximas e paralelas a ela vinte vezes.
Pressione o símbolo do poder até a área lombar, perto da L3, com o polegar e o indicador da mão dominante.
Divida a parte superior do corpo em cinco. Primeiro pressione as mãos às áreas próximas da espinha até os ombros, e deles até os braços.
Em segundo lugar, massageie a parte dorsal correspondente ao coração, em direção às laterais do corpo, quatro ou cinco vezes.
Em terceiro lugar, friccione a partir da espinha, na área dorsal correspondente ao plexo solar, descendo às costelas inferiores, quatro ou cinco vezes.
Em quarto lugar, massageie a parte inferior das costas no sentido lateral, quatro ou cinco vezes.
Em quinto, friccione das nádegas aos quadris quatro ou cinco vezes.
Agora, massageie dez vezes toda a extensão da região sacra com a palma da mão dominante, enquanto com a outra mão você mantém firme o cliente.
Mantenha o cliente firme com uma das mãos, enquanto com a outra friccione a parte externa da perna direita, do quadril ao tornozelo, podendo passar um pouco dele. Faça isso duas ou três vezes.
Repita o procedimento na perna esquerda.
Mantenha firme o cliente com uma das mãos e, com a outra mão, friccione a parte de trás da perna direita, do quadril ao tornozelo, podendo passar um pouco dele.
Faça isso duas ou três vezes.
Repita o procedimento na perna esquerda.
Mantenha firme o cliente com uma das mãos e, com a outra mão, massageie a parte de dentro da perna direita, do quadril ao tornozelo, podendo passar um pouco dela. Faça isso duas ou três vezes.
Repita o procedimento na perna esquerda.
Depois, friccione a parte superior de trás da coxa do cliente com a mão esquerda, enquanto com a direita mantém esticada a perna a partir do tornozelo.
Faça a mesma coisa, dessa vez com a perna direita do cliente.
Para terminar o tratamento, faça a percussão Uchide-Chiryo-Ho com as mãos espalmadas em toda a extensão do dorso do corpo. Inicie batendo levemente nas costas até os ombros, descendo então para as costelas, a região lombar e as nádegas.
Faça a percussão leve na parte externa da perna direita do cliente, do quadril até a parte externa do dedo mínimo do pé.
Repita o procedimento com a perna esquerda do cliente.
Faça a percussão leve da região de trás da perna direita do cliente e da parte superior da coxa, descendo até as solas dos pés, chegando à ponta dos dedos.
Repita o procedimento com a perna esquerda do cliente.
Faça a percussão leve na região interna da perna direita do cliente, indo do quadril e descendo até a parte externa do dedo grande do pé.
Repita o procedimento com a perna esquerda do cliente.
A técnica foi completada.
Depois de terminar o tratamento deixe o cliente descansar por quinze minutos, para que possa voltar ao mundo real.
Ketsueki Kokan é uma das principais técnicas aplicadas pelo Dr. Hayashi, pertencente ao Segundo Grau do Reiki. Uma tradução literal seria “trocas sanguíneas”, mas o seu real significado é “circulação sanguínea”. Por ser de difícil pronúncia, os japoneses normalmente a chamam de Keko. O Dr. Hayashi sugeria o uso da Keko ao final de cada tratamento. Trata-se de um processo bastante demorado; pratique-o, portanto, diligentemente:
Aplique Reiki em quatro regiões da cabeça: têmporas, posterior, medula e topo.
Em seguida aplicar acima dos pulmões, coração, estômago e intestinos;
Pressione o símbolo do poder em direção ao pescoço em C2 (a segunda vértebra cervical) com o polegar e o indicador da sua mão dominante.
Assegure-se da posição exata da espinha do cliente.
Com o primeiro e o segundo dedo, friccione a região vizinha da espinha vagarosamente e, igualmente, de duas a três vezes, a primeira vértebra cervical às vértebras lombares.
Uma vez familiarizado com a espinha do cliente, friccione vigorosamente as áreas próximas e paralelas a ela vinte vezes.
Pressione o símbolo do poder até a área lombar, perto da L3, com o polegar e o indicador da mão dominante.
Divida a parte superior do corpo em cinco. Primeiro pressione as mãos às áreas próximas da espinha até os ombros, e deles até os braços.
Em segundo lugar, massageie a parte dorsal correspondente ao coração, em direção às laterais do corpo, quatro ou cinco vezes.
Em terceiro lugar, friccione a partir da espinha, na área dorsal correspondente ao plexo solar, descendo às costelas inferiores, quatro ou cinco vezes.
Em quarto lugar, massageie a parte inferior das costas no sentido lateral, quatro ou cinco vezes.
Em quinto, friccione das nádegas aos quadris quatro ou cinco vezes.
Agora, massageie dez vezes toda a extensão da região sacra com a palma da mão dominante, enquanto com a outra mão você mantém firme o cliente.
Mantenha o cliente firme com uma das mãos, enquanto com a outra friccione a parte externa da perna direita, do quadril ao tornozelo, podendo passar um pouco dele. Faça isso duas ou três vezes.
Repita o procedimento na perna esquerda.
Mantenha firme o cliente com uma das mãos e, com a outra mão, friccione a parte de trás da perna direita, do quadril ao tornozelo, podendo passar um pouco dele.
Faça isso duas ou três vezes.
Repita o procedimento na perna esquerda.
Mantenha firme o cliente com uma das mãos e, com a outra mão, massageie a parte de dentro da perna direita, do quadril ao tornozelo, podendo passar um pouco dela. Faça isso duas ou três vezes.
Repita o procedimento na perna esquerda.
Depois, friccione a parte superior de trás da coxa do cliente com a mão esquerda, enquanto com a direita mantém esticada a perna a partir do tornozelo.
Faça a mesma coisa, dessa vez com a perna direita do cliente.
Para terminar o tratamento, faça a percussão Uchide-Chiryo-Ho com as mãos espalmadas em toda a extensão do dorso do corpo. Inicie batendo levemente nas costas até os ombros, descendo então para as costelas, a região lombar e as nádegas.
Faça a percussão leve na parte externa da perna direita do cliente, do quadril até a parte externa do dedo mínimo do pé.
Repita o procedimento com a perna esquerda do cliente.
Faça a percussão leve da região de trás da perna direita do cliente e da parte superior da coxa, descendo até as solas dos pés, chegando à ponta dos dedos.
Repita o procedimento com a perna esquerda do cliente.
Faça a percussão leve na região interna da perna direita do cliente, indo do quadril e descendo até a parte externa do dedo grande do pé.
Repita o procedimento com a perna esquerda do cliente.
A técnica foi completada.
Depois de terminar o tratamento deixe o cliente descansar por quinze minutos, para que possa voltar ao mundo real.
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