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quinta-feira, 20 de setembro de 2012

A Gestação e o Reiki

A energia vital tem um papel importante em tudo o que fazemos. Anima o corpo e também é a força principal de nossas emoções e pensamentos. Na gestação, é uma forma prazeroza e saudável para descobrir o silêncio da pa
z interior, da consciência do vínculo psíquico e emocional que existe entre mãe e bebê desde o início da gravidez. Também é indicado para o relaxamento corporal, reduzindo ansiedade e stress. O bebé também pode usufruir dos benefícios do Reiki. É indicado para auxiliar na adaptação a nova vida. Experimente e vivencie uma gestação e pós-parto com tranquilidade e confiança em si mesma.

Aplicação e Benefícios

O Reiki é uma prática segura durante toda a gravidez desde a concepção até ao pós-parto. É importante que a grávida esteja esclarecida sobre o que é o Reiki, se identifique com esta terapia e, em caso positivo, que usufrua de uma sessão de livre e espontânea vontade. No início da gravidez: para ajudar a aliviar o stress e o desconforto que uma grávida pode sentir nesta fase e, simultaneamente, aumentar o fluxo de energia que se transmite entre estes dois seres. É um momento único de comunhão de energia entre mãe e filho. Durante a gravidez: o Reiki diminui ansiedades, náuseas e insónias na futura mamã enquanto acalma, relaxa e promove o desenvolvimento em harmonia do bebé. No parto: ter recebido Reiki, ajuda a controlar a dor sentida, facilitando o trabalho de parto por uma maior capacidade de relaxamento e controle e emocional. No pós-parto: o Reiki auxilia a mãe a sentir-se mais serena e a gerir melhor a montanha de emoções que habitualmente surgem nesta fase, como a depressão pós-parto. É comum a referência à espantosa saúde com que nascem alguns bebês em que as mães fizeram Reiki durante a gravidez, e ainda a ausência ou redução substancial de cólicas, além de uma gestação tranquila e equilibrada.

( Texto: Associação Portuguesa de Reiki )

O Reiki e o hormônio oxitocina

Além de todos os benefícios da terapia reiki, o toque ainda proporciona uma descarga efetiva deste hormônio contribuindo ainda mais com o tratamento. 

"A oxitocina é produzida principalmente no cérebro (núc
leos supra-ótico e parvoventral do hipotálamo) e nos ovários e testículos. Ela tem uma importante ação na conduta de afiliação ou, de outro modo, na associação da cria com sua mãe ou com outro criador. A produção da oxitocina também facilita a resposta sócio-sexual nos répteis, pássaros e, também, nos seres humanos.

Além disso, a oxitocina liberada durante o parto apresenta um efeito sobre a contração uterina e na produção do leite materno. A oxitocina é ainda liberada durante a estimulação dos órgãos sexuais (mamilos, clitóris, pênis) e durante o orgasmo, quando há um aumento de sua produção e liberação, tanto nas mulheres como nos homens.

A oxitocina, por todas essas ações, é vista por muitos como funcionando “como um selecionador” ou estabilizador das preferências relacionadas às ligações amorosas. Assim, quanto mais o namorado fica apaixonado, perdido ou seduzido pelo outro, mais elevados serão os níveis de oxitocina produzida e liberada em seu organismo. Parece que, conforme haja maior produção de oxitocina, haverá maior atração e apego ao companheiro (o responsável pelo estado corporal sentido) não só pelo prazer obtido, mas, também, pela calma que ocorre no amante sortudo. A oxitocina é uma forte candidata para mediar os sentimentos de aceitação nas ligações sociais. De modo simples: amamos uma pessoa porque a presença dela leva nosso organismo a produzir oxitocina. Esta, uma vez liberada, nos transforma numa pessoa feliz e calma. Desse modo, “amamos” uma pessoa porque ela transforma nosso organismo do mal-estar para o bem-estar.

Enquanto um beliscão aumenta os níveis de cortisol preparando o animal para atacar ou fugir, uma escovada, ao contrário, diminui os efeitos ruins do beliscão, possivelmente devido ao efeito antiestresse da oxitocina. Um carinho ou um sorriso espontâneo nos faz bem, nos tranquiliza, devido ao aumento da oxitocina cerebral que produz uma diminuição da ansiedade. Além disso, a produção da oxitocina devido ao sorriso, ao tom agradável da voz ou ao assunto interessante ventilado irá diminuir a pressão arterial e produzir aumento da insulina circulante, possivelmente devido à ativação do vago. Mas o poder da oxitocina vai mais longe. Através da amamentação ou de massagens delicadas realizadas em humanos, cães, gatos e ratos, ao elevar os picos de oxitocina cerebral, liberadas pelo contato amável do corpo, produz efeitos calmantes e altamente agradáveis. Quem experimentar, verá.

Os estudos mostraram que esses efeitos agradáveis e calmantes produzidos pela liberação desse peptídeo são bloqueados (interrompidos) pela liberação do cortisol, da prolactina e por qualquer outro antagonista da oxitocina (substâncias liberadas durante o beliscão, a briga, a conversa e visita chatas, a gritaria, o discurso político e milhares de outros aborrecimentos). O estado corporal do “anti-oxitocina” é sempre acompanhado por tensão muscular e transtornos viscerais (hipertensão, acidez do estômago, espasmos intestinais, taquicardia, etc.) além de dificuldade para solucionar problemas.

O efeito da oxitocina, como descrevi, assemelha-se aos elixires lendários ao liberar uma série de condutas sexuais e maternais, além de facilitar as interações sociais e induzir as ligações entre os parceiros amorosos. Para exemplificar: um roedor denominado arganaz, após um primeiro dia de cópula com a fêmea, permanece junto a esta até a morte - como muitos amantes, até que a morte os separe – e o macho fica hostil a todos, menos para sua parceira que é ajudada tanto em torno do ninho quanto nos cuidados da prole. A fêmea também não procura outro rato macho. Segundo as pesquisas, se colocarmos a fêmea fiel do rato macho diante de outro rato, ela o agride e não aceita seus carinhos. Entretanto, se fizermos a mesma experiência e injetarmos na fêmea oxitocina, ela se transforma e aceita a proposta do rato estranho. Isso indica que a conduta dela, como a nossa, é, em grande parte, comandada por nossos estados emocionais e estes, por sua vez, são desencadeados pela produção e liberação de determinadas substâncias químicas.

Para muitos, o amor, a generosidade, a bondade, a compaixão, a honestidade e outras características humanas louváveis, examinadas sob o ângulo do “espírito” ou “alma”, ou, ainda, “mente”, não são mais do que o resultado de uma regulação neurobiológica orientada para a sobrevivência. Isto é, ela ajuda a pessoa a descobrir quem faz ela se sentir bem. Na realidade, esta conduta, como ficar perto de quem gosto e fugir de quem não gosto, é uma atitude bastante egoísta, ainda que ajude o outro também. Mas agimos assim porque nos faz bem, pois a pessoa se apega a outra porque o contato está sendo muito bom para ela mesma. Sempre vigora o egoísmo. Para essa idéia não existe altruísmo. Este sempre é uma escolha que agrada ao executor denominado bonzinho, caridoso, etc."

O auxílio do Reiki em concursos

Muitos candidatos acreditam que a preparação para um concurso público vai muito além da interação com livros e apostilas. Alguns costumam procurar técnicas que auxiliem este processo, podendo ser com um psic
ológo, um hipnoterapeuta. Há aqueles que chegam a procurar terapias holísticas. Dentre essas está o Reiki, que é uma terapia alternativa/complementar redescoberta em 1922 pelo japones Mikao Usui. É baseada na canalização da energia universal (rei) com o objetivo de restabelecer o equilíbrio energético vital (ki) de quem a recebe e, assim, restaurar o estado de equilíbrio natural (seja ele emocional, físico ou espiritual); podendo promover saúde. Enquanto terapia, o Reiki é reconhecido pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como ação integrativa, complementar à atuação médica. E já existem até mesmo pesquisas em universidades brasileiras (USP e UnB, por exemplo), nas quais o seu uso é associado à cura de certas enfermidades.

Ele certamente não fará milagres na vida dos concurseiros, mas pode, sim, ajudá-los a relaxar e achar o ponto de equilíbrio físico e emocional durante a maratona de estudos e, principalmente, no dia da prova. De acordo com o reikiano Claudiney José Rosa, praticante há aproximadamente oito anos e atendente no Espaço Paz e Harmonia, na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), em Seropédica, o Reiki auxilia na concentração e na diminuição da ansiedade antes da prova, tendo, assim, mais foco nos estudos. "Nossos paciente são, na maioria, estudantes. Alguns são alunos de pós-graduação que fazem acompanhamento com o Reiki para ter mais foco na pesquisa, diminuir a ansiedade e adquirir mais calma para apresentar o trabalho à banca", afirmou Claudiney.

Os pacientes que passaram pela salinha, como ele costuma chamar o espaço da sessão, escreveram em um livro aquilo que conquistaram durante o tratamento. Muitos relataram sobre a sensação de diminuição de estresse e ansiedade, principalmente durante o período de provas. Segundo Claudiney, não há contra-indicações. Ele já viu casos de mudança de vida por causa do Reiki. Pessoas em depressão encontraram novos estímulos na vida. Usuárias de drogas, como a cocaína, largarem os vícios e os remédios após o tratamento auxiliar. "A pessoa se sente mais saudável e harmoniosa consigo e com o mundo", garantiu.

Como funciona?

O Reiki é recomendável como complemento para aumentar a eficácia de tratamentos à base de medicamentos. Mas, isoladamente, apresenta resultados positivos no tratamento de estresse, dores de cabeça, perturbações emocionais, como depressão, ansiedade e insônia, além de baixa auto-estima, falta de memória e criatividade. Todos estes sintomas comuns a muitos candidatos de concursos públicos - e fatores de alto risco para quem sonha em conquistar a vaga na esfera pública. Em linhas gerais, o termo reiki significa 'energia vital do Universo' ou 'força da energia vital do Universo' A crença é de que tal energia pode ser canalizada e transmitida através das mãos.

A energia vital está em tudo o que vive e sua quantidade existente é ilimitada. Ao captá-la e transmiti-la, as carências físicas, mentais e espirituais do paciente são reduzidas. A energia vital permite que a pessoa se reconstitua pois ajuda ao reequilíbrio do organismo, purificando, desbloqueando emoções, reforçando e restabelecendo a energia no corpo, com o objectivo de proporcionar paz, bem-estar e equilíbrio. É devido à sua carência que, por vezes, surgem conflitos interiores e exteriores no nosso cotidiano.

O Reiki pode ser aplicado numa pessoa mesmo estando vestida com roupa confortável de material sintético, recomendando-se apenas o não uso de acessórios como relógios, pulseiras, cintos ou brincos. O mais importante é que a posição em que o paciente se encontra seja confortável. O terapeuta é o intermediário entre a energia e a pessoa que o recebe, não dando a sua própria energia nem sugando o do receptor, no entanto não consegue obrigar o receptor a receber a energia universal se o mesmo não a quiser receber consciente ou inconscientemente. As mãos do terapeuta percorrem os pontos dos chacras mais importantes do corpo e os meridianos energéticos tão conhecidos pela medicina oriental.

Fonte: Folha Dirigida

Ciência mede o campo de energia humano


Energia é um tema que permeia muitas áreas de terapia médica complementar, inclusive Reiki. Por razões históricas e emocionais, duas palavras chaves não foram mencionadas na sociedade de pesquisa acad
êmica: “energia” e “toque.” Conseqüentemente não é de surpreender que a terapia Reiki tenha sido negligenciada pela ciência biomédica tradicional.

Pesquisas ao redor do mundo estão mudando este quadro. Conceitos de “energia de cura” passaram da suspeita para respeitabilidade.

Como em outras áreas de investigação, o que tínhamos como absolutamente certo aproximadamente 20 anos atrás, mudou dramaticamente. Por exemplo, há algumas décadas, alguns cientistas mudaram de uma convicção de que não havia um campo de energia ao redor do corpo humano, para uma certeza absoluta de que ele existe. Além disso, começamos a entender os papéis desses campos na saúde e na doença.

A razão principal para a mudança de perspectiva foi o desenvolvimento de instrumentos sensíveis que podem registrar os campos de energia ao redor do corpo humano. De importância particular é o magnetômetro de SQUID que é capaz de descobrir minúsculos campos biomagnéticos associados com atividades fisiológicas no corpo. Este é o mesmo campo que os indivíduos sensíveis têm descrito por milhares de anos, mas que os cientistas ignoraram porque não havia nenhum modo objetivo para medir isto.

A maior parte das descobertas fundamentais não estão sendo feitas por cientistas que estudam métodos tais, como, Reiki. Ao contrário, cientistas tradicionais, seguindo a lógica habitual e métodos científicos, começaram a constatar os vários papéis da energia no processo curativo. Conseqüentemente o quadro que está emergindo tem as mesmas fundações científicas da medicina clínica moderna.

O campo de energia humano

É conhecido há muito tempo que as atividades das células e dos tecidos geram campos elétricos que podem ser detectados na superfície de pele. As leis da física dizem que a corrente elétrica gera um campo magnético correspondente no espaço circunvizinho. Considerando que estes campos eram minúsculos, os biólogos acreditavam que não poderiam ter nenhuma significação fisiológica.

Este quadro começou a mudar em 1963. Gerhard Baule e Richard McFee do Departamento de Engenharia Elétrica, da Universidade de Siracusa, Nova Iorque descobriram o campo biomagnético projetado do coração humano.

Em 1970, David Cohen de MIT, usando um magnetômetro de SQUID, confirmou as medições do coração. Por volta de 1972, Cohen tinha melhorado a sensibilidade do instrumento, permitindo a medição de campos magnéticos ao redor da cabeça produzidos por atividades do cérebro. Subsequentemente, foi descoberto que todos os tecidos e órgãos produzem pulsações magnéticas específicas, que chegaram a ser conhecidas como campos biomagnéticos.

Patologia altera o campo biomagnético

Nos anos de 1920 e 1930, um respeitável pesquisador na Escola de Medicina da Universidade de Yale, Harold Saxon Burr, sugeriu que doenças poderiam ser descobertas no campo de energia do corpo antes de aparecerem os sintomas físicos. Além disso, Burr estava convencido de que doenças poderiam ser prevenidas alterando-se o campo de energia.

Estes conceitos estavam à frente do seu tempo, mas estão sendo agora confirmados em laboratórios de pesquisa médicos ao redor do mundo. Cientistas estão usando os instrumentos SQUID para mapear como as doenças alteram os campos biomagnéticos ao redor do corpo. Outros estão aplicando campos magnéticos pulsantes para estimular a cura. Novamente, indivíduos sensíveis têm descrito estes fenômenos por muito tempo, mas não havia nenhuma explicação lógica de como isto poderia acontecer.

Projeção de energia das mãos de curandeiros

Em 1980, Dr. John Zimmerman começou uma série de estudos importantes sobre toque terapêutico, usando um magnetômetro de SQUID na Escola de Medicina da Universidade de Colorado, em Denver. Zimmerman descobriu que um campo biomagnético pulsante emanou das mãos de um médico. A freqüência das pulsações não é fixa, mas varia de 0.3 a 30 Hz (ciclos por segundo), com a maioria das atividades na gama de 7-8 Hz. As pulsações biomagnéticas das mãos estão na mesma gama de freqüência das ondas cerebrais e estudos científicos das freqüências necessárias para a cura indicam que elas passam naturalmente pela gama de freqüências terapêuticas, podendo assim estimular a cura em qualquer parte do corpo.

Em 1992 veio a confirmação dos resultados de Zimmerman, quando Seto e colegas, no Japão, analisaram vários praticantes de artes marciais e métodos de cura. A “emissão de Qi” das mãos é tão forte que eles podiam ser detectadas por um simples magnetômetro. Desde então, vários estudos de praticantes de QiGong estenderam estas investigações para o som, a luz, e campos térmicos emitidos por curadores. O que é particularmente interessante é que a freqüência de pulsação varia de momento a momento. Além disso, pesquisas médicas desenvolvendo terapias de campos magnéticos pulsantes estão descobrindo que estas mesmas frequências são efetivas no “salto inicial” de cura em uma variedade de tecidos macios e duros, até mesmo em pacientes não curados num espaço de 40 anos. Frequências específicas estimulam o crescimento de nervos, ossos, pele, vasos capilares, e ligamentos. Claro que praticantes de Reiki e seus pacientes têm experiências diárias do processo de cura - salto inicial, e medicina acadêmica está começando a aceitar esta terapia como lógica e benéfica por causa destas novas descobertas científicas.

Para estudar a projeção de energia das mãos de terapeutas, os cientistas têm que reconhecer primeiro que há diferenças individuais enormes entre pessoas. A prática repetida de várias técnicas pode aumentar o efeito.

As “ondas cerebrais” não estão confinadas no cérebro, mas espalhadas ao longo do corpo via sistema perineal, o tecido conjuntivo que envolve todos os nervos. Dr. Robert O. Becker descreveu como este sistema, mais que qualquer outro, regula processos de reparação de danos ao longo do corpo. Conseqüentemente o sistema nervoso inteiro age como uma “antena” por projetar as pulsações biomagnéticas que começam no cérebro, especificamente no tálamo.

Além disso, ondas que começam como pulsações relativamente fracas no cérebro parecem juntar forças assim que fluem ao longo dos nervos periféricos e nas mãos. O mecanismo desta amplificação envolve o sistema perineal e os outros sistemas do tecido conjuntivo, como o fáscia que é intimamente associado com ele.

Conclusão

Neste breve resumo, mostrei como algumas das experiências de terapeutas (de energia) têm uma base em biologia e física. Depois de séculos de negligência, terapias enérgicas podem ocupar seu lugar na clínica médica. As grandes descobertas de biólogos e dos sensitivos estão sendo integradas para nos dar um entendimento mais profundo da vida, da doença e da cura. Ciência não pode ignorar o mistério da vida, nem pode diminuir o componente espiritual da cura. Acreditamos que pesquisa nas terapias de energia pode conduzir a um entendimento mais completo de vida, da doença e da cura.

Ressonância Schuman - 7.86Hz e os padrões cerebrais durante a sessão de Reiki.


Uma investigação independente feita pelo Dr. Robert Becker e Dr. John Zimmerman, durante a década de 1980, investigou o que acontece enquanto as pessoas praticam algumas terapias como o Reiki. Eles descobriram que não só os padrões de ondas cerebrais de praticantes e receptores se tornaram sincronizados no estado alf
a, característica de profundo relaxamento e meditação, mas também pulsam em uníssono com o campo magnético da Terra, conhecida pela ciência como a Ressonância Schuman - 7.86 Hz.



Durante estes momentos, o campo biomagnético das mãos dos praticantes é de pelo menos 1000 vezes maior do que o normal, e não como um resultado da corrente interna do corpo. Toni Bunnell (1997) sugere que a ligação dos campos de energia entre o profissional e a frequência do campo eletromagnético da terra permite ao praticante canalizar essa vibração, através da ressonância Schuman. O Prof. Paul Davies e Dr. John Gribben em "O Mito Matéria" (1991), discutiu este tema ligado ao conceito de quantum e visão física de um "universo vivo" em que tudo está conectado em uma teia de interdependência energética". Tudo isso promove a experiência subjetiva de "unidade" e "expansão de consciência" relacionado por aqueles que recebem o reiki regularmente ou até mesmo auto-tratamento com esta terapia.

Zimmerman (1990) nos EUA e Seto (1992) no Japão investigaram a pulsação do campo biomagnético que é emitido das mãos de praticantes de Reiki, enquanto estes estavam aplicando em seus pacientes. Eles descobriram que os pulsos estão nas mesmas frequências, como as ondas cerebrais, de 0,3-30 Hz, com foco principalmente em 7 - 8 Hz, estado alfa. Uma investigação médica independente, demonstrou que esta gama de frequências estimulava a cicatrização no corpo, com frequências específicas sendo adequados para diferentes tecidos. Por exemplo, 2 Hz encoraja a regeneração do nervo, o crescimento ósseo 7 Hz, na reparação de ligamento 10Hz, e 15 Hz formação capilar. Com base nesses princípios, a tecnologia ultra-som é comumente usada para limpar artérias obstruídas e desintegrar pedras nos rins. Além disso, tem sido conhecida há muitos anos que a colocação de uma bobina elétrica em torno de uma fratura que se recusa a consertar vai estimular o crescimento ósseo e reparação. Becker explica que 'ondas cerebrais' não estão confinados ao cérebro, mas circulam por todo o corpo através do sistema perineural, as bainhas de tecido conjuntivo envolvendo todos os nervos. Durante o tratamento, estas ondas emitem pulsos no tálamo do cérebro do praticante, reunindo forças cumulativas que fluem para os nervos periféricos do corpo, incluindo as mãos. O mesmo efeito se reflete na pessoa ao receber o tratamento, e Becker sugere que é este sistema, mais do que qualquer outro, que regulamenta a reparação de lesões e reequilíbrio dos sistemas biológicos do corpo. Isso destaca uma das características especiais do Reiki (e terapias similares) - que tanto o profissional e o cliente recebem os benefícios de um tratamento, o que torna muito eficiente.

Além disso, parte da popularidade crescente do Reiki é que ele não impõe um conjunto de crenças, e pode, portanto, ser usado por pessoas de todas as crenças religiosas e filosofias. Esta neutralidade o torna particularmente apropriado para um ambiente de tratamento médico-psicológico.

A relação entre alimentação, reiki e energia física


A relação entre alimentação, reiki e energia física: Entenda porque certos alimentos baixam nossa energia, comprometendo a longevidade e dificultando nossos esforços de equilíbrio e saúde. A certa altura da vida, todos nós somos avisados qu
e alimentos industrializados, artificiais e de origem animal, assim como bebidas alcoólicas, drogas e outras substâncias devem ser evitados porque deixam muitas toxinas em nosso organismo. A justificativa para essa indicação é que a intoxicação do corpo baixa a vibração energética e obstrui o fluxo pelos meridianos do corpo. Além disso, o dispêndio de energia para sintetizar essas substâncias, ou expulsar as toxinas, acaba gerando um desgaste ainda maior. Para quem deseja compreender melhor a relação entre alimentação e nível vibratório, transcrevemos uma passagem de James Redfield, autor de várias obras relacionadas à alimentação saudável e circulação de energia pelo organismo.

Autor do clássico "A Profecia Celestina", Redfield é espiritualista e pesquisador. Seu estudo é baseado no trabalho do médico Phd Theodore A. Baroody, um especialista em medicina preventiva e nutrição. Redfield explica com grande clareza e simplicidade como a dieta influi no nível de energia dos seres humanos. A maioria das pessoas é cheia de energia e entusiasmo durante a juventude, mas, depois, na meia-idade, começa a escorregar lentamente ladeira abaixo e finge não perceber. 

Geralmente as pessoas procuram um médico que não ensina a prevenção, e se põem a tomar remédios; às vezes o problema é resolvido, às vezes não é. E então, com o passar dos anos, elas pegam uma doença que piora progressivamente, e percebem que estão morrendo; seu único consolo é pensarem que o que está acontecendo com elas ocorre com todo mundo, que é inevitável. Se procuramos ampliar nossa energia e ao mesmo tempo consumimos alimentos que nos roubam essa energia, não chegamos a lugar algum. 

Estudando a evolução, você verá que, desde o início, tivemos de escolher nosso alimento experimentando e errando, apenas para descobrir quais eram bons para nós e quais nos matariam. Se comer esta planta, você sobrevive; se comer aquela ali, morrerá. Hoje, já sabemos o que nos mata, mas só agora estamos aprendendo quais são os alimentos que aumentam a nossa longevidade e mantêm alta a nossa energia, e quais nos prejudicam. Parecemos ser de matéria, carne e sangue, mas somos átomos e energia pura. A ciência já provou este fato e quando nos aprofundamos no estudo dos átomos, vemos primeiro partículas e depois, em níveis mais profundos, as próprias partículas se transformam em padrões de energia pura vibrando e oscilando em diversos níveis.

E se olharmos desta perspectiva para aquilo que comemos, veremos que o que colocamos em nosso corpo como alimentos afeta o nosso estado vibratório, ao passo que outros diminuem. A verdade é simples. Todas as doenças resultam de uma queda na energia vibratória; quando a nossa energia cai até determinado ponto, existem forças naturais no mundo que se destinam a desintegrar o nosso corpo. Quando alguma coisa morre, como por exemplo um cachorro atropelado por um carro ou uma pessoa depois de longa doença, as células do corpo imediatamente perdem a vibração e se tornam muito ácidas quimicamente. Esse estado ácido é o sinal para os micróbios, vírus, bactérias e fungos, de que está na hora de decompor aquele tecido morto. Esse é o trabalho deles no universo físico; devolver um corpo à terra e retorna-lo ao estado de elementos químicos desintegrados do corpo antigo.

Quando comemos, o alimento é metabolizado e deixa resíduos ou cinzas em nosso corpo. Esses resíduos são de natureza ácida ou alcalina, dependendo da comida; se ela for alcalina, então pode ser rapidamente extraída de nosso corpo com pouca energia. No entanto, se esses produtos residuais são ácidos, fica muito difícil para o sangue e o sistema linfático os eliminarem, e eles são depositados em nossos órgãos e tecidos como sólidos, formas cristalinas de baixa vibração que criam bloqueios ou rupturas nos níveis vibratórios das nossas células. Quanto mais desses subprodutos ácidos são depositados em nosso corpo, mais ácidos os tecidos se tornam. 

Geralmente, os alimentos que deixam resíduos ácidos em nosso corpo são pesados, cozidos demais, industrializados demais, e doces – como carnes, farinhas, balas, álcool, café e as frutas mais doces; os alimentos alcalinos são mais verdes, mais frescos, mais vivos, tais como legumes frescos e seu suco, verduras, brotos e frutas.

Alimentação e o Reiki:

Mrs. Takata, discípula de Mikao Usui - decodificador do Reiki, acreditava que muitas das doenças de seus pacientes eram causadas por suas próprias dietas. Ela acreditava que a raiz das doenças era o excesso de acidez no corpo, incluindo doenças respiratórias e cardíacas. Ela não só aplicava Reiki nos seus clientes diariamente mas também fazia recomendações alimentícias, as quais, se seguidas corretamente, poderiam restaurar o equilibrio entre acidez e a alcalinidade do corpo. Uma das mais conhecidas receitas alcalinas para o corpo é sua famosa "salada gratinada". Essa salada consiste de partes iguais de beterraba, couve-flor e repolho, tudo ralado e cru. Pedaços de maçã são adicionados para melhorar o sabor. O molho pode ser feito de qualquer coisa desde que não contienha nenhum laticínio. Ela dizia que beterraba limpa o sangue, que couve-flor fortalece os ossos, que repolho alcaliniza todos os sistemas (e isso é provado na Medicina Chinesa). Takata frequentemente recomendava essa salada para clientes com repetidos processos de acidez. Ela também recomendava sumo de limão com água sem açúcar nas refeições. "Adicione um pouquinho de sumo de limão à água... não muito", dizia. Takata advertia contra a ingestão de laticínios. Ela dizia: "Laticínios só devem ser ingeridos por pessoas que não tenham problemas digestivos ou estomacais". "Beba leite de soja". Ela recomendava leite de soja como substituto aos laticínios. 

O sucesso de Takata ajudando as pessoas a se curarem é normalmente atribuído somente as suas habilidades com o Reiki e com o poder de canalização do Chi. O que pouca gente sabe é que ela também usava alimentação como medicina e se envolvia completamente com a nutrição do cliente. Ela dava o mesmo valor à alimentação e ao Reiki.

Reiki e as Cólicas Menstruais

Na medicina tradicional oriental, assim também como na ocidental holística, sabe-se que os aspectos emocionais e mentais estão diretamente envolvidos nas sensações físicas do corpo, doenças, dores, e distúrbios. 

Uma das causas de dores que acometem mais de 80% das mulheres são as cólicas menstruais. A menstruação é a expressão do princípio feminino e da fecundidade. Ao menstruar pela 1a vez, a menina se torna apta a procriar e se afirma como mulher. Fora os fatores biológicos que envolvem as cólicas menstruais, a não aceitação destes princípios, mesmo na fase adulta, a negação dos mesmos e a rejeição às transformações do corpo e às limitações impostas pelo período menstrual formam o pano de fundo emocional e mental que geram as cólicas menstruais. Elas podem estar presentes desde a 1a menstruação ou aparecer repentinamente em uma fase qualquer da vida da mulher. Quando a dor aparece numa determinada etapa da vida, é preciso prestar atenção ao que está acontecendo pois, com certeza, há uma tensão maior e o corpo está tentando dizer algo através da dor.

Numa sociedade tipicamente machista, a negação do feminino com estados mentais negativos em relação a feminilidade, tais como: "queria ter nascido homem", "mulher sofre mais", lutas sexistas que ao invés de promover a união de ambos sexos promovem desavenças entre os gêneros, decepções com o universo masculino, entre outros, podem agravar o quadro de negação deste processo natural de toda mulher.

Porém, as principais causas emocionais das dores no período menstrual estão ligados normalmente ao fato da mulher estar relutante em engravidar, por estar pensando na carreira, na situação financeira, nas preocupações diárias, num relacionamento que não está bem, e um filho neste momento seria extremamente inoportuno. Sendo assim, o ciclo natural e necessário se transforma em dor causada por esta rejeição inconsciente. O oposto também ocorre quando há o desejo de ter filhos, e a chegada da menstruação é a negação deste desejo.

A procriação, do ponto de vista feminino, sempre envolve a entrega de uma parte de si própria, e muitas vezes a mulher não se acha disponível ou não quer abrir mão do seu momento, do seu bem-estar ou da sua estética corporal. E sendo o sangramento mensal a expressão física deste princípio, ele tende a ser doloroso. O que não significa querer e deixar a gravidez acontencer, é necessário apenas que esse processo do ciclo menstrual não seja visto como um entrave, como um problema, como algo ruim.

É preciso conhecer a si mesma de forma verdadeira e entender as emoções envolvidas no processo para que as cólicas diminuam de intensidade e desconforto. O Reiki surge como uma alternativa extremamente eficaz na dissolução de bloqueios de ordem emocional, física e reequilibra o organismo e a mente tratando na origem do problema as causas dos desconfortos neste período.