É importante ressaltar o seguinte: O sistema tradicional japonês de Reiki era dividido em seis diferentes níveis, na ordem inversa do que foi trazido para o Ocidente. O sexto nível, chamado Shoden, era o nível
inferior (o primeiro nível no Ocidente). Este, por sua vez, subdividia-se em Loku-to (sexto nível), Go-to (quinto nível), Yon-to (quarto nível) e San-to (terceiro nível). Neste nível de formação não havia sintonizações e ensinamentos sobre os símbolos do segundo nível conforme o sistema ocidental. O conteúdo abordado era o tratamento por contato, o desenvolvimento da percepção sutil e ensinamentos espirituais e técnicas específicas. Portanto, esses quatro níveis correspondem basicamente ao primeiro nível habitualmente usado no Ocidente.
O nível imediatamente superior (segundo nível) se chama Okuden e se subdividia em duas partes: Okuden-Zenki (primeira metade) e Okuden-Koki (segunda metade). Na primeira parte se ensinava os símbolos e na segunda a cura mental e o tratamento à distância. Esses níveis correspondem basicamente com o segundo nível habitualmente usado no Ocidente.
O nível seguinte se chama Shinpiden e só é dado a alguns poucos eleitos pelo professor de Reiki. Se o aluno havia recebido a sintonização no Shinpiden, podia obter autorização para tratar até profissionalmente outras pessoas. Somente alguém que houvesse sido aprovado no Shinpiden, podia tornar-se assistente do professor. Esta função se chamava Shihan-Kaku. A palavra Shihan-Kaku tem o significado semelhante a “assistente do professor”.
Quando o professor considerava conveniente, autorizava seu aluno a fazer seus próprios encontros e ter suas próprias turmas. Essa função se chamava Shihan. A palavra Shihan significa “professor”. Esse termo supostamente inclui o sentimento de autoridade, exemplo, fortaleza moral e sabedoria.
Estes dois últimos níveis correspondem basicamente ao terceiro nível do sistema de classificação do Ocidente. Os símbolos do sistema japonês eram os mesmos que hoje conhecemos.
O estudo sobre os símbolos e seus mantras é muito importante para todo Reikiano. Quanto mais se entender seu significado e se conhecer suas raízes, com maior facilidade e exatidão funcionará a intuição e tanto melhor poderá ajustar-se o trabalho com Reiki às circunstâncias particulares, e desenvolver-se com mais força a criatividade necessária para a solução de problemas que possam aparecer. Além disso, uma compreensão mais profunda dos símbolos e mantras ajuda a aproveitar o sistema Usui de Reiki como caminho espiritual. Os símbolos e seus mantras são, por assim dizer, as chaves das portas do palácio.
O manejo consciente e apropriado dos símbolos e mantras permite uma estreita relação com eles. Suas qualidades podem ser sentidas e experimentadas cada vez mais. Juntamente com o conhecimento técnico sobre suas funções e seu lugar no sistema de Reiki este trabalho consciente é uma chave importante para alcançar o significado espiritual essencial dessas ferramentas. Ao usá-los, não só cumprirão sua função, mas também trarão a quem utilizar o Reiki seus guias espirituais, de maneira que se incremente a vibração do seu ser e melhore sua intuição. É importante utilizá-los com clareza e não de maneira supersticiosa. Só assim produzirão um efeito pleno e durável e se poderá trabalhar com eles de maneira correta e com criatividade.
Em princípio vale o seguinte: os símbolos são traçados mentalmente ou com a mão dominante. Depois, se repete seu mantra três vezes, verbal ou mentalmente.
O Segundo Grau de Reiki está disponível a quem recebeu o Primeiro Grau (nenhum símbolo é colocado / gravado nas suas mãos) de um Mestre habilitado e sente-se pronto a dar mais um passo na jornada de Reiki.
Para isso, o aluno irá receber uma nova Iniciação (sintonização energética) que elevará seu padrão vibratório e o possibilitará a utilizar os símbolos que lhe serão ensinados. Neste Grau, 3 yantras (Cho Ku Rei, Sei He Ki e Hon Sha Za Sho Nen) são colocados / gravados nas suas mãos. Novamente o aluno passará por um processo de purificação e adaptação ao novo padrão vibratório, que poderá durar algum tempo (alguns dizem aproximadamente 21 dias). Para se tornar um Mestre, mais 2 yantras (Dai Ko Myo e Raku) são colocados / gravados nas suas mãos.
A energia, agora, toma novas dimensões, a capacidade de cura (harmonia e equilíbrio em níveis físico, emocional, mental e espiritual) amplifica-se intensamente. Com a utilização dos Símbolos Cósmicos a energia atua na quarta dimensão, no continnunn de tempo/espaço (tempo e espaço são inexistentes), podendo ser enviada para qualquer lugar no Universo ou a qualquer época de nossas vidas (passada ou futura).
Com a utilização contínua da energia e dos Símbolos Cósmicos nossa percepção é expandida e resgatamos a harmonia e equilíbrio de nossos corpos físico, emocional, mental e espiritual. Nossos potenciais se amplificam e novos se manifestam. Passamos a ter uma maior conexão com o Deus de nossa devoção, assim como com os elementos da natureza. Nossa sensibilidade também se amplifica.
Conforme nossa abertura e dedicação nas práticas, passamos a ter uma maior compreensão do que ocorre à nossa volta, percebemos mais intensamente quaisquer mudanças, desde a energia do ambiente até mesmo emoções e pensamentos conflitantes que se aproximam. Desta forma estaremos atentos e preparados para transmutá-los.
A energia passará a ser direcionada para além do plano físico, transformando, não apenas os sintomas, mas trabalhando a origem dos desequilíbrios e bloqueios, para que a cura se manifeste.
Neste nível se ampliam as possibilidades de percebermos a presença dos Seres de Luz (Guias, Protetores, Anjos, Hierarquias, Mestres, etc...) que nos auxiliam durante as sessões de cura.
Não são raras as situações em que o receptor percebe mais mãos além das do terapeuta, participando do tratamento. Pode-se, também, perceber determinados aromas (que representam a manifestação dessas energias) ou, se possuirmos essa capacidade, poderemos “ver” nossos iluminados ajudantes.
Devemos sempre lembrar que toda criação é resultado de 1% de inspiração e 99% de transpiração. Toda Iniciação é o início de uma jornada. Cria-se uma abertura, um portal. Para que possamos alcançar todos os benefícios disponíveis na prática do Reiki, em qualquer nível, será necessário praticá-lo. Preferencialmente, exercitando o “Círculo da Prática”, assim: aplicar, autoaplicar e receber).
Quanto maior o poder, maior a responsabilidade. O reikiano passa a fazer parte do grupo de agentes que contribuem para a elevação do padrão vibratório do Planeta, assim como, do Universo.
Conforme a história “oficial” da redescoberta do Reiki, Mikao Usui encontrou, em sua busca, antigos sutras budistas que continham símbolos sagrados que haviam sido escritos por um discípulo de Buda. Ao meditar sobre eles no Monte Kurama por 21 dias, descobriu a chave que permitia despertar essa maravilhosa técnica de cura.
Os símbolos são representações de um aspecto da energia, são poderosas ferramentas sagradas, compostos de yantras (desenhos energéticos) e mantras (sons energéticos). Após nossa sintonia com eles, passam a ser uma chave para conectar determinados padrões de energia. Não é necessário estarmos em estado meditativo para que eles funcionem. Porém o ideal é que estejamos concentrados, receptivos e abertos para o Amor.
Para que possamos utilizar os símbolos de Reiki, é necessário que sejamos sintonizados com eles. Essa sintonização nos permite acessar uma determinada frequência energética que permite sua ativação.
Os símbolos poderão ser traçados no ar, com a mão em concha (mãos de Reiki), ou simplesmente visualizados, mentalizando seu mantra, três vezes. De qualquer forma será devidamente ativado.
Os símbolos assim como a caligrafia não possuem uma única forma de serem traçados. O importante é que o façamos da forma mais correta ao que nos foi ensinado.
O nível imediatamente superior (segundo nível) se chama Okuden e se subdividia em duas partes: Okuden-Zenki (primeira metade) e Okuden-Koki (segunda metade). Na primeira parte se ensinava os símbolos e na segunda a cura mental e o tratamento à distância. Esses níveis correspondem basicamente com o segundo nível habitualmente usado no Ocidente.
O nível seguinte se chama Shinpiden e só é dado a alguns poucos eleitos pelo professor de Reiki. Se o aluno havia recebido a sintonização no Shinpiden, podia obter autorização para tratar até profissionalmente outras pessoas. Somente alguém que houvesse sido aprovado no Shinpiden, podia tornar-se assistente do professor. Esta função se chamava Shihan-Kaku. A palavra Shihan-Kaku tem o significado semelhante a “assistente do professor”.
Quando o professor considerava conveniente, autorizava seu aluno a fazer seus próprios encontros e ter suas próprias turmas. Essa função se chamava Shihan. A palavra Shihan significa “professor”. Esse termo supostamente inclui o sentimento de autoridade, exemplo, fortaleza moral e sabedoria.
Estes dois últimos níveis correspondem basicamente ao terceiro nível do sistema de classificação do Ocidente. Os símbolos do sistema japonês eram os mesmos que hoje conhecemos.
O estudo sobre os símbolos e seus mantras é muito importante para todo Reikiano. Quanto mais se entender seu significado e se conhecer suas raízes, com maior facilidade e exatidão funcionará a intuição e tanto melhor poderá ajustar-se o trabalho com Reiki às circunstâncias particulares, e desenvolver-se com mais força a criatividade necessária para a solução de problemas que possam aparecer. Além disso, uma compreensão mais profunda dos símbolos e mantras ajuda a aproveitar o sistema Usui de Reiki como caminho espiritual. Os símbolos e seus mantras são, por assim dizer, as chaves das portas do palácio.
O manejo consciente e apropriado dos símbolos e mantras permite uma estreita relação com eles. Suas qualidades podem ser sentidas e experimentadas cada vez mais. Juntamente com o conhecimento técnico sobre suas funções e seu lugar no sistema de Reiki este trabalho consciente é uma chave importante para alcançar o significado espiritual essencial dessas ferramentas. Ao usá-los, não só cumprirão sua função, mas também trarão a quem utilizar o Reiki seus guias espirituais, de maneira que se incremente a vibração do seu ser e melhore sua intuição. É importante utilizá-los com clareza e não de maneira supersticiosa. Só assim produzirão um efeito pleno e durável e se poderá trabalhar com eles de maneira correta e com criatividade.
Em princípio vale o seguinte: os símbolos são traçados mentalmente ou com a mão dominante. Depois, se repete seu mantra três vezes, verbal ou mentalmente.
O Segundo Grau de Reiki está disponível a quem recebeu o Primeiro Grau (nenhum símbolo é colocado / gravado nas suas mãos) de um Mestre habilitado e sente-se pronto a dar mais um passo na jornada de Reiki.
Para isso, o aluno irá receber uma nova Iniciação (sintonização energética) que elevará seu padrão vibratório e o possibilitará a utilizar os símbolos que lhe serão ensinados. Neste Grau, 3 yantras (Cho Ku Rei, Sei He Ki e Hon Sha Za Sho Nen) são colocados / gravados nas suas mãos. Novamente o aluno passará por um processo de purificação e adaptação ao novo padrão vibratório, que poderá durar algum tempo (alguns dizem aproximadamente 21 dias). Para se tornar um Mestre, mais 2 yantras (Dai Ko Myo e Raku) são colocados / gravados nas suas mãos.
A energia, agora, toma novas dimensões, a capacidade de cura (harmonia e equilíbrio em níveis físico, emocional, mental e espiritual) amplifica-se intensamente. Com a utilização dos Símbolos Cósmicos a energia atua na quarta dimensão, no continnunn de tempo/espaço (tempo e espaço são inexistentes), podendo ser enviada para qualquer lugar no Universo ou a qualquer época de nossas vidas (passada ou futura).
Com a utilização contínua da energia e dos Símbolos Cósmicos nossa percepção é expandida e resgatamos a harmonia e equilíbrio de nossos corpos físico, emocional, mental e espiritual. Nossos potenciais se amplificam e novos se manifestam. Passamos a ter uma maior conexão com o Deus de nossa devoção, assim como com os elementos da natureza. Nossa sensibilidade também se amplifica.
Conforme nossa abertura e dedicação nas práticas, passamos a ter uma maior compreensão do que ocorre à nossa volta, percebemos mais intensamente quaisquer mudanças, desde a energia do ambiente até mesmo emoções e pensamentos conflitantes que se aproximam. Desta forma estaremos atentos e preparados para transmutá-los.
A energia passará a ser direcionada para além do plano físico, transformando, não apenas os sintomas, mas trabalhando a origem dos desequilíbrios e bloqueios, para que a cura se manifeste.
Neste nível se ampliam as possibilidades de percebermos a presença dos Seres de Luz (Guias, Protetores, Anjos, Hierarquias, Mestres, etc...) que nos auxiliam durante as sessões de cura.
Não são raras as situações em que o receptor percebe mais mãos além das do terapeuta, participando do tratamento. Pode-se, também, perceber determinados aromas (que representam a manifestação dessas energias) ou, se possuirmos essa capacidade, poderemos “ver” nossos iluminados ajudantes.
Devemos sempre lembrar que toda criação é resultado de 1% de inspiração e 99% de transpiração. Toda Iniciação é o início de uma jornada. Cria-se uma abertura, um portal. Para que possamos alcançar todos os benefícios disponíveis na prática do Reiki, em qualquer nível, será necessário praticá-lo. Preferencialmente, exercitando o “Círculo da Prática”, assim: aplicar, autoaplicar e receber).
Quanto maior o poder, maior a responsabilidade. O reikiano passa a fazer parte do grupo de agentes que contribuem para a elevação do padrão vibratório do Planeta, assim como, do Universo.
Conforme a história “oficial” da redescoberta do Reiki, Mikao Usui encontrou, em sua busca, antigos sutras budistas que continham símbolos sagrados que haviam sido escritos por um discípulo de Buda. Ao meditar sobre eles no Monte Kurama por 21 dias, descobriu a chave que permitia despertar essa maravilhosa técnica de cura.
Os símbolos são representações de um aspecto da energia, são poderosas ferramentas sagradas, compostos de yantras (desenhos energéticos) e mantras (sons energéticos). Após nossa sintonia com eles, passam a ser uma chave para conectar determinados padrões de energia. Não é necessário estarmos em estado meditativo para que eles funcionem. Porém o ideal é que estejamos concentrados, receptivos e abertos para o Amor.
Para que possamos utilizar os símbolos de Reiki, é necessário que sejamos sintonizados com eles. Essa sintonização nos permite acessar uma determinada frequência energética que permite sua ativação.
Os símbolos poderão ser traçados no ar, com a mão em concha (mãos de Reiki), ou simplesmente visualizados, mentalizando seu mantra, três vezes. De qualquer forma será devidamente ativado.
Os símbolos assim como a caligrafia não possuem uma única forma de serem traçados. O importante é que o façamos da forma mais correta ao que nos foi ensinado.
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