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quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Teste cinesiológico

Trata-se de um teste especial realizado de modo exclusivo p
or muitos terapeutas, mas também por um grande número de leigos. Trata-se do teste cinesiológico.


Na prática, o terapeuta procede da seguinte maneira:

• Pede para o paciente que coloque a mão direita sobre cada chakra, centralizando o chakra da palma da mão com o chakra a ser analisado.

• Pede para o paciente ao mesmo tempo, que estique o braço esquerdo em ângulo reto, afastando-o lateralmente do corpo.

• O terapeuta pronuncia então o comando “segurar!” e, enquanto o paciente tenta manter o braço na posição indicada, o terapeuta tenta empurrar o braço para baixo. A pressão é efetuada, aproximadamente na altura do pulso.

Se o chakra examinado estiver em harmonia e equilibrado em sua função, o braço esticado oferece uma resistência nítida e forte.

Do contrário, se o chakra estiver em desarmonia e desequilibrado, sente-se nitidamente que o braço do paciente não oferece essa resistência, e ele é abaixado com pouco esforço pelo terapeuta. Percorrem-se os sete chakras e assim o terapeuta obtêm uma imagem clara da condição energética de cada chakra. Quando existem perturbações significativas num chakra, o teste do braço sempre reage mostrando debilidade.

O teste deve ser repetido tantas vezes, até se ter um resultado confiável, considerando que se deve fazer uma pausa para evitar indícios de cansaço no braço do paciente.

Testes especiais constam que o braço suporta uma pressão de cerca de 20 kg, no fator tido como “resistência forte”. De outro modo, o braço não oferece resistência a uma pressão de oito kgf. Nisso deve ser levada em consideração, naturalmente, a constituição física do paciente. O teste não é uma “guerra” de forças entre terapeuta e paciente. A diferença entre o “forte” e o “fraco”, contudo, é percebida distintivamente, tanto pelo terapeuta como pelo paciente que se submete ao teste.

Teste do polegar e dedo indicador

Uma variação do teste cinesiológico consiste no firme aperto pelo paciente, do polegar e o indicador da mão direita, e na cobertura do chakra a ser testado pela mão esquerda.

O terapeuta tenta, então, desprender os dedos do paciente a um comando do mesmo. Caso os dedos ofereçam grande resistência, o chakra testado estará em ordem. Se a resistência for fraca, o chakra estará perturbado e, portanto, necessitando de terapia.

Obs: para os dois tipos de teste cinesiológicos, é claro que é preciso um pouco de prática para conseguir resultados seguros. Contudo esse método funciona otimamente, e o terapeuta pode notar com clareza qual o chakra a ser trabalhado com mais atenção para se encontrar a harmonia.

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