O Reiki vem sendo oferecido em toda parte como um curso rápido. Chamo isto de método de “acrescentar-água”, destinado a criar um maravilhoso menu de Reiki dentro do mínimo tempo possível. Posso entender que estamos todos com pressa e sempre desejamos que as coisas aconteçam com a maior rapidez, mas acho que é melhor levar o tempo que for possível na abordagem dos vários níveis de Reiki. Esse espaço de tempo é diferente para cada pessoa.
Já ouvimos dizer que não se deve passar mais de dois dias entre as iniciações do Primeiro Grau, uma vez que, de outra forma, a energia virará fumaça. Antigamente, no Japão, as pessoas reuniam-se uma vez por mês durante seis meses a fim de aprender o Primeiro Grau Nós o ensinamos em um ou dois dias, podendo haver entre eles um intervalo de uma semana.
Há várias formas de ensinar o Segundo Grau. Alguns professores sintonizam uma vez durante o Segundo Grau, outros fazem-no três vezes. As três sintonizações podem ser divididas em três semanas, o que dará ao aluno muito mais tempo para experimentar o poder do Reiki e os símbolos individuais, ou, se apenas uma sintonização for feita, o professor poderá ensinar apenas um símbolo por semana.
A Sra. Shizuko Akimoto, uma curadora maravilhosa a quem devemos agradecer por grande parte das novidades sobre o Reiki, diz que cada um dos níveis de Reiki tem um valor especifico. Se os Primeiro e Segundo Grau de Reiki forem ensinados com um intervalo muito pequeno, o valor do Primeiro Grau não é adequadamente captado, e isto significa jogar pérolas aos porcos. Entretanto, pode não ser errado um treinamento rápido de Reiki.
Também poderá ser necessário ensinar a uma pessoa todo o sistema do Reiki ou uma grande parte dele em pouco tempo, especialmente se a pessoa estiver seriamente enferma.
Reiki significa energia, por isso não pode ser ensinado. Ele se revela se estivermos atentos. E é essa atenção que o professor promove no aluno.”
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